SANDROMS

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  • em resposta a: Apresentação Karina – MKT #39115
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    @ka3 wrote:

    Tenho dúvida quanto a nossa idade, eu tenho 31 e ele 40 e não temos filhos…

    Não fique em dúvida, faça a avaliação online para ver se vcs tem os pontos necessários para compensar a questão da idade. Talvez funcione melhor se vc for a requerente principal (com 31 anos).

    http://www.form.services.micc.gouv.qc.ca/epi/index.jsp?languageCode=fr

    em resposta a: Salut Pessoal!! #39114
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    @Liliana Rocha wrote:

    …Se não me engano, um dos requisitos para o requerente principal ser aceito e obter o CSQ é formação em nível superior (graduação tradicional).

    Alguém poderia tirar essa dúvida?

    Tecnólogo é formação de nível superior “tradicional”. Conta menos pontos no processo que um bacharelado ou engenharia. Eu sou tecnólogo com uma especialização de 1 ano (que não sei se contou); minha esposa tinha o superior incompleto e passamos. Contamos pontos na experiência profissional, filhos e línguas.

    Não é preciso ligar no escritório. Na avaliação online tem a opção de DEC/14 anos de estudos; que é bem o caso do tecnólogo: (1o grau: 8 + 2o grau: 3 + Superior em tecnologia: 3 = 14!). Se vc passa no teste online com essa formação, será chamado para a entrevista.

    em resposta a: Encontro de brasileiros em Montreal 2010 #39113
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    Puxa galera, estarei viajando nessa data… :bangwall:

    em resposta a: Frances de Quebec vs Frances da França!!!! #39109
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    @FCelso wrote:

    … e as senhoras na mesa do lado fizeram cara de surpresa/espanto, passando a impressão de que não era adequado pronunciar outra língua naquele ambiente. :discuss:

    FCelso,

    Isso não foi em Montreal né? Não consigo imaginar essa cena em Montreal, o mais difícil aqui é ouvir o francês quebecois… agente ouve francês do Haiti e do norte da África, inglês, espanhol, chinês, arabe, portugues, etc… 8O

    E geralmente os funcionários do Tim Hortons por aqui são todos imigrantes tb…

    Mas quanto ao sotaque brasileiro… muitas pessoas dizem que o brasileiro que fala bem, fala sem sotaque… mas acho que a maioria de nós faz os deslizes típicos:

    1. falamos o e mudo como ê e falamos o e como i…. ex: ceci et cela sai da boca do brasileiro cêci i cêla qdo deveria ser c?ci e c?la. O brasileiro precisa caprichar no som ? (ver um guia fonético)

    2. escorregamos no u (fonema y) principalmente quando os sons se misturam como na rede de farmácia Jean Coutu ou sai cutú ou sai cytý

    referencia:
    http://www.wordreference.com/fr/French-Pronunciation.aspx

    em resposta a: Viagem de conhecimento. É necessário? #39041
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    @thiagoelizie wrote:

    Sandro,
    Obrigado pelas informações. Sendo assim vou me virar nos 30 pra ganhar 6 pontinhos desse entrevistador!!! :lol:

    Na minha entrevista senti que o M. Leblanc avaliou se sabíamos como era o mercado de trabalho, regiões/cidades/bairros, se fizemos pesquisa de imóveis e emprego e se tínhamos um planejamento financeiro em função do custo de vida. E também, de um modo geral, se tínhamos noção da encrenca em que nós nos metemos. 8O :lol: 8O

    Para todos esse itens a viagem de reconhecimento pode ajudar a tirar 10… ou melhor, tirar 6! :wink:

    P.S. nós não fizemos viagem de reconhecimento. usamos informações de quem já estava por aqui… e deu certo.

    em resposta a: Viagem de conhecimento. É necessário? #39012
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    @thiagoelizie wrote:

    …Como não temos formação
    profissional numa área em demanda achamos q essa viagem pode nos contar pontos importantes no processo. Vamos torcer!…

    Não precisa torcer… viagem au quebec de 2 semanas a 3 meses vale 1 ponto.

    Mas você pode torcer um pouco, pois esse conhecimento adquirido pode contar no item adapitabilité que vale até 6 pontos dependendo da cabeça do entrevistador.

    Fonte:
    http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/publications/fr/divers/Grille-synthese.pdf

    em resposta a: Localidades e empregos #38977
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    Curty,

    É impossível listar, simplesmente pq não sei de todas as áreas… mas só qdo eu cheguei aqui e muitos imigrantes ralando e outros nas núvens caiu a ficha. Vou dar um exemplo absurdo para ilustrar o problema com certas áreas.

    “Imagine um jornalista esportivo, no Brasil, que acabou de imigrar para o Quebec. É possivel ele trabalhar cobrindo a temporada de Hockey mesmo que tenha um francês avançado? Não. Quem entende de Hockey são os caras que acompanham os jogos – e até mesmo jogam hockey – desde criança.”

    Ok, exagerei um pouco, mas acontece em áreas como direito, saúde (medicina e odonto por exemplo), e até mesmo contabilidade, que é profissão em demanda, mas é muito difícil entrar sem estudar aqui no Quebec e aprender as regras do “jogo”.

    Há casos onde as ordens são fechadas e exigem provas que dificultam a vida de quem se formou fora. Um bom exemplo é ordem dos fisioterapeutas. Isso não quer dizer que seja impossível, conheço uma fisioterapeuta brasileira que conseguiu. E outros que voltaram para faculdade para recomeçar em outras áreas.

    em resposta a: Passaporte na entrevista #38973
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    O CSQ é um documento provincial, atestando que vc foi selecionado pelo Quebec como um profissional qualificado.

    O CSQ tem duas funções:
    1. Indicar ao governo federal que vc foi selecionado pela província, permitindo o início do processo de obtenção do visto, esse sim vai no passaporte;

    2. Dar acesso aos programas de auxilio ao imigrante, aqui no Quebec;

    Por não ser um documento de viagem e não ser um documento emitido pelo imigração do Canadá; nada tem a ver com o passaporte.

    Por outro lado o passaporte é um documento de identidade internacional e é interessante (não lembro se é obirgatório) levá-lo na entrevista.

    em resposta a: Frances de Quebec vs Frances da França!!!! #38944
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    “O autocarro quebrou e eu tive que pegar uma boleia numa carrinha que passava para chegar à estação. Quando finalmente entrei no comboio, sentei-me, coloquei o auscultador e relaxei chupando um rebuçado.”

    Imagine que a seguinte frase faz completo sentido em Portugal, e pouco no Brasil. É exatamante essa a diferenças entre Quebec e o Francês. Além de vocabulário próprio, ainda há a grande diferença no sotaque.

    Calma não arranque seus cabelos. A maioria dos quebequoises consegue falar o francês “standard” qdo percebe que vc é imigrante… ufa!

    Em SP e Curitiba existem cursos de francês do Quebec. É bom dar uma treinada no sotaque principalmente. Assistir a filmes e tv dos quebec tb ajudam, qd você entender têtes-a-claques vc atingiu o nirvana….

    em resposta a: Ajuda: Dicas para quem está indo agora #38940
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    Elza,

    Em primeiro lugar vale perguntar se você está ciente de que vc precisa obter o Cartão de Residente Permanente para entrar no Canadá pela segunda vez. E é muuuuito difícil que vc o obtenha em 15 dias, já que o prazo é de 4 a 6 semanas. Então vc vai ter que fazer os esquema de alguem receber, mandar para o Brasil via DHL etc…

    Em segundo lugar:
    O pessoal da imigração no aeroporto de Montreal te dará todas as coordenadas. Se vc chegar via Toronto, então terá só as coordenadas dos documentos federais. Um pulo num escritório do Ministério de imigração do Quebec em Montreal, vai resolver as questões proviniciais (como informações sobre o Assurance Maladie e francisação., por exemplo).

    Dicas.
    . O NAS é rápido e vale a pena tirar. Vc vai precisar dele para alugar imóveis, abrir contas em banco etc….
    . Não faça as 200 mil palestras do escritório de imigração se não seus 15 dias já eram. Faça só a de accueil se for o caso.
    . Para fazer a assurance maladie é necessário ir pessoalmente tirar foto e alguém comparecer com você para delcarar que vc está morando com essa pessoa. Isso pq vc não terá endereço fixo ainda. E vá pessoalmente fazer a inscrição no 1o ou 2o dia.
    . Escola para as crianças só com endereço fixo também. Não acho que vc vá conseguir adiantar muito essa questão.
    . O dá para fazer depende de quando será a sua vinda definitiva. Por exemplo, se vc ficar 6 meses fora do Quebec, perde o direito ao assurance maladie….
    . 15 dias é pouco

    em resposta a: Encontro de brasileiros em Montreal 2010 #38938
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    Eu teria ido, se não estivesse lendo seu convite só agora…. 8O 8O 8O

    em resposta a: Technologue en Informatique #38937
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    Rodrigo Cavalcanti,

    Sou tecnólogo em processamento de dados (antes era assim que chamava), curso de 3 anos. Ainda não fiz minha avaliação comparativa de diploma, pq o mercado de trabalho me aceitou sem nem ver meu diploma.

    Mas fiz algumas pesquisas e cheguei a conclusão que o que existe mais parecido aqui no Quebec seria o título de Techonologue en Informatique que, com a carga horário do curso do Brasil, seria um diploma de nível colegial.

    Não se sinta desprestigiado por isso, pois é uma boa formação. DEC não secundário profissionalizante (DES); DEC um diploma superior de nível colegial. Enquanto um BAC é um diploma de nível universitário (geralmente tem 1 ou 2 anos a mais de estudo). O BAC aqui (16 anos de estudo!) é um nível mais alto que o bacharelado no Brasil.

    Não sei se as universidades aceitariam esse diploma de tecnólogo para vc fazer um mestrado, talvez sim talvez não depende de como a universidade vai avaliar seu diploma brasileiro. Que pode ser diferente de como o governo avalia.

    Links interessantes:

    Sistema de educação do quebec (comparativo com o sistema francês)
    http://fr.wikipedia.org/wiki/Syst%C3%A8me_d%27%C3%A9ducation_qu%C3%A9b%C3%A9cois

    Profissão de technologue en informatique:
    http://dico.monemploi.com/T/2157Technologueeninformatique.html
    * Note nesse link que existe a opção de fazer o DEC (em 2 anos) ou DEC+BAC(em 5 anos).

    em resposta a: Localidades e empregos #38883
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    Deixa eu me explicar e desfazer os preconceitos. O que eu quis dizer é que não existe área em que o quebequense vai gostar de trabalhar e outras que não. A mentalidade aqui é menos capitalista que a dos EUA e menos ainda que do Brasil.

    Em geral, as pessoas fazem o que gostam e trabalham para viver e não vivem para trabalhar. E não existe o medo de ser mandado embora só porque o chefe acordou de mal humor. E nem a ânsia de comprar o carro último modelo, mesmo pq o pessal curte mesmo é uma bicicleta. Por essa e outras eles trabalham mais tranquilamente, o que as vezes se tornam, ou se confunde com improdutividade.

    A lixeiros são locais, os trabalhadores da construção civil também, os motoristas de ônibus tb (aliás ganham bem pacas). Então não existe muito o emprego onde o Quebequense não queira trabalhar. Mas há espaço para o imigrante em várias áreas; mas não todas.

    em resposta a: Localidades e empregos #38880
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    @septentrional51 wrote:

    Dizem as mas línguas que em primeiro vem o emprego para o Quebequense?

    Portanto eu pensaria em fazer alguma formação numa área onde os Quebequenses não querem trabalhar, isso para aumentar as chances de emprego.

    Felizmente, se vc vier falando francês bem, não é bem assim. :alright:

    Primeiro, conheço pessoas que preferem contratar imigrantes que quebequenses, por que os recém chegados se dedicam mais do que os locais.

    Segundo, as empresas as vezes não conseguem pagar um salário dentro da expectativa local e acaba “se contentando” com um brasileiro, que por sua vez tb se contenta com o salário, já que é o primeiro emprego. (aconteceu comigo)

    E por último, “Quebequenses não querem trabalhar”! 8O Ponto. :lol: Então você pode escolher qq área onde não tenha uma regulamentação protecionista que te impeça de trabalhar.

    em resposta a: Ir primeiro e a esposa ir depois #38876
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    @carloslopes wrote:

    …A validade é o prazo do exame médico, sempre… 1 ano da data do exame médico…

    apenas complementando a questão da validade, esta é a validade do visto. Portanto cada membro da família receberá um visto de imigrante/1 entrada no passaporte, com validade de 1 ano a partir da data em que foi feito o exame médico.

    Portanto essa não é um questão de prazo para dar entrada, mas uma questão do prazo de validade do visto. E sem o visto vc não entra no país. Dentro desse prazo a família pode entrar separada, desde que o requerente principal entre primeiro.

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