mrodolfo

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  • em resposta a: Perguntas sobre a Documentação necessária #32785
    mrodolfo
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    Mineirinho,

    Não vou te dizer o que fazer ou não. Vou falar o que fizemos… Nós só enviamos a documentação após eu ter mais de 150 horas (minha esposa apesar que ter estudado a mesma quantidade de horas, reiniciou o aprendizado com um professor particular). Atualmemte, tenho umas 250 horas (equivalente a) e tenho me virado relativamente bem, tanto na escrita de mensagens para alguns órgãos no Québec quanto para falar com eles ao telefone…

    Saiba que o francês não é necessário para passar na entrevista. Isso é o de menos… Mas pense que sua vida inteira será, dali em diante, nesse idioma…

    Com relação a quantas horas de estudo por dia, posso te dizer que jé estou até pensando em francês… Estudo com professor apenas 1,5 horas por semana, mas estudo sozinho umas 3 horas por dia, entre leitura de jornais e vídeos.

    Quanto ao eplicante principal, ele é o membro da família que mais pode trazer pontos. Isso depende da formação, da idade, do tempo de experiência de trabalho e por aí vai. Busque na internet o Guide des Procédures de Immigration (que está em francês…) e você poderá avaliar quem dos dois poderá trazer mais pontos.

    à la prochaine,

    em resposta a: Como confirmar profissão autônoma? #32754
    mrodolfo
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    Hutan,

    Não muda muito a maneira de comprovar a experiência como autônomo. Você deveria ter emitido recibos (RPA) por esses trabalhos e recolhido os encargos/impostos, não é mesmo? Se você o fez, é só pegar as cópias dos recibos. Se não, entre em contato com seus clientes e peça a eles uma declaração de serviços prestados, que deve servir…

    Para meus trabalhos como engenheiro, enviei uma carta de meu cliente e as cópias das declarações do IR.

    à la prochaine,

    em resposta a: Imigrando com filhos #32745
    mrodolfo
    Participante

    Mes amis,

    Encontrei a seguinte reportagem no Le Soleil, a respeito das verbas para francisação nas escolas: Apprendre le francais en 34 petites heures. Essa é mais uma paúra para nós pais…

    Apprendre le français… en 34 petites heures
    Daphnée Dion-Viens
    Le Soleil

    (Québec) Le petit Manuel (nom fictif) vient tout juste de quitter son pays natal, en Amérique du Sud. Il ne parle qu’espagnol et vient d’intégrer une classe de cinquième année dans une école de Beauport. Pour lui permettre d’apprendre le français, la commission scolaire n’a que 34 heures d’enseignement à lui offrir… pour toute l’année scolaire.

    À l’heure où Québec veut attirer un plus grand nombre d’immigrants, force est de constater que les services de francisation offerts dans les écoles de la région varient considérablement, d’une commission scolaire (CS) à l’autre.

    Aux Premières-Seigneuries (qui couvre l’est de Québec), la commission scolaire accorde la première année 100 $ par mois par enfant, au niveau primaire. En embauchant un spécialiste à 30 $ l’heure, le calcul est simple : trois petites heures par mois. La CS affirme qu’elle fait ce qu’elle peut avec l’argent octroyé par le ministère de l’Éducation.

    «Ce n’est pas une mesure facilitante pour les régions qui reçoivent peu d’immigrants, a affirmé mardi le secrétaire général, Jean-François Parent. Ce n’est pas suffisant pour les régions à l’extérieur de Montréal. On reçoit peu d’immigrants et on ne peut pas les regrouper, il faut offrir des services individualisés.» À la CS des Premières-Seigneuries, on compte cette année 55 enfants en francisation, répartis dans 45 écoles.

    N’empêche qu’une trentaine d’heures pour apprendre une langue, c’est bien trop peu, affirme un enseignant, qui a préféré garder l’anonymat. «Ça n’a pas de bon sens! lance-t-il. C’est une aberration. La commission scolaire n’en fait pas une priorité, elle n’est pas prête à recevoir des élèves immigrants.»

    Pourtant, selon les règles budgétaires du ministère, une somme mensuelle de 213 $ par enfant est octroyée pour offrir des services d’accueil et de francisation, un financement qui s’échelonne sur deux années scolaires et qui diminue de 25 % la deuxième année. Il a été impossible hier de se faire expliquer pourquoi la commission scolaire consacre moins d’argent à la francisation que ce qui est prévu par le ministère.

    Autres commissions scolaires

    Sur la Rive-Sud, la commission scolaire des Navigateurs consacre 213 $ par mois par élève immigrant. Il a toutefois été impossible de savoir combien d’heures par semaine sont offertes aux 25 élèves qui, cette année, ont besoin de francisation. De son côté, la CS des Découvreurs (ouest de Québec) consacre les mêmes montants pour ses 170 élèves allophones.

    C’est toutefois la commission scolaire de la Capitale qui en accueille le plus. Cette année, des services de francisation sont offerts à 374 élè­ves. Au primaire, les enfants sont accompagnés, tous les deux jours, par une des neuf enseignantes spécialisées embauchées par la CS. Une somme de 280 $ par mois par enfant leur est consacrée, toujours grâce à la même subvention du ministère, indique la responsable des mesures d’accueil et de francisation, Nicole Pocholle. Grâce à une centralisation des ressources, tous les élèves ont droit au même accompagnement, assure-t-elle, mê­me si certaines écoles comptent un seul élève allophone.

    Hier, ni le ministère de l’Éducation ni la Fédération des commissions scolaires n’ont été en mesure d’expliquer pourquoi les sommes octroyées par le ministère varient d’une commission scolaire à l’autre. «Il s’agit de la même mesure pour toutes les commissions scolaires», a indiqué la porte-parole Stéphanie Tremblay. Selon notre enseignant, la raison est bien simple. «Les commissions scolaires se gardent une certaine autonomie dans la gestion de leur budget, dit-il. Il y en a pour qui ce n’est pas une priorité.»



    à la prochaine,

    em resposta a: Respostas dadas pelo Consulado – Documentos #32711
    mrodolfo
    Participante

    Mes amis,

    Acessem o site da CIC e vejam que lá mesmo eles indicam que as certidões, para o Brasil, podem ser tiradas pela Internet. A única certidão que fica de fora são os antecedentes criminais de cada Estado. Para São Paulo, acesse a Secretaria de Segurança Pública.

    à la prochaine,

    em resposta a: duvida item 8 demande de certificat de sélection #32710
    mrodolfo
    Participante

    Márcia, bonjour!

    Não entendi sua dúvida… Vou tentar ajudar mesmo assim, já que faz 3 meses que enviei minha DSC… Também não sei se é o correto, apenas é como eu fiz, já que não queria deixar nenhum diploma de fora…

                                                               Titre du diplôme Année      
    De      À       Nome de l’établissement/Pays               Obtenu           d’obtention  Spécialisation          
    2003/02 2004/10 Fundação Getúlio Vargas/Brésil             SANS ÉQUIVALENCE 2004         Finances
    1999/03 2001/03 Universidade de São Paulo/Brésil           Maîtrise         2001         Génie de Transports
    1994/02 1998/12 Universidade de São Paulo/Brésil           Baccalauréat     1999         Génie Civil
    1989/02 1994/12 Escola Técnica Federal de São Paulo/Brésil DES et DEP       1990         Bâtiments

    Fiz isso pois meu MBA na FGV é de 372 horas… Mas, ao pé da letra, ele não tem equivalência no Québec… Assim, escreva no item 8 exatamente o que está escrito na tabela comparativa.

    Outra coisa: a tabela comparativa faz parte do Guide des Procédures d’Immigration. Dessa maneira, ela está disponível a todos. Esse guia deve ser nossa “Bíblia” durante o processo.

    à la prochaine,

    em resposta a: O lado positivo do Québec: o que vc encontrou aqui …. #32601
    mrodolfo
    Participante

    _Taz_,

    Com relação à lei do celular, pelo menos nessa, não teve a ladainha do “é que a lei não pegou”… E olha que na rua só havia o meu carro e o do senhor em questão…

    à bientôt,

    em resposta a: O que está acontecendo com os entrevistados pelo Sr. Eddie? #32600
    mrodolfo
    Participante

    Mes amis,

    Fico incomodado com a o que a Mariangela escreveu:

    @mariangela”;p=”27068 wrote:

    Fico aliviada pelo fato de que um representante digno do Serviço de Imigração está a caminho de Recife, a Sra. Judith. Bons ventos sopram para as bandas de lá.

    Será que temos condições e isonomia para julgar a dignidade de alguém? Quem está certo? O entrevistador que é exigente, seco e com cara de poucos amigos ou o entrevistador que é mais cordial, faz papel de pai e mãe?

    Penso que o único órgão capaz de julgar a capacidade de seus funcionários é o MICC. Nós, podemos, sim, ficar indignados com certas atitudes, mas devemos estar preparados para todas as situações e quaisquer perfis psicológicos/psicóticos dos entrevistadores. Mais uma vez, sejamos os vetores de nossas ações e nos preparemos cada vez mais e melhor para obter sucesso não apenas na entrevista (que na minha opinião é só a ponto do iceberg) mas na nova vida em outras terras.

    Afinal de contas, o M. Alcide e o M. Teixeira (do segundo semestre de 2007) são diferentes?

    à la prochaine,

    em resposta a: O lado B do Québec – Quebrando o sonho do paraíso…. #32599
    mrodolfo
    Participante

    Mes amis,

    Parece-me que descambou de vez!

    Discordo, Will Goes, quando você fala que o Canadá “é o único país com relativa facilidade de imigração”. Onde fica a Austrália nesse estória?

    Não vou por mais lenha na fogueira com relação ao “CALEM A BOCA”. Penso que a posição dos moderadores sobre esse assunto condiz com a minha.

    C’est ça.

    em resposta a: O lado positivo do Québec: o que vc encontrou aqui …. #32595
    mrodolfo
    Participante

    Mes amis,

    O respeito às leis de trânsito é um dos pontos positivos que mais me chamou a atenção, além da cordialidade dos motoristas.

    Em Beauport, um arrondisement residencial da Ville de Québec, vimos um motorista parar seu carro para falar ao celular. Em diversos locais, há placas de “Pare” em todas as esquinas de um cruzamento: o primeiro a parar é o primeiro a sair (quantas vezes eu fiz sinal para os outros sairem antes de mim, mas não funcionou – eu parei primeiro, eu saí primeiro…). Vivenciamos a mesma situação em Brossard. Não vimos espertalhões furando a fila de conversão a esquerda, nos semáforos…

    Nos congestionamentos que pegamos nas pontes de Montréal, não ouvi ninguém buzinando na nossa orelha… Acho que a ausência de moRtoboys colabora para o pequeno stress no trânsito…

    à la prochaine,

    em resposta a: O lado B do Québec – Quebrando o sonho do paraíso…. #32492
    mrodolfo
    Participante

    Mes amis,

    Continuo pensando que esse tópico vai descambar… O Erasmo reforça que o que ele escreve são sua opiniões pessoais e tenho a impressão de que a comunidade está esquecendo desse ponto…

    Na minha opinião, o que é melhor ou pior para um pode não o ser para o outro. O Carlos nos enfatizou muito isso numa sexta-feira de junho em que estivemos juntos. Aliás, obrigado por ter cedido a nós seu horário de almoço! Meu amigo, Igor, que mora em Montréal, disse a mesma coisa…

    Nenhuma pesquisa na internet, ou mesmo conversas com meus amigos, pudemos clarear melhorar as nossas vistas que nossa viagem de reconhecimento. Pudemos viver o dia-a-dia, ouvir o québecois, ver o quanto custa caro o supermercado (para as coisas mesmas coisas que compramos no Brasil), que às 17:00 vai todo mundo embora (inclusive no shopping), que pude entrar e sair do carro sem medo de sofrer um sequestro relâmpago, que o carro zero que eu aluguei dormia na rua… Pude também fazer contatos profissionais em que todos me disseram a mesma coisa: bilingüismo…

    Hoje, posso dizer melhor em quais bairros gostaria de morar e por quais motivos. Isso é pessoal. Andamos de metrô, de trem e de carro. Pegamos congestionamento na ponte. A maioria das pessoas com quem falamos se mostraram cordiais, quer fosse no shopping, quer fosse nas ruas pedindo informações. Tive receio de andar em algumas ruas e alguns bairros. Só percebi policiamento ostensivo à noite. Vi jovens pedindo dinheiro nas esquinas e lavando vidros nos faróis. Vi praças conservadas e outras sem conservação. Vi ruas com buracos e rodovias bem conservadas. Vi uma preocupação ferrenha com o meio ambiente na duplicação da Autoroute 175 e vi esquilos comendo lixo jogado no chão…

    Não comparo essa experiência com o que vivo no Brasil. São realidades distintas. Oportunidades distintas.

    Vejo, cada vez mais nesta comunidade, que as pessoas estão se apoiando em opiniões alheias, em pesquisas alheiras. O Québec que nos espera está todo o dia nos jornais. Cada um de nós vai priorizar um ponto e, infelizmente, não sabemos ser impessoais em nossos relatos.

    Apenas peço cautela na leitura dos relatos. Eles não são verdades absolutas. E muita pesquisa focada naquilo que cada um de vocês julgue importante.

    À la prochaine,

    em resposta a: O lado B do Québec – Quebrando o sonho do paraíso…. #32425
    mrodolfo
    Participante

    Mes amis,

    Não existe o lado A ou o lado B de qualquer nação, cidade, bairro… Existe, sim, a nação, a cidade, o bairro em sua plenitude, com o que tem de melhor e de pior. Sem querer polemizar, mas como o Erasmo disse, o que é bom para um é ruim para o outro. A cidade como ela é (ou província), está todo o dia nos jornais, lembrando-se que o que não é desgraça não vende notícia…

    Yuri, sim, Montréal é suja (na minha opinião). O Métro é limpo o suficiente, com estações simples e funciona, que é o que importava para mim. E tem congestionamentos monstruosos, principalmente se você não mora na ilha. De novo, na minha opinião.

    à la prochaine,

    em resposta a: Contra a Carta de protesto ao bureau sobre o Sr. Eddie Alcid #32352
    mrodolfo
    Participante

    Marco,

    Desconhecia essa carta… Dos relatos que li, percebi que algumas pessoas escreveram que ele foi seco e objetivo, outras que ele já foi mais maleável… Concluo, desses relatos, que em nenhum momento ele deixou de ser ético e comprometido com suas funções.

    NÃO AO JEITINHO BRASILEIRO! ABAIXO A LEI DE GERSON!

    à la prochaine,

    em resposta a: Dúvidas sobre o pagamento da taxa inicial #32340
    mrodolfo
    Participante

    Marcia, Bonjour!

    Não precisa complicação!

    Caso você vá pagar via cartão de crédito, preencha e assine o formulário. Caso você não tenha costume de realizar despesas no exterior, ligue para a administradora do cartão e avise que é esperada uma despesa de X dólares canadenses e tenha certeza que seu cartão tem limite disponível. Simples assim. Enviei minha DSC em 20/08; em 04/09 eles abriram o processo e em 09/09 foi feito o débito no cartão.

    Bonne chance,

    em resposta a: Entrevistas 2009 #32322
    mrodolfo
    Participante

    Bonjour, mes amis,

    Enviei minha DCS em 20 de agosto, com abertura do processo em 04 de setembro e débito da taxa em 09 de setembro. Penso que ficaremos, sim, para a primeira rodada de entrevistas de 2009. Porém, penso que os processos voltarão ao rítmo de 2007, já que o BIQ já terá colocado ordem na casa…

    à la prochaine,

    em resposta a: Meu CSQ chegou pelo correio!!!!!!!! #32276
    mrodolfo
    Participante

    William,

    Félicitations et bonne chance!

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