mrodolfo

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  • em resposta a: Resposta BA – Professor Particular e Horas Francês. #23297
    mrodolfo
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    Joie Vivre,

    Excelente contribuição! Coloca um ponto final em várias dúvidas do grupo!

    Félicitations,

    MRodolfo

    em resposta a: Recursos online de francês ONLINE: dicionarios, sites, etc.. #21865
    mrodolfo
    Participante

    Bonjour!

    Eu utilizo o site http://www.leconjugueur.com/

    Salut!

    MRodolfo

    em resposta a: Graduado há mais de 5 anos #21860
    mrodolfo
    Participante

    lfantoniosi, ça va?

    Você está correto: para aqueles formados há mais de 5 anos, para se contar o domínio de formação, eles deverão ter trabalhado na área de formação no mínimo 1 ano em tempo pleno (30 horas por semana). Não havia me lembradoidsso porque não tenho considerado esses pontos no meu processo. Sendo pra lá de conservador, minha esposa e eu conseguimos os 57 pontos para a entrevista:

    Requerente Principal: 13 pontos de mestrado + 0 de domínio de formação  + 9 de experiência (CNP 0/A) + 18 da idade + 4 de francês (Débutant) + 6 de inglês = 50 pontos.

    Esposa: 3 pontos de formação + 0 de domínio de formação + 1 de experiência + 1 de idade + 2 de francês + 0 de inglês = 7 pontos.

    Como para passar pela etapa de exame preliminar devemos ter 60 pontos, nossos filhos entram com 4 pontos cada. Logo, passamos por essa etapa com 65 pontos… Como o mínimo para obtenção do CSQ são 68 pontos após a entrevista, se não me engano, nosso projeto de imigração deverá nos dar, no mínimo, 2 pontos. Pode ter certeza que estamos trabalhando para conseguir muito mais que isso!

    Não apenas para aqueles que se interessaram em como fazer os cálculos mas para todos que desejam imigrar, recomendo a leitura do Guide des Procédures d’Immigration, disponível em www2.publicationsduquebec.gouv.qc.ca Um quadro resumo dos pontos está em http://www2.publicationsduquebec.gouv.qc.ca/dynamicSearch/telecharge.php?type=7&file=GPI_3_1_Annexe_2.pdf

    À bientôt!

    MRodolfo

    em resposta a: Graduado há mais de 5 anos #21850
    mrodolfo
    Participante

    EduFeroz, bonjour!

    Grosso modo, o critério de pontos você apenas ganha pontos por possuir algo que os interesse mais, nunca os perde…

    Os pontos que você recebe no “quesito” formação vêm em primeiro lugar do diploma mais elevado que você possui: um mestrado, por exemplo, vale 13 pontos e isso independe do domínio de formação, que é o segundo item…

    Assim, no domínio de formação, serão atribuídos pontos para o curso que você fez. Por exemplo, se você fez engenharia civil, receberá 5 pontos; se fez química ou estatística, receberá 12 pontos. A lista completa está nesse site: http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/publications/fr/divers/liste-formation.pdf . Você ainda ganha pontos pelo tempo que você atuou na sua área de formação…

    Já com relação à experiência total, vale o que está no seguinte site: http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/fr/immigrer-installer/travailleurs-permanents/demande-immigration-general/conditions-requises/lexique.html . Aí, para saber se você vai ganhar pontos pela sua experiência total, você consulta a Classification nationale des professions (CNP) em http://www23.hrdc-drhc.gc.ca/

    Ça va? Au revoir!

    MRodolfo

    em resposta a: Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas!! #21848
    mrodolfo
    Participante

    Gili, bonjour!

    Na avaliação on line, comece colocando o de tecnólogo. Será o seu maior “grau”. Quanto ao tempo, faça as contas: 8 anos de fundamental + 3 anos de médio + 2 anos de tecnologia = 13 anos. Simples assim.

    À bientôt!

    MRodolfo

    em resposta a: Engenheiros #21699
    mrodolfo
    Participante

    Maurício, ça va?

    Vou me intrometer na pergunta que você fez ao Amorim e expor o quê entendi até o momento:

    1- Qualquer certificação internacional é válida e PMP é uma delas. Você já fez pesquisas nos sites e verificou o qual tipo de vaga pede tal certificado?

    2- Só o Amorim pode responder!

    3- Recomendo acessar o site da OIQ (http://www.oiq.qc.ca). Lá há uma indicação de que 5 anos de experiência comprovada em dossier detalhado pode excluir um exame, no máximo; Acima de 10 anos, 2 exames, no máximo.

    Quanto aos filhos, esse é o meu maior medo… O resto sei que tiramos de letra, mas a insegurança é grande. Como pretendo imigrar no verão de 2009, temos um pouco de tempo para a família toda se planejar. Atualmente apenas minha esposa e eu estudamos francês. Ano que vem, meu filho mais velho, Lucca, de 6 anos, estudará pelo menos uma hora por semana, já que ele é alfabetizado….

    À bientôt!

    MRodolfo

    em resposta a: Engenheiros #21659
    mrodolfo
    Participante

    Amorim, merci! Estamos todos no mesmo barco, atrás do mesmo sonho…

    Ontem submeti o resumo do artigo que pretendemos apresentar no congresso da sociedade canadense de engenharia civil. A construção do sonho é feita por etapas e essa foi mais uma.

    À bientôt!

    MRodolfo

    em resposta a: Engenheiros #21624
    mrodolfo
    Participante

    Alok,

    Quando imigramos não podemos ter em mente que mudaremos o país para onde vamos, mas sim que seremos mudados por ele.

    Para se ter uma idéia de como fazer para obter uma licença de trabalho em Ontario, recomendo o acesso ao site http://www.peo.on.ca/ . Essa é a “ordem dos engenheiros” de lá: Professional Engineers Ontario. Lá há o acesso para licenças temporárias… Acesse e verá que é possível sim trabalhar como engenheiro em outra província sendo membro da OIQ. Pode dar trabalho, mas não é impossível.

    Amorim,

    Obrigado pela sua resposta. Diferentes pontos de vista são sempre importantes.

    À bientôt, mes amis!

    MRodolfo

    em resposta a: Engenheiros #21585
    mrodolfo
    Participante

    Amorim, salut!

    Muito importante o seu relato! Algumas coisas não entendi muito bem e gostaria que você me explicasse melhor, s’il vous plaît:

    – Você fez equivalência do seu diploma para técnico (ou tecnólogo) na OIQ ou no MICC?
    – Quais foram as disciplinas que você terá que cursar para conseguir o diploma canadense?
    – Só para termos uma idéia, em qual faculdade você se formou? Pergunto isso porque as faculdades brasileiras seguem o modelo alemão de escola de engenharia, que formam o engenheiro pleno, com pouquíssimas restrições em suas áreas de atuação. Isso costuma ser um facilitador na hora de se conseguir equivalência de estudos…
    – Você procurou por auxílio nas ONGs que apoiam os engenheiros recém-chegados, como a RIRE 2000, em Ville de Québec, ou AMPE, em Montréal?

    Tenho outras mais, mas vou conter minha ansiedade… Volto a ressaltar que seu relato é muito importante pois vai contra aquilo que outros engenheiros têm postado en seus blogs: alguns começaram o processo de validação ainda no Brasil e estão se preparando para as provas da ordem, outros iniciaram o processo no Québec e já fizeram as provas da ordem, mas nenhum dos quais encontrei falou em voltar aos bancos escolares para poder exercer a engenharia no Québec.

    Mon ami, bonne chance! Também sou engenheiro civil e pretendo ir a um congresso em junho de 2008, se meu artigo for aceito (isso me lembra que o dead-line para o resumo é na próxima segunda!). Quem sabe nos encontramos em breve!

    À bientôt!

    MRodolfo

    em resposta a: Engenheiros #21403
    mrodolfo
    Participante

    gcarlos, bon jour!

    Para o aproveitamento de disciplinas, você precisará contatar diretamente a universidade onde você quer concluir o curso de engenharia. Peça à FEI seu histório escolar e a ementa das disciplinas cursadas e traduza tudo para o francês ou inglês (vejao idioma com a universidade). Peça a mesma coisa à FATEC.

    Seu diploma de tecnólogo serve para muita coisa, pois até onde entendi, não há registro em ordem profissional para os tecnólogos, assim, você pode trabalhar na área tão logo seu diploma da FATEC seja validado pelo MICC.

    Quanto à quantidade de faculdade de engenharia, não são tantas assim. Decida em qual idioma você vai querer concluir seus estudos – inglês ou francês – e BONNE CHANCE!

    Salut!

    MRodolfo

    em resposta a: Periódico Métro de Montreal #20886
    mrodolfo
    Participante

    Bonjour, mes amis!

    Além do jornal Metro, tenho lido alguns outros que são disponibilizados no portal http://www.cyberpresse.ca . São muitas notícias diariamente publicadas que são relacionadas à imigração. Por exemplo, já tem gente querendo elevar a cota de imigrantes de 46M para 60M e várias discussões acerca do baixo orçamento para francização.

    Salut!

    MRodolfo

    em resposta a: Engenheiros #20876
    mrodolfo
    Participante

    Bonjour, mes amis!

    No jornal Metro de hoje (19/09/2007) tem uma matéria sobre a profissão de Ingénieur Civil e Technicien en Génie Civil. Vale a pena dar uma lida, pois aponta para grades perspectivas na profissão.

    O link para o jornal de hoje é http://metropoint.metro.lu/20070919_Montreal.pdf . A matéria está dentro do caderno especial de emprego-formação.

    Au revoir!

    MRodolfo

    em resposta a: DÚVIDA – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL #20875
    mrodolfo
    Participante

    Carol, bon jour!

    Você receberá pontos pelo seu diploma de curso superior e também pelo seu domínio de formação – http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/publications/fr/divers/liste-formation.pdf

    Quanto à experiência total, contam-se os pontos de acordo do o nível do trabalho executado. No site http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/fr/immigrer-installer/travailleurs-permanents/demande-immigration-general/conditions-requises/lexique.html tem algumas informação:

    “Expérience professionnelle
    Expérience reconnue
    Les expériences de travail du candidat travailleur qualifié doivent avoir été acquises :
    au cours des cinq années précédant la date de dépôt de la demande de certificat de sélection
    dans une profession de niveau de compétence supérieur à « D » au sens de la Classification nationale des professions (CNP)
    légalement dans le pays concerné.

    Les expériences suivantes, qui respectent les conditions précédentes, sont reconnues :

    celles acquises à temps plein ou à temps partiel dans des emplois rémunérés
    les stages de travail effectués à temps plein ou à temps partiel en cours d’apprentissage, de formation ou de spécialisation sanctionnés par un diplôme, qu’ils soient rémunérés ou non.
    Inadmissibilité des professions de niveau de compétence « D »
    L’expérience professionnelle acquise dans des professions de niveau « D » au sens de la Classification nationale des professions (CNP) n’est pas admissible. Les professions de niveau « D » sont celles qui comportent habituellement une brève démonstration du travail ou une formation en cours d’emploi ou celles qui ne requièrent aucune exigence scolaire particulière.

    Stage
    Il s’agit de l’expérience acquise :

    à temps plein ou à temps partiel
    dans le cadre de stages rémunérés (pour les stages non rémunérés sanctionnés par un diplôme, l’expérience doit être acquise en cours d’apprentissage, de formation ou de spécialisation)
    durant les cinq années précédant la date du dépôt de la demande de certificat de sélection. “

    A CNP pode ser encontrada em http://www23.hrdc-drhc.gc.ca/

    Ça va? Au revoir!

    MRodolfo

    em resposta a: os critérios estão mudando devo manda logo meus documentos? #20839
    mrodolfo
    Participante

    Bonjour, mes amis!

    Não creio que os critérios em si estejam mudando. Penso, sim, que eles se tornaram mais rigorosos em alguns critérios subjetivos e a capacidade de se comunicar verbalmente em francês é um deles.

    Temos que ter em mente que o MICC possui um orçamento plurianual. Na minha opinião, os gastos com a francização está ficando um pouco elevado. Tenho lido em alguns blogs que pessoas que não se consideram avançadas no francês estão sendo classificadas dessa maneira e, assim, estudam menos tempo de francês quando estão na francização. Outra maneira de reduzir esses gastos é filtrar com um índice mais elevado quem ainda vai fazer a entrevista e nesse momento a avaliação de nossa capacidade de comunicação é totalmente subjetiva; estamos nas mão do entrevistador.

    Reparem nos posts sobre pontuação o quanto que a fluência na língua é importante para o demandante principal. Postei, logo após a palestra de agosto em SP, minhas obervação acerca da mudança de discurso do MICC: em junho bastava-se a matrícula no curso de francês para se iniciar o processo; em agosto, muito foi falado sobre o mínimo de 150 horas. Tudo, ainda assim, é muito ambíguo nesse assunto…

    Coloco, abaixo, uma matéria com a Soraia Tandel publicada na edição de 14/09/2007 da newsletter Carreira & Sucesso, do grupo Catho. Os grifos são meus…

    À bientôt.

    MRodolfo

    Oportunidades

    BRASILEIROS NA MIRA DO MERCADO DE TRABALHO INTERNACIONAL



    Viviane Macedo

    O interesse de outros países em profissionais brasileiros tem aumentando com o passar dos anos, e esse olhar de fora é promissor. Já são muitas as vagas destinadas para imigrantes e muitos países dão prioridade aos brasileiros na seleção.

    Québec, no Canadá, é um exemplo de mercado que abre portas aos profissionais brasileiros. A província, que recruta cerca de 45 mil imigrantes todos os anos, tem tanto interesse na mão-de-obra nacional que envia sistematicamente representantes ao Brasil para caçar talentos. Com poucos habitantes e uma taxa de natalidade muito baixa, o governo de Québec decidiu buscar profissionais qualificados em outros países para dar continuidade à sustentação da economia e do mercado locais.

    A Austrália também tem um programa muito parecido para recrutar imigrantes. Com um território bastante extenso e uma população de apenas 21 milhões de habitantes – quase a metade da do Estado de São Paulo -, a demanda do mercado de trabalho local não consegue ser suprida e o país necessita buscar talentos no exterior. E os profissionais brasileiros se destacam naturalmente, graças à simpatia, à capacidade de adaptação e à facilidade de aprendizado.

    CONHECENDO UM POUCO MAIS DE QUÉBEC

    Apesar de estar sempre aberto à imigração e buscar ativamente estrangeiros, Québec realiza um processo criterioso de seleção, pois não são todos os perfis que se encaixam às necessidades da província. Um pré-requisito fundamental para conseguir o visto é o conhecimento de francês, o idioma local.

    O Canadá tem dois idiomas, mas cada província tem autonomia para escolher o seu. E Québec, por questões históricas, escolheu o francês para ser sua língua oficial. “O profissional precisa ter, no mínimo, 150 horas de estudo do idioma. Mas, se aprovado durante todo o processo, ele ganha do governo um curso de mil horas gratuitas para melhorar a fluência e, com isso, aumentar suas chances de empregabilidade na província”, afirma Soraia Tandel, agente de imigração de Québec.

    A região canadense está à procura de profissionais jovens, preferencialmente até 35 anos de idade. O estado civil não influencia na possível aprovação do imigrante, assim como o fato de ter ou não filhos. Mas é indispensável que ele tenha os estudos concluídos e experiência profissional em seu país de origem.

    Todos os requisitos que formam o perfil ideal para a imigração têm um motivo importante: o profissional que consegue entrar em Québec exerce a profissão em que se formou e atuou – por isso ele precisa ter fluência e dominar a língua local. “A idéia é trabalhar na área mesmo, e não ir para ser faxineiro ou coisas do tipo. A proposta não é lavar chão, limpar prato. É trabalhar com a profissão. Por isso o profissional precisa estar enquadrado no perfil”, explica Soraia.

    CONSTANTE ASSISTÊNCIA

    Segundo Soraia, Québec financia uma série de ONGs – Organizações Não-Governamentais especializadas em Recursos Humanos para ajudar o imigrante a ingressar no mercado de trabalho mais rapidamente: “Cada imigrante tem um serviço de apoio, às vezes individual, às vezes em grupo, para elaboração de currículo, elaboração de carta de apresentação, identificação das empresas que estão contratando, ateliê sobre mercado de trabalho, sobre como passar numa entrevista. Então ele chega na província desempregado, mas não fica sem assistência, ele recebe tudo isso até conseguir um emprego”, garante.

    O governo também oferece escola, até o ensino médio, e sistema de saúde gratuitamente.

    COMO ACONTECE O PROCESSO PARA QUÉBEC

    Tudo começa com uma palestra, onde é apresentada a idéia do programa. A agente de imigração fala como acontece o processo e explica quem está habilitado a participar. Depois da palestra e do recolhimento de todas as informações necessárias, o interessado deve estudar francês. Durante o curso ele já pode providenciar todos os documentos e preencher os formulários, que estão descritos no site de Québec .

    O próximo passo, já com 150 horas de estudo do francês concluídas, é uma entrevista de seleção, que dá aos aprovados o Certificado de Seleção de Québec – CSQ, documento oficial que atesta que ele está sendo selecionado. Já com o certificado em mãos, o interresado na imigração precisa entrar em contato com o consulado do Canadá em São Paulo (SP) para solicitar o visto. O processo de seleção conta ainda com verificação de antecedentes criminais e exames médicos, para averiguar o histórico de saúde do candidato. Todos os processos envolvem taxas e os valores podem ser conferidos no site da província.

    O PROGRAMA DA AUSTRÁLIA

    A Austrália também tem um programa que recebe imigrantes do mundo inteiro todos os anos. Em 2007, por exemplo, 110 mil vistos serão concedidos. O país, que vive um quadro adverso com relação ao crescimento da população, não consegue dar conta da demanda do mercado de trabalho e também vai buscar profissionais qualificados no exterior para preencher suas vagas.

    Apesar de selecionar profissionais de diversas partes do mundo, a Austrália tem dado grande atenção aos brasileiros e já atraiu muita mão-de-obra daqui.

    O PERFIL

    A Austrália faz todo o seu processo por um sistema de pontos – a pontuação do candidato determina se ele será aprovado ou não no programa. “O governo vai dar mais pontos para quem é mais jovem, para quem fala mais inglês, para quem tem mais experiência. Esse sistema de pontos restringe bastante e segmenta melhor o perfil do profissional que o país procura”, explica Érica Carneiro, diretora da Visacorp – agência de imigração australiana.

    O profissional precisa ter, no máximo, 44 anos, falar inglês em nível intermediário (com bom nível) e ter trabalhado, no mínimo, um ano dos últimos dois anos.

    EM ALTA

    A Austrália recebe profissionais de todas as áreas, mas a necessidade do mercado de trabalho local varia. Hoje, por exemplo, as atividades que estão em alta são Contabilidade; Tecnologia da Informação; Engenharias Civil, Mecânica, Elétrica e de Mineração; Terapia Ocupacional, Gastronomia e Psicologia. “Há muitas outras áreas, mas que hoje oferecem menos chances”, afirma Érica.

    O PROCESSO

    A Visacorp é uma empresa registrada só de imigração australiana e presta serviços para pessoas que pretendem entrar no programa. Seu primeiro trabalho é analisar se o profissional tem chances de ser bem-sucedido no processo. “Muita gente se equivoca com a Lei, porque ela é complexa e ambígua. O profissional pensa que pode pedir o visto, gasta dinheiro, dá entrada e ele é recusado. Nós fazemos uma análise do caso da pessoa e dizemos a verdade, se há ou não chances, para só depois darmos início aos trâmites”, conta Érica.

    Se após essa primeira avaliação for identificado que a pessoa tem chances de ser aceita, ela fecha contrato com a agência, recebe uma lista com todos os documentos necessários e aguarda a resposta do governo da Austrália. Mais informações sobre o processo podem ser conferidos no site da Visacorp .

    SEM A AGÊNCIA

    O profissional interessado em imigrar para a Austrália pode também fazer esse processo sozinho, seguindo as instruções disponíveis no site do governo do país. Porém, quem fizer essa opção deve estar ciente de que não terá a mesma orientação. “Quando o profissional contrata uma empresa, ele tem um processo muito mais rápido, porque a agência já sabe o que ele precisa e como proceder da melhor forma, tomando as providências necessárias para conseguir o visto. Com a Visacorp, por exemplo, num período entre nove meses e um ano o profissional já está com o visto na mão”, afirma Érica.

    ELES ACEITARAM O DESAFIO NO CANADÁ

    Preocupados com a violência de São Paulo e dispostos a encarar novos desafios profissionais, Bianca e Odimar Tomazeli decidiram mudar do Brasil. O casal ainda não tinha um caminho traçado, então começou as pesquisas para conhecer um pouco mais sobre outros países. A princípio, Bianca queria ir para os Estados Unidos, mas o marido não concordava com a idéia. Foi quando conheceram uma pessoa que morava no Canadá havia 25 anos. Conversando com ela sobre o país, os dois ficaram bastante animados. “Simplesmente me apaixonei pela idéia de morar em Montreal e, a partir daí, começamos a procurar informações sobre a imigração, que não era tão fácil quanto hoje, e nos preparar para mudar de país”, conta Bianca.

    Ambos são profissionais de informática e estão trabalhando na área. Eles garantem que fizeram a melhor escolha e não têm vontade de voltar a morar no Brasil. “Eu estive no Brasil em dezembro de 2006 e deu pra sentir na pele a diferença. Acho que a tranqüilidade de você poder andar na rua às 3h da madrugada sem ter medo é algo que não tem preço”, diz Odimar.

    Sobre a realização profissional, os dois são unânimes: estão completamente realizados, felizes com a carreira e curtindo cada minuto. “Minha experiência está sendo ótima. Eu trabalho num ambiente bilíngüe, francês e inglês, o tempo todo, jamais me imaginei num cenário assim”, declara Odimar. E para Bianca a realização é a mesma. “Estou adorando essa experiência. Nunca achei que conseguiria chegar no nível que estou hoje”, finaliza.

    em resposta a: Periódico Métro de Montreal #20676
    mrodolfo
    Participante

    Bonjour, mes amis!

    Reportagem de capa do jornal Metro de hoje, em Montréal.

    À bientôt!

    MRodolfo

    Étude sur le chômage
    Les immigrants touchés durement à Montréal

    MATHIAS MARCHAL
    marchalm@metronouvelles.com

    ÉTUDE. Si le chômage touche beaucoup plus les immigrants de façon générale au Canada, Montréal brille particulièrement par ses mauvais résultats. Dans la métropole, les immigrants très récents (arrivés entre 2001 et 2006) connaissent un taux de chômage de 18,1 %. C’est trois fois plus que les Montréalais nés au pays, selon une enquête de Statistique Canada publiée hier. En comparaison, le même taux est de 11 % à Toronto et 9,6 % à Vancouver. La moyenne canadienne se situe à 11,5 %.

    »En 2006, le marché du travail
    était peu actif à Montréal», explique Christel Le Petit de Statistique Canada. De plus, les immigrants montréalais auraient plus tendance à suivre des études une fois arrivés au pays, ce qui diminuerait leur taux d’emploi, d’après Statistique Canada. Si la situation des nouveaux arrivants s’améliore avec le temps (le taux de chômage baisse après plus de cinq ans de présence), les immigrants sont tout de même plus touchés par le chômage que la population née au Canada (7,3 % contre 4,9 %).

    Pour expliquer ce décalage, Statistique Canada invoque le temps nécessaire à l’adaptation, le manque d’expérience, le manque de reconnaissance des diplômes acquis à l’étranger et la barrière linguistique. L’organisme ne fait pas mention des cas de discrimination raciale à l’embauche.

    En 2006, la Commission des droits de la personne a traité 70 cas de discrimination raciale à l’embauche. Des dossiers comme celui de Kamal El Batal. Ce Québécois d’origine marocaine avait pris en flagrant délit la Coopérative fédérée agricole du Québec qui avait dû lui verser 15 000 $. Il avait dû indiquer le nom de Marc Tremblay sur son
    C.V. pour qu’il reçoive enfin une réponse positive à son quinzième dépôt de candidature.

    Parmi les secteurs les plus ouverts à la main-d’oeuvre immigrante se retrouvent la fabrication, les ventes, les services et les sciences naturelles appliquées.

    Les immigrants sont plus qualifiés, 36 % des 25-54 ans disposent au moins d’un baccalauréat, contre 22 % pour leurs homologues nés au pays, selon Statistique Canada.

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