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13 de julho de 2011 às 15:18 em resposta a: Mudança endereço entre envio de documentos e entrevista #45930
mrodolfo
ParticipanteMande uma carta registrada. Penso ser a melhor maneira de se comunicar com o BIQ ou o Consulado…
mrodolfo
ParticipanteA tabela que você procura encontra-se no Guide des procédures d’immigration. É só digitar isso aí no Google que ele aparece… :alright:
mrodolfo
ParticipanteChers amis,
Acabei de receber um e-mail da OIQ informando que passei no meu último exame. Deve, dentro de duas semanas, receber o formulário para minha inscriçao e devido pagamento das taxas…
Salut,
mrodolfo
ParticipanteJane,
O meu processo levou 6 meses após a abertura, que era o prazo que informavam na época.
A avaliaçao demora mesmo pois os agentes tem que avaliar o conteúdo de cada curso e depois passar por uma verificaçao por um segundo agente.
Quando troquei o endereço, a pessoa que me atendeu no MICC de Québec me disse que os tempos de processamento sao maiores para os pedidos de Montréal em funçao da quantidade de processos a tratar e que em Québec o tempo é um pouco menor.
mrodolfo
ParticipanteO reembolso é avaliado caso-a-caso pelo oficial do emploi québec. Ele vai te pedir a fatura do tradutor (daqui do Québec, óbvio, pois para a évaluation comparative TEM que ser membro da ordem).
mrodolfo
ParticipanteAlguns acertos…
Se vale a pena fazer ou não? Depende de cada caso. Eu fiz e não utilizei até o momento, mas a ordem dos CMA (que me interessa muito) pede.
Não penso haver priorizaçao para quem já está aqui. Eu iniciei a minha no Brasil e ao chegar apenas mudei o endereço. Os prazos independiam de onde a pessoa morava…
mrodolfo
ParticipanteLeon’s
mrodolfo
ParticipanteSANDROMS, eu nao diria que é impossível a validaçao de um diploma de médico no Canadá. Diria que o processo é muito mais árduo e que requer um planejamento de médio prazo muito mais detalhado do que aqueles que fazemos nós que procuramos fazer parte de uma outra ordem profissional.
Afinal de contas, conheci um médico brasileiro que estava validando seu diploma por aqui já há dois anos…
mrodolfo
ParticipanteComplementando aquilo que a janeneves e o Carlos colocaram, é difícil prever quais serão as decisões do MICC em matéria de profissões. Digo isso pois há cinco, sete anos, o MICC pregava a falta de engenheiros e hoje existem diversos imigrantes engenheiros no mercado e as universidades locais começam a despejar seus próprios formandos. Prevejo que o mesmo vai acontecer com a área da saúde nos próximos anos.
Como a imigraçao para você é uma possibilidade e nao um fato, estude aquilo que você gosta. Mais para frente, após formado, você faz os ajustes necessários para obter o sucesso por aqui.
Bonne chance,
mrodolfo
Participante1- Passei dois meses chegando na Berri-UQAM depois das 23:00, aos domingos e nunca tive problemas; é feia como toda rodoviária…
2- Ando sempre de metro e onibus e nunca vi nada que me parecesse absurdo;
3- Nunca entrei nesse Dollarama a Berri…mrodolfo
Participantenilian,
Pegue na internet o Guide des procédures d’immigration e verifique quantos pontos você teria de acordo com os documentos que você enviou. Os únicos pontos de dúvida que podem surgir são os referentes aos idiomas, mas dá para se ter uma boa ideia.
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteNao sei dizer… Será que os pontos que você conseguiria com mais cinquenta horas de francês seriam suficientes? Você já fez as contas de quantos pontos você teria pelo Guide des Procédures d’immigration?
No mais, pede uma carta do professor atestando as horas que o teste de AF diz que você teria e manda bala…
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteA única pessoa que eu me lembro que esteve por aqui enquanto aguardava o Federal é do Mauro Repacci (acho que é assim o nome dele). Vale a pena pesquisarem sobre os posts dele e ler suas estórias.
No mais, antes era mais fácil de se planejar, pois o Federal levava no máximo 10 meses… Como se planejar agora? Quantos meses ficariam por aqui e ainda como turistas? Já pensaram em estudar como alunos estrangeiros nas universidadades (e pagar mais por isso)?
Aproveitem o tempo de Brasil para curtir as pessoas mais próximas pois nunca sabemos quando teremos condiçoes de voltar a vê-las. Planejem seus primeiros passos por aqui (e nao estou dizendo que vais tirar o NAS em tal lugar, a Assurance Maladie fica em tal estaçao!). Ter objetivos claros a perseguir nos primeiros meses ajuda muito a adaptaçao.
Bon courage!
13 de junho de 2011 às 19:04 em resposta a: Dicas de escolas primárias e secundárias em Montreal #45446mrodolfo
Participante@berlota wrote:
Lendo isso acho que não precisamos esperar o final da 5a série aqui no Brasil, ela já está estudando francês aqui no Brasil/RS, damos uma reforçada na matemática e juntamos as malas!! Depois ela pode até recuperar quando estiver falando bem o francês.
Por experiência própria, posso afirmar que estão fazendo um ótimo investimento!
Chegamos aqui há 10 meses, em agosto de 2010, em função do novo ano escolar. Não queríamos que nossos filhos chegassem após o início das aulas para que eles não se sentissem mais deslocados do que já se sentiriam (não dá para evitar!). O Lucca fez um ano e meio de aulas de francês, em torno de uma hora por semana. Ele reiniciou o quarto ano por aqui e o fato de saber falar algumas coisas e compreender muitas outras supreendeu a todos na escola! Hoje, no final do ano escolar, tenho certeza que ele tem um vocabulário melhor que o meu! Detalhe, escolhemos morar na bacia de uma escola que não tem classe de accueil, então ele e a Julie foram direto para a classe regular, com aulas de francisação em horários específicos individualizados.
A Julie, por ser menorzinha, fez apenas seis meses de francês no Brasil, o que a ajudou a conhecer um pouco os fonemas e a não estranhar tanto o novo idioma. Ela teria idade para iniciar o ano letivo no segundo ano (ela fez 7 anos em setembro) mas a diretora achou melhor que ela terminasse o primeiro ano, pois ela aprenderia a ler e a escrever no novo idioma. Essas decisões foram tomadas em comum acordo entre ela e nós e a diretora ainda nos tranquilizou e nos informou que, caso ela tivesse a Julie apresentasse um descasamento entre a idade e o ano escolar ela poderia ser realocada no segundo ano, fato que não foi necessário. Hoje, a Julie lê muito bem em francês (e em português pois contuamos com muito material para ambos em casa), escreve da mesma maneira (tem acertado tudo nos ditados que faz) e começa a se esquecer como nomear algumas coisas em português.
Na minha opinião, se puderem chegar no início do ano letivo, ou seja, antes de setembro, é melhor para a adaptação das crianças nessa idade de 10 ou 11 anos.
Bonne chance!
mrodolfo
ParticipanteEu continuo achando que as outras províncias nao tem o menor interessem nos imigrantes selecionados por Québec. Como todos sabem o quanto o processo de seleçao é falho, haja vista as mudanças previstas pelo MICC no que diz respeito ao conhecimento do francês, o imigrante por muitas vezes escolhe imigrar direto para uma outra província (vejam as outras discussões aqui na CBQ). Isso não é exclusividade do brasileiro…
A equação é fácil de balancear: o Québec quer cada vez mais imigrantes (já que não consegue retê-los – vejam as estatísticas!), então emite CSQs aos baldes; o Canada quer cada vez menos imigrantes, então ele cria listas restritas de profissões para o processo federal simplificado e, como é o dono da caneta, dá uma enrolada na concessão dos vistos.
Continuo achando que o próximo passo a ser tomado é fazer valer a declaração de intenção de viver no Québec que todos nós assinamos, afinal de contas, aquilo não é apenas mais um papel a juntar no dossier…
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