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mrodolfo
ParticipanteEU entendo que valem as regras em vigor no momento da mudança, pois seria como uma nova demanda (reitero que é meu entendimento) do GPI:
“Lorsqu’un conjoint est ajouté à la demande d’un requérant principal après la
délivrance du CSQ, le fonctionnaire à l’immigration doit réévaluer la demande
en utilisant la grille de sélection avec époux ou conjoint de fait, en prenant soin
d’effectuer ce changement dans le dossier informatique du candidat. La
demande d’ajout doit être traitée aussi rapidement que possible pour ne pas
retarder le processus de délivrance du visa de résidence permanente.
L’application de la grille de sélection avec conjoint est susceptible de modifier la
décision d’acceptation prise initialement.”Melhor entrar em contato com o BIQ e se informar melhor.
mrodolfo
Participantewilson,
Você consegue juntar todos os documentos e as traduções necessárias para dar enviar o processo no começo da semana que vem, ou seja, antes do dia 01-04-2012?
Se sim, pode ser que valha a pena, pois você vai economizar uma bela grana, já que, a partir dessa data, o custo do processo vai aumentar uns 75%.
Se não, espera, fazer o quê? ;-)
Estando no grupo 1, você não é impactado pela cota de 14 300 DSCs…
Bonne chance,
mrodolfo
Participantemrodolfo
ParticipanteMuito bom, Camila. Parabéns ao dois!
mrodolfo
ParticipantePara saberem o que vem a ser um “Diploma do Québec”, vejam a página 28 do GPI:
http://www2.publicationsduquebec.gouv.qc.ca/dynamicSearch/telecharge.php?type=7&file=GPI-3-1.pdf
Não vou repetir tudo o que está escrito. Grosso modo, é aquilo que o MarcosAlvim e o Sandro colocaram: diploma emitido pelo MELS, diploma emitido pelo ministério da educação de outra província canadense.
Uma colocação interessante à qual nunca tinha me dado conta diz respeito ao fato do diploma do candidato poder ser considerado como diploma do Québec caso ele já tenha sido validado pelo organismo regulamentador da profissão. Isso se mostra interessante para aqueles candidatos com uma idade maior e que perdem pontos em função disso ou para aqueles que querem fugir da fila dos 14300.
Por exemplo, um engenheiro civil brasileiro que queira fugir da fila deveria fazer todo o processo da OIQ e obter o seu “permis d’ingénieur junior”. Assim, ele seria considerado como diplomado no Québec. Esse, inclusive, é o caso relatado no GPI (página 29, úlitmo tópico e continuação na página 30).
Estudem o GPI e façam como os advogados: procurem brechas nas regras!
Notem que um diploma de um ano em tempo integral num CEGEP vale como diploma do Québec, incluindo o CEGEP à distância.
Como sempre, o GPI deve ser o livro de cabeceira para quem está iniciando no processo.
Bonne chance à tous!
mrodolfo
ParticipanteRafael,
Com relação às 150 horas, elas representam o fim do curso básico de françês, que normalmente é composto por 3 livros de 50 horas cada. Com esse conhecimento (básico) você conseguiria manter uma nível razoável de conversação.
Já no tocante ao trabalho, nada te impede de fazer um trabalho voluntário na sua área que depois possa ser considerado com uma primeira experiência por aqui.
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteQuem é concursado ainda tem a facilidade de pedir uma licença sem vencimentos e se não gostar voltar e ter sua vida de volta…
Essa é uma excelente maneira de imigrar e fazer o test drive com mais calma… Se gostar, pede exoneração. Se não gostar, voltar no mínimo com uma experiência diferente…
mrodolfo
ParticipanteMarcosAlvim,
Essa pós não lhe trará pontos extras e se você quer trabalhar como professor por aqui, deve, sim, preencher o formulário em questão.
Abraços,mrodolfo
ParticipantePode-se apadrinhar irmãos menores de 18 anos desde que sejam órfãos e solteiros.
Você ainda pode adotá-lo e ele passa a ser seu filho.
mrodolfo
ParticipantePós-graduaçao latu sensu nao dá ponto. Apenas mestrado ou doutorado.
mrodolfo
ParticipanteComo programador, você nao deve encontrar problemas em se inserir no mercado. Agora, sua companheira, como bióloga…
mrodolfo
ParticipantePara calcular as deduçoes na fonte, recomendo a seguinte página:
http://impot.net/fr/entreprises/das/index.html
Abraços,
mrodolfo
ParticipanteEsse apartamento está bem longe de Ste-Foy… Está na divisa de Montcalm com St-Sacrement… Tudo bem que está no chemin…
O lugar é bem legal, com muito comércio por perto, um hospital que falam bem…
Se você for para Ste-Foy mesmo, deve encontrar bails mais em conta… Eu pagava 870$ num 4 1/2 enquanto morei lá…
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteEu mudei de Québec para Ste-Julie em setembro do ano passado. Das pesquisas que fiz, nao valia a pena contratar uma empresa de mudança.
Aluguei um caminhao baú na U-Haul. Peguei-o em Québec e o devolvi em Longueil. Chamei um amigo para me ajudar com as coisas.
É importante saber que os valores gastos com mudanças para ficar mais perto do trabalho ou estudo podem gerar créditos nao-reembolsáveis de imposto de renda, tanto federal quanto provincial.
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteHervé,
Você já está mais do que aculturado com o Brasil, meu cumpadi! :lol:
Já te disse pessoalmente, mas digo de novo: boa viagem na semana que vem! Se der certo, daremos um pulinho em Québec para vê-los!
Voltando ao assunto, hoje, no grupo, penso que apenas o Fabrício é um ex-imigrante que participa ativamente dos fora (plural de forum, antes que me crucifiquem…).
Penso que ele apresenta muito bem como, mesmo com todo planejamento feito com antecedência, as coisas podem mudar de lado e a questão de imigração deixa de ser viável para alguém.
Concordo, ainda, plenamente com as palavras do Hervé de que, quando temos filhos envolvidos, tudo fica muito mais difícil. Não apenas o vir para cá, mas também o voltar para lá. Nós (minha família) imigramos pensando em buscar um lugar onde nossos valores pessoais (e por consequência, de nossos filhos) fossem próximos aos valores da sociedade em geral. Encontramos isso aqui e estamos muito contentes nesse aspecto. Por outro lado, apenas para exemplificar, não temos médico de família, ainda…
Como também bem o disse o Sandro, cada um sabe onde doi o calo. Não se deve condenar quem imigra e depois retorna, nem deve-se crucificar quem retorna e depois imigra de novo. O conceito de felicidade é muito subjetivo e espero que todos encontrem a sua.
Abraços,
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