Respostas no Fórum
-
AutorPosts
-
mrodolfo
Participanteveterinaria,
Penso que o Québec fechou as portas para você, ao menos no tocante à imigração econômica, como trabalhadores qualificados. Antes de pensar em vir para cá estudar e tudo mais, avalia como será o seu ingresso na ordem que regula sua profissão.
Pode ser que ir para uma universidade, fazer um doutorado, dê a vocês condições de aplicar por um outro processo federal.
mrodolfo
Participante@wilsons wrote:
… notem que o texto deixa em evidência que isso vale para profissões regulamentadas. O texto não fala nada sobre profissões não regulamentadas.
wilsons,
Me preocupei em verificar isso e o GPI diz claramente que isso vale para as profissões de exercício exclusivo, como engenheiros, e para aquelas de título reservado, que é o caso dos Adm. A. Veja a página 29 do GPI:
“Les ordres professionnels sont habilités, par règlement, à reconnaître une
équivalence de diplôme ou une équivalence de formation. Les points
correspondants à un diplôme du Québec sont accordés pour tout diplôme
ayant obtenu une reconnaissance d’équivalence de l’organisme de
réglementation concerné, et ce, indépendamment du fait qu’il s’agisse d’un
diplôme menant à l’exercice d’une profession à exercice exclusif, ou à titre
réservé.”Recomendo a todos lerem e relerem ao menos o primeiro capítulo do GPI.
E, novamente, é a minha interpretação.
mrodolfo
ParticipanteTambém não conheço nenhum, provavelmente pelos mesmos motivos.
Também nunca vi uma vaga que pedisse esse título…mrodolfo
ParticipanteGuilhermo,
Você não estaria escapando nem tampouco usando do jeitinho brasileiro para se safar. O candidato que estiver disposto a fazer isso estará se preparando de maneira melhor para o mercado de trabalho, arcará com custos que podem ser elevados e não necessariamente ele será aceito pelo sua ordem.
É um risco que cada um deve avaliar se vale a pena correr.
mrodolfo
ParticipanteExatamente,
A avaliação comparativa não serve para nada além de comparar os diplomas a seus pares quebequenses.
Legalmente, apenas as ordens profissionais podem equipará-los, para fins de exercício profissional e, por consequência, de imigração.
28 de março de 2012 às 13:57 em resposta a: Reconhecimento de diploma e equivalência dos estudos #51880mrodolfo
ParticipanteLuciana,
Você deve procurar a comparação no Anexo 4 do GPI:
Diplômes brésiliens : Diploma de tecnico em… (4 ans après 8 ans d’études primaires)
Niveau d’études au Québec : Secondaire
Correspondance québécoise : Secondaire 5 – formation générale; Diplôme d’études secondaires et Diplôme d’études professionnelles
Points à la grille : RP – 6 ou 10; Conjoint – 2Um técnico de segundo grau, assim como mencionou a gabi-infermière, é um DEP (foi assim que o meu diploma de técnico em edificações foi avaliado no processo junto ao MICC).
mrodolfo
ParticipanteAlinesp,
O fato de haver uma demanda numa profissão não quer dizer que eles estejam matando cachorro a grito.
Será que não é o seu “statut” de não-residente que está empacando as coisas? Será que você não está dando os passos para trás necessários para a adaptção? Ou mesmo, será que você não está dando passos demais para trás?
Há um ano atrás, quando comecei a trabalhar por aqui, dei dois passos para trás e procurei vagas em cujas atribuições era especialista, isso no meu plano B. No meu plano A, até agora, nada…
Hoje, já progredi na carreira e tive meu desempenho reconhecido. Estou apenas um passo atrás do nível hierárquico que deixei no Brasil.
Outro ponto que afugenta os empregadores pode ser o fato de estar fazendo toda a preparação para se tornar CA. As empresas não querem pessoas que vão ficar pouco tempo nas vagas por serem superqualificadas para elas. Se alguém contrata um comis comptable, é porque quer um comis comptable por muito tempo. Ouvi o seguinte de uma headhunter: “meus clientes não querem contratar um technicien en génie que vai se tornar ingénieur junior nos próximos anos; eles querem um technicien en génie por toda a vida!”.
Empresas pequenas pensam pequeno, até porque não podem pagar muito. Empresas maiores, com absoluta certeza, pensam grande e buscam planejar sua mão-de-obra no médio prazo. Nesse contexto, procurar trabalho nos grandes cabinets comptables pode ser a melhor pedida, nem que seja um estágio não-remunerado, apenas para ganhar a famosa experiência canadense.
Boa sorte e perseverança!
mrodolfo
ParticipanteMarcosAlvim,
Na avaliação comparativa do MICC não tem essa de OK ou não. Eles te enviam um documento que diz que o seu curso X no Brasil tem equivalência a um curso Y do Québec. Só isso.
Lembre-se que as traduções dos documentos devem ser feitas por aqui. Existem diversos tradutores que pegam trabalho pela net, a partir de documentos escaneados.
Penso que uma oportunidade começa a se abrir para aqueles do grupo 3!
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteMarcosAlvim,
No Québec existem profissões de exercício exclusivo (e títulação reservado) e profissões de titulação reservada. O link abaixo apresenta um pouco melhor quais são quais:
http://www.professions-quebec.org/index.php/fr/element/visualiser/id/65
No GPI, está indicado que qualquer uma dessas ordens profissionais (tanto aqueles que atribuem a permissão em uma profissão exclusiva ou um título reservado) está habilitada a reconhecer as formações e os pontos relativos a um diploma quebequense são atribuídos aos candidatos membros dessas ordens.
A questão é quanto morre para se tornar membro de uma ordem dessas.
No tocante à administração, estou mais a par dos requisitos necessários para se tornar membro da ordem dos CMA: dois anos de curso em tempo parcial (normalmente aos sábados) ao custo de CAD 23k.
Olhando o site da OAAQ, o caminho me parece ser mais fácil (e barato). A dureza vai ser esperar pela avaliação comparativa do MICC para enviar a demanda para o ordem (grosso modo, quase todas pedem isso); segundo o site do MICC, o prazo está em torno de 4 meses (http://www.immigration-quebec.gouv.qc.ca/fr/education/evaluation-comparative/delais-traitement.html).
Bonne chance à tous,
mrodolfo
ParticipanteNão se pegue ao nome do curso e sim àquilo que virá escrito no diploma/certificado.
Com isso, vá até o anexo do GPI que apresenta a tabela comparativa de formações e veja onde ele se encaixaria…
mrodolfo
ParticipanteValeu javabeats,
Mas ainda gostaria de entender esse mundo aqui no Québec…
Abraços,
mrodolfo
ParticipanteOi Carlos,
Nao é esse tipo de profissional, nao. Digo aqueles que sao empregados de empresas de consultoria, como a CGI por exemplo, e sao alocados em outras empresas.
Realmente gostaria de entender um pouco mais esse mundo… :lol:
Abraços,
mrodolfo
ParticipanteBem, nao sou de TI, logo posso ter a percepçao um pouco torpe do assunto…
A questao é que os candidatos preferem vagas nas consultoria e preterem vagas em empresas. Cito isto em funçao de trabalhar no RH de um banco e estarmos vivendo na pele essa penúria de mao-de-obra. Mesmo sendo considerado «Employeur de choix», ter bons benefícios e salários competitivos, o banco nao consegue atrair profissionais dessa área e se vê obrigado a contratar consultores para trabalhos nao consultivos.
Provavelmente, e isso é a minha leitura da situaçao, o status de consultor dá aos profissionais a impressao de poderem trabalhar em diversos projetos ao longo de um curto espaço de tempo. O que observo, no caso do banco, é que alguns desses consultores poderiam ter mais vantagens se fossem empregados das empresas.
Quem sabe alguém de TI possa me dar uma outra visao desse todo…
mrodolfo
Participantemrodolfo
ParticipanteMarcosAlvim, é por aí.
Se o exercício de sua profissão depende do reconhecimento de uma ordem profissional, ao tornar-se membro, o candidato passa a ter um diploma equivalente ao do Québec.
Isso vai exigir uns gastos a mais de antecipação, como taxa de inscrição na ordem, taxas de exames, viagem(ns) para fazer os exames. Penso que estudar e passar nos exames se torna um problema menor, nesse caso. Mas impossível não é.
E mais uma vez, cada um tem que avaliar onde seu próprio calo aperta.
Essa informação é importante para aquelas profissões em que apenas o diploma québécois é aceito, estando os candidatos brasileiros com essas formações eliminados de partida. Assim, se a profissão é regida por ordem profissional, ao menos o cabloco tem uma opção para voltar ao jogo.
-
AutorPosts
