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FCelso
ParticipanteMinha sugestão para o cardápio é um churrasco com cervejada. Mas claro que depende de todos os interessados.
Abraço,
FabrícioFCelso
ParticipanteBoas Ka3,
Um amigo meu também recebeu essa negativa de visto, pelos mesmo motivos que você recebeu o seu. O oficial que emite o parecer positivo ou negativo de Visto foi taxativo, informando por escrito que ele não estava convencido que meu amigo voltaria ao Brasil após findo o Visto temporário de estudante. Esse meu amigo queria realizar um curso de inglês, e não provou ao oficial que tinha meio$ para se sustentar durante a vigência do curso. Geralmente eles avaliam o perfil e a renda, para inferir se o requerente está mais inclinado ao turismo, estudo, ou ficar ilegal até obter a legalidade.
Te sugiro pedires novamente o Vistodesta vez enviando as declarações de imposto de renda que comprovem que tens condições de visitares o Canadá (Turismo).Abraço,
Fabrício
FCelso
ParticipanteBoas Patinha,
Ouvi gente levantando a hipótese do índice de sucídio alto relacionado ao uso de agrotóxicos nas áreas rurais. Claro que não há estudos científicos, apenas especulação.
Ah, e engraçado que cada etnia tem suas características: os gringos (colonos italianos – minha descendência) se matam pela barriga, comendo salame, queijo e tomando vinho :lol:
Claro que não são todos, pois em Veranópolis há uma das mais altas longevidades do RS.Abraço,
FabricioFCelso
Participante@_TAZ_ wrote:
O brasileiro tem o costume de tocar no interlocutor. Aqui não existe isso. O québécois vai ficar super incomodado se você ficar dando tapinha nas costas dele ou tocando no braço, etc.
Certamente TAZ,
Numa primeira aproximação, o quebeca fica mais reservado, mas depois de certa convivência eles aceitam bem os tapas nas costas e elas abraçam e dão 2 beijos, um em cada lado do rosto.
FCelso
Participante@_TAZ_ wrote:
Esse negócio de suicídio não é exclusividade do Québec. Na Alemanha era a mesma coisa. Volta e meia o metrô parava e o acesso ficava bloqueado … e nada no noticiário explicando. FAlando com amigos alemães, eles me explicaram que volta e meia alguém se joga na frente do trem, principalmente no outono, quanto ainda não tem neve, está tudo cinza e escuro.
Boas TAZ,
Aqui no RS também há uma incidência relativamente grande de suicídio, com o índice chegando aos níveis de países nórdicos desenvolvidos. Geralmente a taxa é maior em cidades pequenas, onde as pessoas “dizem não ter o que fazer” e aí acabam sem objetivos de vida.
FCelso
Participante@Camilla Almeida wrote:
Fabricio,
Realmente o que vc está falando tem muito sentido pra mim. Por isso estou pensando seriamente neste valor para a tradução que é muito alto. Vou tentar entrar em contato com o escritorio para tirar estas duvidas e quem sabe eu aplique por aqui pelo Brasil e demore mais um tempinho para começar minha nova vida nas terras Canadenses.
Abs,
Olá Camila,
Eu acho que inicialmente tu podes verificar quais os documentos necessários a traduzir que te permitam atingir a pontuação para receberes o CSQ. No meu caso, eu poderia ter optado por não traduzir tudo o que minha esposa e eu tínhamos, mas traduzi tudo justamente para poder aproveitar depois quando estivesse embusca de emprego.
Abraço,
FabrícioFCelso
Participante@Camilla Almeida wrote:
Marcos,
O visto é de trabalhador temporário e tem a duração de 1 ano. Eu posso trabalhar em qualquer area com este visto!
Fabricio,
Tem realmente que realizar a tradução juramentada?
Abs,
Boas Camila,
Também estranho esse visto “genérico” pois geralmente ele está atrelado a uma função específica a ser desempenhada, e tem prazo de validade como mencionastes.
A tradução precisou ser juramentada na minha época, sugiro que te informes com o ministério da imigração ao QC. Mas meu palpite é que eles não mudaram esse quesito, afinal você está no “país” deles (QC) :alright:Abraço,
Fabrício
FCelso
Participante@Camilla Almeida wrote:
Os documentos e formularios enviados sao os mesmos daqui do Brasil?
Não sei se são os mesmos, mas tudo quanto foi certificado e experiência profissional, bem como certificação de união estável, foi realizada a tradução juramentada. Todos os documentos, meus (até o diploma de doutorado, todos com histórico) e de minha esposa (até o diploma de mestrado, todos com histórico), foram traduzidos dessa maneira, somando algo em torno de R$ 3.000,00. As taxas eu não recordo quanto foi.
@Camilla Almeida wrote:
Qual foi o escritório que vc enviou os documentos?
Qual o local que vc foi chamado para fazer a entrevista?
Enviei os documentos via correio, a partir da Cidade do Québec para o escritório em Montréal. A entrevista foi realizada no mesmo escritório, sendo que me desloquei de carro desde a Cidade do Québec até Montréal.
@Camilla Almeida wrote:
Vc possui o link que vc acessou para ter todas as informações?(poderia postar aqui?)
Infelizmente não tenho os links, faz tempo que acessei o site. Mas procurando no google e no site do ministério de imigração ao Québec. Tens que ir atrás. :alright:
Abraço,
FabrícioFCelso
ParticipanteOi Camila,
O CSQ que pedi via Montréal, demorou em torno de 1 mês, entre pedido e realização da entrevista (o CSQ é emitido na hora). Entretanto, não sei precisar para você a parte federal via Canadá, pois desisti de imigrar, tendo feito apenas a parte provincial de Québec. Ah, e a entrevista segue o mesmo modelo daquela aplicada no Brasil: Entrevista em francês, confirmando seus dados pessoais, experiência profissional, situação profissional atual e perguntando dos teus motivos para imigrar ao QC. Passa-se a uma rápida conversa em inglês e depois finaliza novamente voltando ao francês. O que não foi perguntado é se eu tinha perspectivas a respeito do mercado de trabalho no QC; acredito que não foi me perguntado a esse respeito porque eu já estava com visto de trabalho.
Um abraço,
FabrícioFCelso
Participante@_TAZ_ wrote:
@FCelso wrote:
O único detalhe que gostaria de mencionar é que a curva de “sucesso” da maioria dos imigrantes só começa realmente a aparecer entre 6 a 12 anos de vida no QC.
Não é exatamente isso que ele fala. Ele diz que a curva de sucesso da maioria dos imigrantes ultrapassa aquela que ele teria no seu país de origem a partir de 6 anos, considerando que o imigrante evoluiria no seu país de origem. Não quer dizer voltar a ter o “padrão” de quando deixou o país.
Eu gostaria de salientar que a experiência relatada pelo Fabricio é aquela percebida por ele, no seu universo amostral. Particularmente, eu acho que o tempo que ele ficou aqui no Québec é pouco para generalizar. Quanto a emprego, aqui se valoriza muito o que você sabe fazer e a sua experiência. Obviamente é difícil obter um emprego para uma vaga para Doutor tendo somente o título e pouca experiência profissional.
Chegando no Québec, eu não procurei emprego “de cara”, eu resolvi aperfeiçoar o meu francês, já que tenho bastante experiência profissional e não queria que a língua fosse um fator que denegrisse a minha capacidade. Por fim, quando resolvi ir atrás, consegui sem muita dificuldade e pude escolher entre ofertas de emprego, que consideraram a minha experiência no Brasil.
Inclusive, aqui na empresa tem bastante estrangeiro, com alguns que nem falam francÊs, só inglÊs. E isso em Québec (a capitale nationale).
Dos meus colegas lá da turma avançada do Centre du Phénix, todos que eu tenho notícia conseguiram colocação no mercado. Tem povo de todos os sabores …
Na verdade, a maioria das pessoas que são selecionadas pelo Québec como trabalhadores qualificados teria uma vida bem confortável no Brasil. Para mim, o que conta é a infÂncia que os nossos filhos poderão ter por aqui e que hoje é impossível no Brasil, por causa justamente da violência.
Cristiano
Boas Cristiano,
A ideia que passaram no video/palestra era de que após pelo menos 6 anos, começaria “a valer a pena” ter optado por imigrar. Evidente que depenendo do tipo de trabalho, da área de atuação e da capacidade de adaptação, isso pode ser mais rápido ou mais lento.
No meu caso específico, um ano foi suficiente para conhecer o clima e perceber que não me agrada o modo de vida quebequense. Também o mercado de trabalho para minha área e para a área da minha esposa é bastante restrito no Québec. Optei então por desistir de solicitar a parte federal da imigração e seguir nosso rumo aqui no RS, em vez de continuar com o processo, baixar nosso padrão de vida no QC e depois pedalar mais alguns anos até chegar no “santo graal”.
O que eu tenho sugerido para o pessoal que pretende imigrar, é ir trabalhar no QC e viver um tempo por lá, de maneira legal antes de pagar pelo processo de imigração e pela instalação no QC, que são altamente onerosos (bem mais do que se pede para o imigrante levar). E, para aqueles que dizem que na maioria dos casos as pessoas não conseguem fazer essa experiência, eu deixo a seguinte questão:
– Se eles têm ideia de que não será fácil no primeiro momento da imigração, porque então não vão atrás de oportunidade de trabalho com visto de trabalho legalizado no QC?
Determinação e dedicação poderiam ser utilizadas para isso também. Na minha opinião, evidentemente.
Um abraço,
FabrícioFCelso
Participante@J+F wrote:
Imagino que a vida em Porto Alegre seja mais tranquila, o que já é um motivo para querer ficar.
J+F,
Já faz algum tempo que percebo o pessoal de SP e MG mais interessado na imigração ao QC, até porque deve ter sido por aí que começou a divulgação do programa de imigração ao QC.
Pois bem, o que tenho sempre dito ao pessoal que cogita a possibilidade de imigrar devido aos problemas das cidades grandes é que, quem sabe, em vez de ir ao QC, busquem ir a uma cidade menor, pois independente do estado do Brasil que se encontre, as cidades menores são mais tranquilas e o custo de vida, menor. O custo monetário da imigração é bastante elevado, então eu acredito que justifica, ao menos, uma análise e reflexão da possibilidade de mudar de cidade em vez de país. Por experiência própria, sou natural de uma cidade no interior do RS, com 20 mil habitantes. Lá, ainda hoje, o pessoal deixa carro estacionado com os vidros abaixados. Em outras cidades (Ivoti RS, por exemplo) poucas casas têm cerca elétrica. Existem inclusive casas sem cerca. Ainda, no meu caso específico, devido ao trabalho da minha esposa, moramos em Porto Alegre, que julgo ser uma cidade muito boa para morar; para teres ideia, no bairro onde moro posso tomar chimarrão na calçada em frente de casa e lavar o carro na rua. Entretanto, se me fosse possível escolher, eu iria para uma cidade menor, com uns 200 mil habitantes no máximo.Abraço e sorte nas escolhas!
FabrícioFCelso
ParticipanteDri_Torres wrote:« A vida de um imigrante começa a estabilizar/melhorar depois de 3 anos no Qc»Quote:Oi Adriana,O Sandro já postou algumas mensagens aqui na comunidade e no blog dele (Os Patos) nesse sentido, do Sr. Lionel Laroche:
Adequação ao Mercado de Trabalho
http://www.truth.com.br/ospatos/2010/10/adequacao-ao-mercado-de-trabalho-parte-1O único detalhe que gostaria de mencionar é que a curva de “sucesso” da maioria dos imigrantes só começa realmente a aparecer entre 6 a 12 anos de vida no QC.
A minha ideia é mostrar aqui para os pretensos futuros imigrantes que é necessário se preparar muito bem para essa empreitada. E como você mencionou, ter domínio dos idiomas é fundamental. Francês e Inglês. Não apenas o francês. E se o imigrante em questão domina o Português, terá até um diferencial para alguns postos de trabalho.
Abraço,
FabrícioFCelso
Participante@J+F wrote:
Com relação à sua falta de oportunidade no mercado de trabalho, imagino que tenha sido por terem procurado emprego por lá no meio da crise, quando muitas empresas – inclusive no Brasil – congelaram novas contratações.
O frio é controlável, até um certo ponto.
Agora, experimente ter algum controle sobre violência, trânsito e falta de consideração com o próximo.Boas J+F,
A crise econômica dos EUA afetou muito o QC, pois a exportação aos EUA é um dos grandes negócios do QC. No Brasil, desde aquela época (2008), a tendência tem sido de aumentar a demanda por profissionais qualificados. Aqui no Brasil a taxa de desemprego era de quase 10% em 2007, e em 2010 diminui para 6,5%.
Em relação ao frio ser controlável, a sua impressão pode ser que sim, mas são necessários recur$o$ para ter uma vida diária mais ou menos humana no QC.
Evidente que no Brasil temos a tão falada violência, o trânsito e incivilidade (majoritariamente nas cidades mais populosas). Mas a gente se habitua a conseguir se sobressair nesses inconvenientes. Aqui em Porto Alegre por exemplo é possível evitar a violência e o trânsito sabendo os caminhos e horários para se deslocar. A incivilidade das pessoas, tenho conseguido evitar sendo cortês e tendo paciência.
No QC, o que mais pesou foi a falta de contato com a natureza (não apensas observá-la) e o tempo excessivo de enclausuramento. Poderia ser que com mais tempo eu desenvolvesse a estratégia quebequense de sobrevivência invernal, que se constitui do consumo elevado de vinho combinado sistematicamente com visitas e jantares com amigos e parentes. E para aqueles que preconizam os esportes de invero, e as “diversas opções de lazer ao ar livre”, sugiro que façam as contas de quanto tempo utilizam se preparando para a atividade e quanto tempo realmente utilizam realizando a atividade.Abraço,
FabrícioFCelso
Participante@fsouza wrote:
Dificil acreditar que em um pais com quase cerca de 50% de imigrantes ainda ocorre este tipo de situaçao.
No interior é diferente das cidades grandes. O percentual de imigrantes é bem menor na cidades menores; inclusive se tu disseres na entrevista que queres ir a Três Riachos (Trois-Rivieres) fica melhor vista pelo entrevistador do que se se disser que vai a Montréal. Se mencionares Nunavik então, acho que te pagam para ir pra lá :lol:
FCelso
Participante@camilagnunes wrote:
Ele realmente não conseguiu um emprego pelo fato de ser marroquino? Acredito que a comunidade marroquina no Québec seja bem grande e, como vimos na palestra do Lionel Laroche, muitas vezes podemos ter dificuldades por estarmos procurando um emprego de uma maneira errada ou mesmo no lugar (provincia) errado. Se toda a experiencia dele era academica, muitas vezes é complicado conseguir um emprego no mercado, tenho alguns amigos aqui no Brasil que passaram por isso.
Oi Camila,
Não apenas esse colega marroquino, mas também outros de mesma nacionalidade e, ainda, iranianos, paquistaneses, chineses e vietnamitas (que foram os que conheci) têm muita dificuldade de conseguir trabalho em empresas. Bolsas na universidade eles conseguem, mas na hora de ir ao mercado de trabalho, fica muito difícil. É possível que hajam empregos em empresas nas áreas específicas em outros lugares do Canadá, mas esse pessoal que conheci escolheu o QC pela recepção ao imigrante e por já falarem francês como segunda língua (além de árabe). O rapaz no caso específico que citei, escolheu a Cidade do Québec por ser mais tranquila. Em contrapartida, pode não haver tantas vagas como Montréal e, ainda, a cabeça dura dos dinossauros à frente das empresas que estão amarrados a antigos conceitos .
Algo que pesa muito para os muçulmanos é a sua crença religiosa, pois durante o ramadan eles mudam de horário de alimentação e isso afeta diretamente o desempenho no trabalho. Além disso, nos encontros sociais, eles não consomem bebidas alcóolicas, o que, para um quebequense médio, pode parecer bem estranho.Abraço,
Fabrício -
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