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mrodolfo
ParticipanteDepende do conteúdo da carta de referência… :lol:
A minha carta de referência de meus trabalhos como engenheiro também era um atestado de todos os projetos de pesquisa que fiz junto à USP, com descriçao detalhada de tudo, prazos, agência financiadora e atividades exercidas.
Agora, se alguém trabalha como autônomo recebendo tudo por fora, nao acredito que uma empresa faria uma carta atestando que alguém trabalha de maneira “ilegal” (no sentido de fora da lei, pois todos deveriam pagar impostos e outras coisas). Afinal de contas, essa carta pode servir de prova contra a empresa no futuro…
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteO investimento em francês nao é para passar na entrevista e sim para comer menos do pao que o diabo amassou por aqui.
Como sua profissao esta em voga, você deve ser chamada rapidinho para entrevista e, se for selecionada, deve ganhar um CSQ prioritário. Isso significa que o seu processo federal será acelerado (já li relatos de 4 meses contra 14 meses do convencinal, se nao me engano).
Assim, em menos de um ano você deve estar com o visto e deverá entrar em no máximo mais um. Assim, você teria entre 18 e 24 meses no máximo para estar bem no francês.
É imperativo que seu marido estude francês desde agora. A inserçao no mercado de trabalho nao é lá tao fácil assim e muito mais difícil se você nao consegue se expressar. As finanças viram pó em pouquíssimo tempo e pode bater o desespero.
Assim, avalie bem o quanto você pode investir no aprendizado do idioma e lembre-se que aprendê-lo que nao se resume a aulas. Se puder ter aulas com um professor particular, melhor ainda…
Sei que nao respondi a sua pergunta mas nunca foi minha intencao fazê-lo. Essas decisoes cabem somente a você.
Bonne chance et que la Force soit avec vous!
mrodolfo
ParticipanteAmigos,
Tive um professor nos tempos de Poli/USP que era um grande mentor. Oriental, chegou no Brasil para trabalhar na roça e se tornou um dos maiores engenheiros civis (especializaçao hidráulica) do Brasil. Participou nada mais nada menos do projeto da usina de Itaipu.
Ele sempre nos dizia que se quisermos conseguir algo de diferente, temos que nos empenhar mais do que os outros (é claro que dizia isso por experiência própria). A sabedoria oriental é fantástica nesse sentido! Ele dizia que sempre reclamamos da falta de tempo, mas nos esquecemos que temos 52 finais de semana por ano. Isso dá mais de 100 dias em que somos livres para fazermos a nossa diferença. Esse tempo é só nosso e de mais ninguém.
Tive essas palavras como um guia na minha vida, sempre aproveitando os meus finais de semana para fazer a minha diferença: com minha esposa, meus filhos, meus projetos pessoais. Por isso, sempre acordei cedo, para aproveitar da melhor maneira possível o MEU tempo. Tudo isso passo hoje aos meus filhos…
Pena que pessoas como o Prof. Kokei Uehara (http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/133/artigo77945-1.asp) nao tem muito espaço na mídia brasileira. Tive a sorte de vê-lo na TV Assembleia (de SP) pouco antes de vir para cá, falando da imigraçao japonesa, quando ele repetiu essas sábias palavras.
E nao me sai da memória seu riso, como de criança, em nosso passeio de barco pelas cataratas do Iguaçu…
mrodolfo
ParticipanteViu só como procurando nas fontes oficiais se encontra?
A tabela está exatamente onde eu ia dizer que estava, no Guide des procédures d’immigration…
Bonne chance!
mrodolfo
ParticipanteAcho que tudo o que lemos na internet nos dá uma vaga ideia daquilo que realmente encontramos aqui.
Penso que o Not Canada é extremista e minha conclusao é que se o médico paquistanês (ou qualquer outra profissao) fica dirigindo taxi é porque isso é mais vantajoso que exercer a medicina no seu país de origiem.
O FCelso tem diversas opinioes que eu particularmente nao concordo porém acho muito válido quando ele coloca que as pessoas deveriam vir para cá e viver um pouco do cotidiano antes de vir em definitivo. Pena que a realidade dele nao é a mesma para muitos de nós.
A sua opiniao, Lilia, você só vai conseguir formar quando aqui estiver e viver o que nós vivemos. Hoje, o saldo para mim ainda é positivo.
mrodolfo
ParticipantePor enquanto nao há problema nenhum, mas penso que o governo federal deve, no médio prazo, aumentar o cerco aos imigrantes que nem ao menos botam os pés na província que os selecionou…
mrodolfo
ParticipanteDos que nao estao na lista, só me lembro do Les Angéliques…
mrodolfo
ParticipantePois é, o backout de 1998 é um trauma ainda para a Hydro…
Penso que o Canada como um todo tem pensado muito em fontes alternativas de energia. Há projetos para trocar a frota de veículos a gasolina para energia elétrica mas se nao olharmos a produçao dessa eletricidade pode ser que o lado ecológico da troca vá por água abaixo – bem, nesse caso, se passar pela turbina, vira energia hidroelétrica. 8^)
Dentro do Plan Nord e mesmo ao longo da província, existem vários projetos de energia alternativa, principalmente a eólica, com usinas na Gaspésie e na Côte-Nord.
Já a energia nuclear está em debate por aqui, após o desastre de Fukushima…
Salut!
mrodolfo
ParticipantePara o processo de Québec, formaçao e experiência sao duas coisas distintas, a nao ser que a sua formaçao seja uma daquelas em alta demanda.
Assim, mesmo você sendo o conjoint, deve sempre focar naquilo que dá mais pontos. Se você tem uma formaçao em engenharia, terá mais pontos (provavelmente, nao sei a quantas anda a grille) que um formado em tecnologia.
Quanto aos pontos de experiência de trabalho, é só apresentar a documentaçao que está tranquilo.
Caso tenha alguma coisa esquisita no dossier de vocês, o próprio BIQ costuma fazer os acertos na entrevista, que é quando o selecionador vai entrar com os dados para valer no sistema.
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteCarlos, boa localizaçao, conforto e preço bom sao coisas que nao se misturam…. 8^)
Em Montréal, pegue um hotel ou mesmo um Bed & Breakfast… Caça na internet que você vai achar coisas boas (desde que nao seja o final de semana da corrida…). Se você nao tem muito coisa para carregar, tem um busao que sai do aeroporto e vai até o metro Berri-UQAM…
Bonne chance
mrodolfo
ParticipanteNao sei se precisa (ou se adianta) traduzir… Traga o seu estoque para os 4 meses e depois procure um médico (pode ser o da clínica sans-rendez-vous) para pedir uma receita daqui. Traga também os últimos exames que você fez.
Para traduçao, em SP, tem a Fidelity, mas nao sei quanto essa empresa cobra…
Bonne chance,
mrodolfo
ParticipanteQuando entrei no BNC, preenchi um formulário no meu primeiro dia que era uma pesquisa étnica (como várias empresas fazem no Brasil, e também, como no Brasil, totalmente voluntário). Nesse formulário, tinha a distinçao entre os dois tipos básicos de minoria:
Minoria visível: a pessoa possui algum traço que o distingue do caucasiano;
Minoria étnica: qualquer que venha de uma cultura diferente da Canadense (mais ou menos isso)mrodolfo
ParticipanteNa minha opiniao, algumas etnias sao vistas com maior cautela pois elas tem ou uma quantidade maior de refugiados ou por causa do 9/11.
No mais, tudo vai depender da regiao para a qual voce vai. Quanto mais “province”, pior. Mesmo em alguns cantos da ville de Québec as pessoas olham meio assustadas…
Já casais multicoloridos, quer seja pela cor da pele ou da bandeira, sao bastante comuns aqui.
Salut!
mrodolfo
ParticipantePatinha, minha amiga, te adoro! rs
Foi o que eu quis dizer com as competências transferíveis…
De qualquer maneira, estive anteontem no Salon d’implois da área de engenharia. Como todos os outros que eu fui, muita gente de RH que nao toma decisao alguma por lá, apenas para indicar que as vagas estao no site das empresas…
Destaque positivo para o grupo SMi e a Cegertec, com a presença de diretores com os quais pudemos conversar e expor nossas competências.
E a vida segue…
mrodolfo
ParticipanteVou complementar o que a Patinha colocou com larga experiência no árduo caminho:
1- Para trabalhar como engenheiro, tem que ser membro da Ordem. A brincadeira leva entre 1,5 e 2 anos e vai morrer mais ou menos CAD 2k nessa brincadeira;
2- Emprego como techninien está bem escasso nos grandes centros. Mais fácil só na Côte-Nord o na Gaspésie.
3- Para atuar fora da área de formaçao, tem que mostrar o quais sao suas competências transferíveis. Eu, por exemplo, trabalho com informaçoes gerenciais num banco enquanto nao encontro nada na engenharia (tudo bem que já atuava nessa área no Brasil).
4- Se quiser trabalhar como engenheiro, se puder, comece o processo ainda no Brasil. Dá pra diluir os custos e chegar aqui com meio caminho andado junto à OIQ.
Bonne chance,
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