gabi-infirmiere

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  • em resposta a: Mais um imigrante! #56182
    gabi-infirmiere
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    Oi Felipe, bem vindo
    Vou ser nomeada portadora de mas noticias ….

    Infelizmente a profissao de farmacêutico é aceita no QC para os detentores de **diplôme du Québec ou équivalent** :alright:

    Na atual organizaçao do processo, seu diploma brasileiro nao é valido.

    Como ja dito inumeras vezes aqui, ha TALVEZ uma maneira de imigrar, seria validando seu diploma junto éa ordem respectiva ANTES de depositar a demanda de imigraçao =

    Diplôme du Québec
    Il s’agit :

    ….
    Est assimilé à un diplôme du Québec :

    le diplôme étranger reconnu équivalent par un organisme québécois de réglementation, sauf s’il s’agit d’un diplôme de médecin;

    le diplôme étranger ou la formation conduisant au Québec à l’exercice d’une profession ou d’un métier réglementé, si vous détenez déjà une autorisation d’exercice de cette profession au Québec; …..

    ==============================
    Na area de farmacia, a unica profissao que esta na lista para diplomas estrangeiros é a de Assistance technique en pharmacie (DEP – 1230 hres / 1,5 an) que equivale a um pos-secundario profissional.

    Nao sei se é possivel para alguém com grau universitario aplicar como secundario profissional.

    Para a validaçao com a ordem dos farmacêuticos, você pode contacta-los e verificar se ha como efetuar sua equivalência ANTES de imigrar =
    http://www.opq.org/fr-CA/diplomes-hors-quebec/

    Bonne chance

    em resposta a: Visto Americano – no BR e no QC #56159
    gabi-infirmiere
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    renove ainda no Brasil, seguindo as dicas ja dadas acima.

    para um oficial americano, toda e qualquer pessoa é um imigrante ilegal em potencial. Para eles o fato de sermos RP nao diz muita coisa, especialmente se pedimos o visto com pouco tempo de Canada ou pouco tempo de emprego (meu erro, havia apenas 3 meses de trabalho em Témiscaming).

    um oficial de imigraçao dos EUA nao vai pensar **ah, ele é RP e vai com certeza continuar no Canada** … ele pensa **ah, ele é RP para poder entrar mais facilmente nos EUA e ser imigrante ilegal nas terras do tio Sam**

    afinal, sabemos como os vizinhos do sul sao, nao é ?

    nao arrisque, renove ainda no BR. :wink:

    em resposta a: Visto Americano – no BR e no QC #56156
    gabi-infirmiere
    Participante

    ja ha um topico sobre visto americano, incluindo falando sobre quem tira aqui no QC.

    Minha experiência esta la, e eu nao recomendo, eu deveria ter tirado o visto quando ainda estava no BR. A digna oficial da embaixada americana me fez o grande favor de me dar um visto de 1 ano, onde sabemos que apenas 6 meses sao validos. Me dei mal, muito mal. Agora so atravesso a fronteira como cidada canadense

    É preferivel tirar ainda no BR, na minha opiniao.

    http://www.brasilquebec.com/forum-cbq/26/4913.html

    em resposta a: Enfermagem #56132
    gabi-infirmiere
    Participante

    faz sentido, pois se for contratado como infirmier e nao infirmier clinicien, num novo emprego que te qualifique como clinicien você nao podera pleitear reconhecimento do periodo previamente trabalhado, ja que foi em outro cargo. EVENTUALMENTE o reconhecimento pode ocorrer.

    Minha colega gosta de onde trabalha e esta esperando que a situaçao se resolva.

    nao sei dizer pelo geral, digo pelos casos que conheço, incluindo o meu = apenas essa colega nao teve o bac reconhecido pelo empregador. Era uma situaçao que eu acreditava impossivel, mas apenas provou que nao existe impossivel rs …

    tente acalmar suas angustias, esses questionamentos devem ser postos em xeque quando ja estiver na reta final. Concentre-se na etapa atual. Viva o processo de imigraçao conforme as coisas forem acontecendo, pois sofrer pro antecipaçao é horrivel e nao leva a nada.

    em resposta a: Enfermagem #56130
    gabi-infirmiere
    Participante

    o lance é ja saber de antemao, logo na entrevista, se irao te pagar e reconhecer como clinicienne.
    Este reconhecimento nao é automatico, a OIIQ nao se mete

    em resposta a: Enfermagem #56128
    gabi-infirmiere
    Participante

    Nao, esse ero é muito comum aos *nao iniciados* no processo e no sistema educacional do QC.

    O técnico brasileiro equivale ao infirmier auxiliaire por aqui. Outra ordem, outras regras, outra regulamentaçao. (OIIAQ e nao OIIQ)

    O CEGEP é uma formaçao que seria + ou – equivalente ao tecnologo. Nao ha tecnologo em enfermagem no BR, mas sera a partir da grade basica do CEGEP que a OIIQ ira validar nosso diploma. Cabera apos a equivalência, na negociaçao com seu empregador, obter o cargo como *clinicien* e nao *technicien*. (para isso vc utilizara a validaçao do MICC)

    DEP, escola profissional = auxiliaire
    DEC, CEGEP = technicien
    BAC, Universidade = clinicien

    off =
    Eu nunca tive problemas, desde minha época de CEPI ja recebia como infirmière clinicienne, mas tenho uma amiga que esta numa batalha com seu empregador para ser reconhecida como tal, eles reconheceram os anos de experiência mas nao pagam como clinicienne e sim como technicienne (da uma diferença significativa de salario e uma nem tao significativa nas funçoes) …

    dica =
    Você esta começando agora, entao leia muito o forum, entao enquanto aguarda a entrevista, aprenda sobre o sistema educacional, os processos de equivalência, as atribuiçes exclusivas e prepare-se para um processo chato, burocratico, mas relativamente coerente e rapido.

    em resposta a: Enfermagem #56126
    gabi-infirmiere
    Participante

    sem crise.

    uma excelente fonte é o site da propria OIIQ, foi la que consegui meus 3 empregos (CEPi no Royal Vic; infirmière clinicienne em Témiscaming e infirmière clinicienne no CSSS de la Montagne)

    é um excelente termômetro.

    Recomendo tb o santé montréal.

    http://emplois.oiiq.org/

    http://www.santemontreal.qc.ca/emploi/

    por serem mais especificos, sao melhores do que o Emploi Québec (para enfermeiros com diploma universitario especificamente)

    bonne lecture!

    em resposta a: Enfermagem #56124
    gabi-infirmiere
    Participante

    do topico **profissoes em demanda**

    Pergunta a Gabriela Enfermeira
    por felipekod » 11/08/2012-16:06:03

    Pergunta a Gabriela Enfermeira:
    Desculpa pelo ”apelo” direto, é que lembro de vc no orkut e pelo que conheço, vc é a enfermeira com mais tempo na ”casa”.

    Andei pesquisando sobre enfermagem nos EUA e CANADA. Achei alguns foruns dos EUA que falava que a enfermagem não esta mais em demanda por la, no canada vejo apenas artigos antigos(falando da alta demanda), e é claro… o emploiquebec que pelo que parece, mostra bastante empregos para enfermeiros.

    Minha dúvida é… A demanda em quebec, continua a mesma, digo, com projeções de escassez de profissionais para o futuro e tal? ou isso ta passando?

    =========================================================================

    Re: Profissão em demanda
    por gabi-infirmière » 11/08/2012-18:30:06

    oi Felipe.
    Vou transferir a conversa pro topico *enfermagem*, OK?
    (moderaçao, depois poderao apagar esta resposta, se acharem pertintente)

    NO QC as perspectivas sao excelentes.
    dados do CEGEP, 2011 =
    Nombre de diplômés 1 963
    Diplômés en emploi 62,4 %*
    À temps plein 85,8 %
    En rapport avec la formation 98,2 %
    Aux études 35,0 %
    Taux de chômage 1,4 %
    Salaire hebdomadaire moyen 786 $

    dados da Universidade 2011 =
    Baccalauréat
    Nombre de diplômés 1 166
    Diplômés en emploi 91,3 %
    À temps plein 89,5 %
    En rapport avec la formation 95,3 %
    Aux études 5,4 %
    Taux de chômage 0,5 %
    Salaire hebdomadaire moyen 1 080 $

    Maîtrise
    Nombre de diplômés 97
    Diplômés en emploi 94,1 %
    À temps plein 93,8 %
    En rapport avec la formation 91,7 %
    Aux études 4,4 %
    Taux de chômage 0,0 %
    Salaire hebdomadaire moyen 1 386 $

    Entao,com taxa de desemprego de 1,4% (CEGEP) ou 0,5% (universitario) e 0% (mestrado) eu diria que enfermagem ainda esta numa situaçao favoravel, e por um bom tempo

    Para maiores informaçoes sobre profissoes em demanda, vale a pena ler o **carrières d’avenir** = http://carriere.jobboom.com/carrieres-avenir/

    quem quiser maiores infos pode comprar o guia, mas acho que os dados disponiveis via net ja sao bastante interessantes

    em resposta a: grève étudiante 2012 #56118
    gabi-infirmiere
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    foi super pertinente. :-)

    em resposta a: grève étudiante 2012 #56110
    gabi-infirmiere
    Participante

    a carta de demissao de Nadeau-Dubois.
    Um pouco longa, um pouco poética, um tanto rancorosa mas verdadeira em alguns aspectos, especialmente na denuncia das atrocidades do atual governo.
    reflete uma energia juvenil e a inocência dos que acreditam que podem mudar o mundo num piscar de olhos.

    O que começou como manifestaçao contra o aumento das taxas escolares rapidamente se transformou num movimento de grande amplitude. Acompanhamos o *tour da CLASSE* pelo QC e vimos como GND tornou-se um grande pop star, quase maior que o movimento.

    Ele ira seguir na politica, certamente. Aguardem e confiram, como diria Didi Moco

    Pourquoi je démissionne
    Gabriel Nadeau-Dubois ,Co-porte-parole de la CLASSE, 9 août 2012

    À tous ceux et celles qui se sont mobilisé-e-s ce printemps,
    Aux membres de la CLASSE,

    Cette lettre a pour but de vous informer que je quitte mes fonctions de co-porte-parole de la CLASSE. Après près de six mois de lutte à vos côtés, j’ai la conviction que la CLASSE a besoin de nouveaux visages. Après avoir participé à la tournée nationale de la Coalition aux quatre coins du Québec, je sais que notre lutte entre dans une nouvelle étape. Une étape qui nécessite un renouvellement : il est temps pour moi de tirer ma révérence. J’ai fait ma part comme porte-parole, il est maintenant temps que d’autres prennent la relève.

    Je pars la tête haute, avec la conviction d’avoir fait mon devoir et d’avoir participé à un mouvement populaire historique. Je suis un étudiant, je suis un militant et c’est à ce titre que je continuerai dorénavant à faire avancer mes idéaux. La CLASSE, avec ou sans moi,continuera à accomplir de grandes choses : je ne suis pas et n’ai jamais été un chef. Par mon départ, je le démontrerai hors de tout doute.

    Je pars, mais le mouvement se poursuivra. Ce que je quitte, ce n’est pas la mobilisation,ni la lutte, ni la CLASSE : je quitte mon rôle de porte-parole. Je serai encore à vos côtés,dans la rue et dans les assemblées. Je pars avec le sentiment du devoir accompli, avec le sentiment d’avoir participé à la hauteur de mes capacités à construire cette magnifique mobilisation. La CLASSE a besoin de sang neuf et je sais qu’il y a parmi mes collègues des gens formidables, prêts et prêtes à reprendre le flambeau.

    Cette décision n’est ni motivée par l’amertume, ni par le désespoir. Au contraire, je suis plus convaincu que jamais de la nécessité de poursuivre la mobilisation entreprise dans les six derniers mois. Le climat d’ébullition politique et sociale que nous avons contribué à mettre en place au Québec doit impérativement se poursuivre dans les prochains mois et les prochaines années. Les critiques soulevées par la jeunesse québécoise ce printemps sont beaucoup trop profondes pour être réglées par une campagne électorale de 35jours.

    Un seul regret

    Nous avons posé de graves questions, et les élections ne pourront y répondre entièrement,même advenant la mise au rancart du gouvernement libéral. Nous n’avons pas seulement contesté une hausse des droits de scolarité. Nous avons remis en question des institutions sclérosées et corrompues qui avaient grand besoin de l’être et nous avons contesté le tout-à-l’économie des libéraux.

    Je pars avec un seul regret. Je regrette de quitter mes fonctions alors que le Québec esttoujours dirigé par Jean Charest, un premier ministre méprisant et violent envers le Québec et sa jeunesse. Gaz de schiste, corruption, Anticosti, Mont-Orford, hausse des droits de scolarité, taxe santé : la liste des tromperies, des mensonges, des scandales et des attaques à la population de ce gouvernement est trop longue.

    Et lorsque la jeunesse s’est élevée contre ces absurdités, M.Charest n’a trouvé comme réponse que la dureté des matraques et l’acidité des lacrymogènes. À l’imagination de ma génération, il n’aura répondu que par la répression et le mépris. Devant une mobilisation généreuse et fondée sur des principes, il n’aura répondu que par des attaques personnelleset dégradantes.

    Depuis le début de notre grève, il n’a reculé devant aucun moyen pour nous briser, autant comme mouvement que comme personnes. La loi spéciale et la brutalité policière se sont doublées d’atteinte à la réputation, de filatures, de déni du droit d’expression,d’interrogatoires injustifiés par la police, d’attaques nominales à l’Assemblée nationale,de sous-entendus constants que notre organisation était à la frontière du terrorisme : tous les coups ont semblé permis, qu’importent les effets sur la jeunesse. Pour un premier ministre qui souhaite tellement que le mouvement étudiant dénonce la violence et l’intimidation, je trouve que Jean Charest a fait preuve à l’endroit des étudiants et à mon endroit d’une charge de violence inouïe. J’ai maintenant besoin de prendre un répit loin de toutes ces attaques.

    Ce manque de respect envers la jeunesse et ses porte-parole n’a d’égal que le mépris généralisé du bien commun qui règne au Parti libéral du Québec. Ce gouvernement n’a pas le droit de donner de leçon de démocratie : il est l’incarnation même de la corruption et du détournement des institutions publiques.

    Ce premier ministre, au fond, n’est que le symbole d’une société bloquée qui n’a comme aspiration que de s’abaisser au même niveau de bêtise que ses voisins. Les universités américaines et ontariennes ne sont pas des exemples, pas plus que leur système de santé.Nous ne voulons pas suivre le chemin qu’elles indiquent et qui mène à la marchandisation de nos vies.

    Heureusement, aujourd’hui, en écrivant ces lignes, je suis sincèrement convaincu que cela ne se produira pas. Cela ne se produira pas, car nous, membres de la jeunesse québécoise, savons maintenant ce que nous devons exiger de nous-mêmes. Cela ne se produira pas, parce que nous sommes des centaines de milliers, enfants de cette grève, à nous battre contre leur projet mortifère. Et nous ne nous refroidirons pas.L’arrogance du pouvoir n’aura eu comme effet que de renforcer notre confiance en nous-mêmes. Les solidarités tissées au travers des nuages de gaz ne se délieront pas de sitôt.Les mains tendues ne se lâcheront pas. Et nous marcherons encore, pendant des années s’il le faut et bien au-delà de cette grève, afin qu’un jour le peuple du Québec reprenne aux affairistes et à l’argent les rênes de ce pays.

    Ensemble, bloquons la hausse.

    em resposta a: Eleições em QC #56109
    gabi-infirmiere
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    a CAQ avançando ….

    a entrada de Jacques Duchesneau na corrida eleitoral fez PLQ e PQ tremerem um pouco ….

    defensores do PQ dizem que votar CAQ é a mesma coisa que votar PLQ e defensores do PLQ dizem que as ideias do CAQ sao irreais e impossiveis de se concretizarem.

    Enquanto isso, QS mostra-se forte em Montréal mas sem nenhum foco maior fora da metropole …

    e os imigrantes?
    algumas discussoes aqui e la, e um discurso totalmente torto do candidato Claude Roy =

    … On n’a pas été chercher la bonne immigration. […] Ça prend plus d’Asiatiques et moins d’Arabes …. Moi, je cherche une immigration économique, je ne cherche pas une immigration sociale. Je ne veux pas faire une immigration de langue, je veux faire une immigration qui va nous amener de l’argent….

    e como sempre, lendo o que Madame et Monsieur tout le monde diz …

    …Immigration économique, immigration sociale, ce ne sont que des expressions de politiciens. Un immigrant est un immigrant. Point à la ligne. Maintenant, le fait de savoir si il contribuera à l’activité économique est totalement indépendant de son pays d’origine. Il y a une quantité phénoménale de résidents naturels du Québec qui ne contribuent pas à l’activité économique et qu’en disent les politiciens: rien! Ils ne veulent pas perdre de votes. C’est plus facile de cracher sur des immigrants particulièrement quand leur religion est différente et leur origine médiatisée par des conflits qui perdurent.

    De toutes façons, un pseudo politicien comme ce gars ne dira que des conneries, ce qui me semble être sa spécialité. Faut donc pas le prendre au sérieux, même si malheureusement, pendant 35 jours il aura le micro sous le nez
    fonte = http://www.radio-canada.ca/sujet/elections-quebec-2012/2012/08/07/024-independant-claude-roy-propos-immigration.shtml?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

    em resposta a: grève étudiante 2012 #56092
    gabi-infirmiere
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    eu estudei numa universidade publica, e se esta estudante vier do mesmo local que eu, ela deve ter sofrido uma bela lavagem cerebral de um DCE bastante *revolucionario* (os revolucionarios de classe média, com carro, Ipod e roupas de marca …)

    off =
    um episodio interessante sobre o modo quebeca de ver as coisas = quando fiz meu AEC (obrigatorio pela OIIQ para poder validar meu diploma como enfermeira) eu recebia mensalmente 700$ de P&B, sendo a parcela de prêt bem pequena, menos de 2mil$.
    Pois bem, comecei a trabalhar e quis pagar rapidamente, em 2 parcelas.
    O agente da AFE entrou em contato comigo, questionando o fato de eu pagar tao rapido meu débito! Fizeram uma auditoria na minha declaraçao de IR para comprovar que eu nao tinha $ antes do curso, mas trabalhando conseguia ter $ suficiente para pagar o débito ….
    quis pagar antes dos 6 meses de carência, me dei mal rs ……

    so aqui mesmo!

    em resposta a: grève étudiante 2012 #56081
    gabi-infirmiere
    Participante

    pois é.

    eu acho maravilhosa a ideia de gratuidade escolar, mas nao é o momento, nao temos condiçoes econômica nem planejamento estrategico para assumir esta enorme despesa.
    do jeito que esta, com um aumento razoavel que cubra os déficts, ainda saimos no lucro.

    eu estudarei a temps complet na Laval e por sessao nao pagarei mais do que 1000 dolares. Em qual faculdade brasileira pagaria apenas isso? Falta aos quebecas um pouco de *visao mundial*, saber o que se passa no exterior e conhecer a realidade econômica da provincia e do pais …

    enfim, eles sao jovens …. (me sentindo *A* velha falando rs)

    em resposta a: grève étudiante 2012 #56057
    gabi-infirmiere
    Participante

    realmente Sandro, me expressei mal. Quando disse *cursos de humanas e sociais* estava me referindo especificamente à UdeM e a UQAM (sociologia,serviço social, antropologia, letras …)

    e as universidades anglofonas possuem menor tradiçao *barraqueira*

    minha opiniao pessoal sobre a *greve* =
    toda discussao é valida desde que seja saudavel. Quando começaram a fazer terror (pois colocar bomba de fumaça e fechar ponte é terrorismo) eles perderam E MUITO em credibilidade.

    os valores atuais do ensino quebeca sao inferiores à todo o ROC e as propostas de aumento (em 5 anos, em 7 anos, etc) refletem apenas um repasse econômico, que todo brasileiro conhece (vide as discussoes das garderies à 7$ cujos valores nao mudam ha anos)

    os grandes atores do movimento estudantil mostraram o que queriam, Léo Bureau-Blouin é candidato e nao me espanta em nada se Nadeau-Dubois nao se implicar igualmente

    a verborragia esquerdista é realmente intragavel, mas a maioria invisivel deve mostrar sua intençao. Infelizmente o movimento dos *verdes* foi sufocado pelo movimento dos *vermelhos*, mostrando imaturidade e falta de respeito à divergência de opinioes

    O que é viavel, mas que acho que dificilmente sera colocado em pratica ….
    * um aumento progressivo das anuidades, chegando ao valor corrigido pela inflaçao

    * elaboraçao de programas de pagamento de dividas proporcionais ao revenu anual (pos CEGEP ou pos universidade) com prazo maior de *juros zero* (hoje é de 6 meses)

    * uma abrangência maior aos programas de P&B, pois ja vimos que os critérios nem sempre sao justos

    * valorizaçao dos programas DEC-BAC através de programas de bolsa

    * retorno das aulas e respeito aos que querem estudar. quem quiser continuar na greve, que assuma as consequências = nao sendo aprovado no referido semestre

    mesmo com o aumento, o Qc continuara com as menores taxas ….

    eu sonho com o ensino 100% publico, mas nao é o momento e nao é de um dia para o outro que isso sera obtido. Ja pago 47% de imposto e nem reclamo tanto, pois vejo retorno social

    entao, à suivre …..

    em resposta a: Olá… #56033
    gabi-infirmiere
    Participante

    o curso é so em francês

    nao existe *cursinho*, nem *vestibular*. O que determina a admissao na unviersidade é seu historico escolar , associado ao desempenho na entrevista

    Chegando aqui vc pode fazer um CEGEP em Sciences de la nature (2 anos) e depois aplicar pra universidade (5 anos)

    independente se vao para Montréal ou QC, a faculdade de vet é em Ste-Hyacinthe ….

    ha opçoes do curso CEGEP (3 anos) de technique de santé animale que pode ser feito em Montréal (Vanier College, inglês). nao ha este curso em Québec.

    Do mais, é usar e abusar dos mecanismos de busca e pesquisa, incluindo o pai de todos, Google.
    Visite o site da universidade e do CEGEP, veja qual programa é mais interessante para você
    lembre-se que para estar como estudante vc devera ter um conhecimento intermediario-avançado da lingua francesa

    bonne chance

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