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FCelso
Participante@Globz wrote:
Entao percam logo essa ideia que “sou um imigrante qualificado, sou mais que os outros”, ter ou nao ter diploma nao faz ninguem melhor que um outro e isso vocês vao ver que os québecois sao assim, tem a convicçao que todos somos iguais idependente da posiçao nos estudos ou na sociedade.
Não foi bem essa a impressão que eu tive, quando mencionava que trabalho com pesquisa na universidade, os quebecas ficavam boquiabertos, como se fosse coisa do outro mundo, passando a impressão de haver mais formalismo e respeito depois de mencionar isso. Como contraponto, os franceses já têm mais familiaridade com esse tipo de trabalho, de modo não se impressionam com isso.
Para deixar bem clara minha posição, acredito que não deva haver diferença, pois na prática trabalho é trabalho e, desde o faxineiro ao presidente de uma empresa, todos devem se tratar de maneira igualitária. A impressão que tive no QC é que o tratamento é mais igualitário do que no Brasil em geral.Outro ponto que há de se considerar, como o prega o Cabeda, é que, imigrantes qualificados (que receberam o CSQ – seja com diploma ou não) apresentam maior potencial de contibuição na sociedade quebeca, seja pelos impostos ou pelo próprio resultado do trabalho. Já os imigrantes refugiados apresentam maior potencial para onerar o sistema público. Isso, pelo menos, antes de haver uma integração. Pode-se considerar ainda que o imigrante qualificado tende a se integrar mais rapidamente ao mercado de trabalho, enquanto o refugiado demora mais (na média).
:discuss:
FCelso
ParticipanteBoas pessoal,
Estamos de volta após a palestra, que assisti na quinta passada. Fui a última pessoa a sair e acompanhei o Sr. Gilles Mascle (de nacionalidade francesa) até ele fechar as portas do auditório e sair do prédio 40 da PUC.
Realizei as perguntas somente após todos os demais interessados se manifestarem e também de modo mais próximo, para não constranger o palestrante.
Vamos por partes então.
A respeito das profissões em demanda e as ordens, ele foi bastante claro mesmo durante a palestra:
– Administrador e Contador é muito difícil de conseguir ser aceito na ordem, pois geralmente são convidados a participar da ordem por mérito em relação à carreira. Imigrante praticamente não tem chance de ser membro da ordem, o que é reservado aos dinossauros nativos. O que imigrante pode fazer é trabalhar como assistente, fazer o trabalho, e um dinossauro assinar como responsável pelo escritório.
– Farmacêutico é impossível trabalhar como se trabalha no Brasil devido às restrições do conselho.
– T.I. já esteve melhor para o imigrante recém chegado, atualmente estão pedindo 3 anos de experiência na área específica;
– As demais ordens ainda não estão facilitando a entrada dos imigrantes no mercado de trabalho, de modo que o apresentador informou que o mais comum é o imigrante começar em uma posição de trabalho inferior aquela que tinha no Brasil. Se era gerente de vendas, será vendedor; se era gerente de projetos em T.I. será analista ou ainda programador. Ou seja, desce na hierarquia.
– O salário mínimo informado é de CAD $ 9.50 / hora, com jornada regular de 40h semanais.
Pontos positivos da palestra:
– Após a primeira leva de pessoas saírem da sala depois das perguntas básicas, o apresentador foi bastante claro: Quem quiser ganhar dinheiro, que vá aos EUA. O Québec é um lugar para viver em tranquilidade na classe média.
– O apresentador deixa claro que grande parte dos imigrantes terá que dar um passo atrás na profissão ou mesmo mudar de área.
Pontos negativos da palestra:
– O apresentador é de origem francesa e não quebequense.
– O apresentador usou dados de temperatura do inverno passado, que foi muito anormal, curto e brando, indicando -18oC como a mínima em Montréal. Não falou a extensão do inverno (praticamente 6meses). Outro ponto, disse que na primavera a temperatura fica entre 15 e 20 oC positivos, o que não acontece mais que um ou dois dias na estação.
– Quando questionado sobre o desemprego, dependência da economia canadense e quebequense dos EUA, ele desconversou, dizendo que no caso dos imigrantes o nível de desemprego fica mais alto porque quando chegam são considerados desempregados e geralmente em 1 – 2 anos após a chegada “já” estarão empregados, ou seja, botou a culpa na metodologia usada para montar as estatísticas.
Observações finais: quando eu expus meu caso específico de desistência em imigrar ele disse que realmente quem tem carreira com possibilidades de crescimento por aqui, fica bem difícil de ser conquistado pela boa-nova quebeca.
Agora só me falta tempo e vontade para discorrer sobre minhas experiências no QC, a desistência em imigrar e as nossas (minha e da esposa) razões para não imigrar para a província gelada :bigups:
28 de julho de 2010 às 15:50 em resposta a: Apenas uma reflexão sobre nossa posição na sociedade Quebeca #40292FCelso
Participante@familiamonticello wrote:
Aqui no Brasil estamos acostumados com algumas pessoas que procuram brechas na lei, usam de jeitinho brasileiro para adquirirem e as essas pessoas conseguem uma aposentadoria vitalícia de 20 mil reais do governo.. passa a vida inteira “mamando”.. ok.. esse aí se aproveitou de uma brecha que, se todos fizessem, o brasil não seria sustentável (considerando a hipótese que ele seja.. hehehe)..
De experiência própria, soube no QC de uma empresa onde o proprietário e administrador aproveitava as brechas da lei para utilizar o seguro desemprego como salário aos funcionários. Ele demitia os funcionários, eles recebiam auxílio do governo e a empresa pagava por fora o salário, sem contratar. Também usavam o tempo de seguro para melhorar o rendimento da empresa, fazendo caixa. Assim, não é só no Brasil que temos os espertos trabalhando onde a lei permite.
FCelso
ParticipanteMuito obrigado Patinha, pelo relato resumido e objetivo!
Com esses dados dá pra ter uma ideia básica da “ralação” para os engenheiros.
Tudo de bom a vocês, e sorte no caminho a seguir! :bigups:
FCelso
Participante@SANDROMS wrote:
@FCelso wrote:
– Custo?
– Tempo (burocrático)?
– Tempo (dedicação aos estudos)?Acrescento um item:
– Empregabilidade durante o processo
Repetindo a pergunta pra Patinha, com o complemento do Sandro:
– Custo?
– Tempo (burocrático)?
– Tempo (dedicação aos estudos)?
– Empregabilidade durante o processo?E boa sorte ao MRodolfo!
FCelso
ParticipanteOlá Patinha!
Seria possível você postar aqui uma ideia resumida do processo de validação?
– Custo?
– Tempo (burocrático)?
– Tempo (dedicação aos estudos)?Alguma outra característica que vocês considerem importante no process.
Pergunto isso porque já li em fóruns que chega a 5 anos e CAD $100 mil, e gostaria de poder dar um exemplo mais realista e concreto na palestra que será realizada em Porto Alegre.
Valew!
26 de julho de 2010 às 20:32 em resposta a: Apenas uma reflexão sobre nossa posição na sociedade Quebeca #40248FCelso
ParticipantePois é Cabeda,
Nada contra a IDEIA!
Mas tudo a favor da EXPERIÊNCIA! :lol:
Sobre as cestas, felizmente não precisei utilizá-las. Mas eu já ganhei bolsa do governo brasuca e canadiano. Isso ajudou muito na minha formação profissional. Agora pago imposto. E não vejo problema em quem usa as bolsas, seja fome, seja banco de alimentos, de acordo com a necessidade. Particularmente não recorreria a um banco de alimentos, caso não fosse realmente necessário. E necessidade, ao meu ver, é poder dar uma folga no orçamento apertado para poder dar o básico de dignidade (educação e conforto) para os filhos.
Uma pena que não podemos escolher para qual área direcionar nossos impostos :alright:
FCelso
ParticipanteAnúncio no Jornal Zero Hora de hoje:
CHANCE LÁ FORA
Informando da palestra e como se inscrever para participar.
Consta ainda informações sobre os requisitos:– Formação Nível Tecnólogo ou Universitário;
– Experiência profissional;
– Preferencialmente até 35 anos de idade;
– Conhecimento do idioma francês ou disponibilidade para aprendê-lo antes de imigrar.
Diz ainda que profissional de qualquer área pode se inscrever, MAS as prioritárias são:
– Enfermeiro;
– Estatístico;
– T.I.;
– Engenheiro Civil;
– Químico;
– Administrador;
– Contador;Pontos a levantar na palestra:
1) Creio que dessas áreas, somente T.I. não tem Ordem! Perguntarei quanto tempo demora para validar o diploma e quanto cu$ta.
2) Não é mencionado o valor da imigração, desde o processo até os meses sem trabalho (na área de preferência).
Ponto positivo: na divulgação do jornal deixa claro que é responsabilidade do interessado em conseguir emprego, ou seja, o governo não vai atrás das pessoas e pega na mão levando até as empresas :lol:
FCelso
ParticipanteOutro ponto:
CustoxBenefício para imigrar.
Cabeda, sabe me dizer quanto custa o processo de imigração completo para um solteirão como você? :lol: No CSQ qu eu pedi, tive que traduzir muita coisa, porque pedi por Montréal, e aí saiu mais caro.
Gostaria de comparar esse custo com o custo de uma especialização ou mestrado e curso de idioma (melhor qualificação) para o mercado local.
FCelso
ParticipanteUm exemplo de dados a serem mencionados (retirados da comunidade Brasil/Montreal)
Quebec gerencia mal sua imigração?
Québec gère mal son immigrationpar Laurence Nadeau
le 19/5/2010O Auditor Geral do Quebec, Renaud Lachance, entregou há alguns dias seu Relatório 2010-2011. Ele se debruçou sobre vários aspectos, incluindo a seleção de imigrantes trabalhadores qualificados feita no período de janeiro/2006 a fevereiro/2009.
De acordo com o Auditor, mesmo recebendo até 55 mil imigrantes por ano, o governo do Quebec calcula mal sua capacidade de acolher e integrar os milhares de recém-chegados ao mercado de trabalho.
Pior ainda, ele acredita que um em cada dois registros de imigração é mal avaliado pelos funcionários da imigração, mais precisamente em 48% dos casos.
A consequência disso, segundo o Sr. Lachance, é que o “critério de seleção de trabalhadores qualificados”, utilizado no Quebec é de uma “eficácia limitada” para assegurar o alinhamento com as necessidades do mercado de trabalho.
Entre os fatos expostos pelo Auditor, nota-se que apenas 9% dos candidatos selecionados apresentam perfil que atende às exigências nas áreas de formação pretendida pelo Quebec.
O Auditor destaca questões sobre os problemas de integração no emprego e a desqualificação vivida pelos imigrantes selecionados pela Imigração.
Por exemplo, em 2009, a taxa de desemprego entre os imigrantes no Quebec foi de 13,7% em comparação com 7,6% para a população nativa, e de 10,7% entre os imigrantes em Ontário. Ainda mais significativa é a taxa de empregabilidade para recém-chegados com formação universitária: 75,7%, ante 93% no resto da população com um currículo similar.
De acordo com o Auditor, o MICC “não usa os indicadores socioeconômicos para identificar a real capacidade do Quebec. Um indicador que poderia ser o nível de integração no emprego desses imigrantes qualificados”.
Nos critérios de análise em que o Quebec se pauta para selecionar seus imigrantes, Renaud Lachance notou a presença de elementos subjetivos.
“É necessário compreender que 40% dos casos foram admitidos pelo fator “adaptabilidade”. Segundo ele, é necessário ter balizas mensuráveis, como é o caso dos critérios da seleção federal.[/color]
(Tradução livre de Mariana Estevam, do texto original em francês “Québec gère mal son immigration”, de Laurence Nadeau – le 19/5/2010)
_________________
Mariana Estevam(http://www.brasmontreal.net/forum/viewtopic.php?f=4&t=1554)
FCelso
ParticipanteBoas Sandro,
Teu questionamento está incluso na lista
Também pretendo verificar quais profissões serão tidas como prioritárias e quanto tempo/custo teremos até realmente podermos atuar, além de comparar o nível de desemprego Québec / RS e Québec / Brasil (já que o QC é uma nação :lol: ); tratarei também de mencionar o pequeno mercado interno deles, o alto nível de consumo deles e a dependência deles à economia dos EUA.
21 de julho de 2010 às 17:06 em resposta a: Apenas uma reflexão sobre nossa posição na sociedade Quebeca #40158FCelso
Participante@Cabeda wrote:
Por ultimo gostaria de fazer uma crítica mais generalizada a alguns comentários que eu vi aqui no tópico e a uma atitude tipicamente brasileira.
Vi várias pessoas dizendo que não deveríamos discutir, que o assunto é delicado, que isso que aquilo…. eu entendo que é JUSTAMENTE a falta de debate, a FALTA de interlocução crítica entre as pessoas que contribuiu SIGNIFICATIVAMENTE para o estado atual da sociedade brasileira.
Desde pequeno independente da classe social ou de educação, somos ensinados no brasil, que “discutir” é ruim, que “para mim, qualquer coisa ta bom” enfim, somos ensinados e doutrinados a NÃO debater a NÃO ter opinião, como se isso fosse algo ruim ou pecaminoso ( e ai entra sim, uma certa culpa judaica-cristão embuida na sociedade ).
Eu sempre admirei muito as sociedades protestantes que sempre tiveram um approach diametralmente oposto, estimulando o debate, estimulando o livre pensamento e estimulando opiniões conflitantes ( desde que obviamente um MÍNIMO de respeito seja mantido como estamos vendo aqui ) eu tenho certeza que isso SÓ engrandece a todos e permite que entendamos melhor a sociedade no qual estamos inserida, alem de obviamente nos permitir definir as linhas gerais sobre como queremos seguir nossa vida social.
Bueno Cabeda,
Tu deves conhecer o dito gaudério, “dou um boi para não entrar na briga e uma boiada pra não sair”. Aqui no RS o pessoal tem por hábito debater vários assuntos, desde o clima, futebol, mulher, cerveja, política… Eu já fui mais adepto deste tipo de abordagem, que é a de debater para criar massa crítica. Entretanto, julgo que isso é bastante proveitoso quando podemos REALMENTE influenciar na tomada de decisões, ou ainda, DECIDIR realmente.
Assim, te recomendo cautela quando chegares ao mundo desenvolvido monréééalense, pois se esperas chegar lá, participar de uma sociedade crítica, debater, participar e, principalmente, INFLUENCIAR a tomada de decisões… podes acabar dando com os burros na água. Podes inclusive te frustrar quando chegares a seguir tua carreira de político, sendo talvez presidente da nação quebeca e notando que um percentual muito baixo de eleitores realmente participa das eleições e que a situação real de vida do quebequense não é influenciada sobremaneira pelas decisões de governo, mas antes pelas relações de comércio com os ingleses do sul (também chamados EUA).
Aqui nesse ambiente virtual, as questões debatidas são importantes para conscientizar o futuro imigrante. Mas daí assumir que o quebeca médio dá mais valor à formação de massa crítica… acho brabo! Via de regra, os caras têm por hábito o consumismo vindo dos EUA, o princípio de fazer as coisas da maneira mais fácil possível, evitar de se incomodar ao máximo e ter tempo disponível para fazer suas quebequices (ver TV com programas do nível do Faustão, passeios de carro em cidades pitorescas, aproveitar os terraços no verão, ficar bebaço nas festas na casa dos amigos). O hábito que os quebecas têm de criar um ambiente de discussão entre amigos, bastante comum nos 6 meses que dura o inverno e seus intersíticos, nada mais é do que uma maneira de passar o tempo enquanto aguardam ansiosamente pelo tão querido verão chuvoso!
Em tempo: podes criticar o jeitinho brasileiro de fazer as coisas, mas de experiência própria, a nossa criatividade é bastante elogiada nos países desenvolvidos. A questão é utilizar isso para fazer as coisas evoluirem, e não simplesmente para proveito próprio.
P.S. Precisamos marcar um outro encontro etílico para fazer as ideias fluirem melhor e mais ao estilo quebeca de reunião. Aí cada um leva sua bebida e suas comidas :discuss:
19 de julho de 2010 às 20:50 em resposta a: Apenas uma reflexão sobre nossa posição na sociedade Quebeca #40098FCelso
ParticipanteBoas Cabeda,
Tocaste num ponto importante, a preparação do imigrante qualificado ANTES de ir para o futuro que o aguarda. Acho que aqui entra aquela tendência do brasileiro em dizer “vamos ver no que dá” e “qualquer coisa, damos um jeito”. Sem planejamento, somente conseguindo pagar as contas do processo de imigração e a passagem, sem falar direito nem inglês nem francês… tem gente agindo assim e levando os filhos para passar dificuldade. No meu ponto de vista, ir pra lá, do jeito que pregam nas palestras do ministério da imigração, é muito arriscado.
Sair do país de origem sem pelo menos ter contactado possibilidades de trabalho, ou pelo menos ter uma ideia bem fundamentada do mercado de trabalho, é dar espaço para as adversidades! Eu mesmo, sempre que posso, sugiro ao pessoal tentar um trabalho temporário, para experimentar a vida em geral, ganhando e pagando na moeda local. Mas aí o pessoal vai entrar na mesma estória, que é muito difícil, que não dá, etc… etc… etc… Se não fosse possível, nem eu, nem o Omar (o médico que tu conheceu) não teríamos ficado 1 ano (eu) e 2 anos (ele) recebendo bolsa do governo do Canadá/Québec. Isso sem contar os outros 13 brasucas que tinham a mesma bolsa que eu no mesmo ano e mais 6 no ano seguinte.
17 de julho de 2010 às 00:30 em resposta a: Apenas uma reflexão sobre nossa posição na sociedade Quebeca #40046FCelso
ParticipanteBoas Cabeda,
Já fiz uma reflexão aprofundada do tema, inclusive me olhando bem no espelho, para até refletir melhor
No final das contas, o que percebo para o imigrante qualificado, ou seja, aquele imigrante que vai para o Québec buscar emprego para trabalhar honestamente, terá pela frente uma dura missão, que é lutar não apenas pela seu próprio emprego, mas também para o reconhecimento dessa espécie de imigrante, que difere muito dos imigrantes refugiados, e mesmo classes menos favorecidas do próprio Québec.
Do ponto de vista do governo, o objetivo em aceitar imigrantes, sejam eles do tipo que for, é obter o crescimento demográfico positivo. E quando temos levas e levas de imigrantes qualificados chegando com seu próprio dinheiro para tentarem se estabelecer no Québec, isso nada mais é do que um investimento sem risco para o governo Quebequense. Se o imigrante qualificado conseguir seu emprego, ele ficará na província (pelo menos um tempo), pagando os impostos; se o imigrante não conseguir emprego, quando acabar a grana que levou, ou trabalha no que aparece (que nos levaà primeira situação novamente) ou fica em condições mínimas se virando com o que o governo dá aos pobres, ou ainda retorna ao país de origem. O governo, nunca perde.
FCelso
ParticipanteRecebi hoje por e-mail, pena que não poderei ir, pois tenho aula nessa hora! :alright:
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