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  • em resposta a: Academias em Ville de Québec #44675
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    Mesmo assim, DUQ11, escolha bem porque não é a mesma coisa treinar olhando para o exterior com sol e treinar olhando para fotos e telas de TV.

    em resposta a: PORTO ALEGRE 15 DE MAIO DE 2011 #44674
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    Po mim mantenho 14h, pois é antes mesmo do jogo. Depois, vira o tendéu na cidade (trânsito).

    em resposta a: Montreal – nem tudo sao flores #44646
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    @Filipevsm wrote:

    Eu vejo a emigração em geral, pode ser pro Canadá, Austrália, Egito, Brasil (por que não?)… como uma opção que a pessoa dá a si mesma de TROCAR sua realidade por outra.

    Exatamente Filipe!

    Outro dia apreceu uma reportagem (de uma série) sobre imigração para Porto Alegre (RS), e relatava a estória de um casal (ele, alemão e ela, espanhola) que escolheu POA a partir de um estudo de imigração que se baseou, entre outros itens, na facilidade de integração com a sociedade local e o clima.
    Acredito que seja assim mesmo, cada um escolhe (quando pode escolher – é o caso dos trabalhadores qualificados imigrando) o que acredita ser melhor para si mesmo.

    Abraço,
    Fabrício

    em resposta a: PORTO ALEGRE 15 DE MAIO DE 2011 #44645
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    BLZ Neila

    Definam por aí, mas pra mim esse solzinho de outono não faz nem cócegas, mesmo às 12h :mrgreen:
    Quem sabe buscamos as sombras para os mais canadenses, ainda levando um protetor solar? :alright:

    em resposta a: Academias em Ville de Québec #44644
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    Tem a do PEPS (educação física) na ULaval, que tem um preço bom, em torno de CAD$ 300.00 por semestre (pacotes completos – musculação, natação, corrida, esportes coletivos, etc), mas tem a característica de ser fechada, sem visão do exterior, dando a impressão que estamos dentro de um abrigo nuclear do exército.
    Tem uma outra academia no centro de compras Place de La Cité, que tem vista para o exterior, com musculação e exercícios aeróbicos, mas o preço é mais caro, em torno de CAD$ 200.00 ao mês.
    Preços de abril/maio de 2008.
    Bom treino! :bigups:

    em resposta a: PORTO ALEGRE 15 DE MAIO DE 2011 #44629
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    E não seria mais adequado um pouco mais cedo tipo 14h?

    Ao menos pra mim ajuda bastante uma vez que gostaria de ir de bicicleta e voltar ainda com sol (caso se mantenha o clima atual).

    Abraço,
    Fabrício

    em resposta a: Montreal – nem tudo sao flores #44555
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    Boas pessoal,

    O que me deu a impressão, pela mensagem de Fsouza, é que sua mensagem tem um tom de descontentamento, possivelmente por estar na fase onde a realidade começa a aparecer e as expectativas de país de primeiro mundo estão ficando para trás.
    Vou citar aqui um editorial de um jornalista gaúcho (David Coimbra, jornal ZH) que tratava outro dia do desenvolvimento de nosso estado. Ele fez um contraponto com o exemplo de colaboração entre Gramado e Canela, onde temos nível de primeiro mundo (limpeza, organização, respeito inclusive no trânsito, segurança) obido a partir da aproximação dos poderes públicos de ambos os municípios e da continuidade dos projetos, independente do partido que está no governo. No outro lado, temos o restante do estado, onde um partido não dá continuidade aos projetos do outro, e muitas vezes utiliza os recursos para desfazer o que tem possibilidade de funcionar. Isso, segundo o jornalista, tem deixado o estado para trás nas tabelas de classificação em relação a outros estados.
    Contextualizando com o tema em questão nessa discussão, no RS temos a metade Sul empobrecida e, atualmente a região da serra (Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha, ramado, Canela), do planalto médio (Passo Fundo, Lagoa Vermelha) e metropolitana (Porto Alegre Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo) como as mais desenvolvidas e com possibilidades de avanços.
    Em relação à limpeza e organização, as cidades menores, com colonização Alemã e Italiana são as mais bem colocadas. A Capital, devido ao maior número de pessoas, inclusive SEM EDUCAÇÃO, tem locais muito degradados. Mas há também locais muito bem conservados, ilustrando o clássico brasileiro, que é o contraste.

    Abraço,
    Fabrício

    em resposta a: Ja se esqueceram da realidade no Brasil? #44439
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    Boas pessoal,

    Uma pena que o colega P.A.G. modificou a mensagem, assim fico sem saber o que realmente foi escrito e fico sem meu direito de resposta. Mas vamos tocando o barco, pois não perderei o sono por isso.

    Como já mencionei em outra mensagem, tenho um sentimento de dever moral em relatar e compartilhar o que tenho de experiência no QC ou mesmo no Brasil (depende do assunto a ser tratado), pois eu experimentei a vida real no QC, recebendo em moeda local, trabalhando e convivendo diariamente com os nativos locais e com imigrantes e estrangeiros, experimentando atividades e modo de vida local (experiência essa que também tenho em outras partes do Brasil e da América Latina).

    Muitos imigrantes (acredito que seja a maioria) usam as informações da comunidade para fazerem o processo de imigração e, depois que saem do Brasil, desaparcem da comunidade. Não que sejam obrigados a contarem suas experiências, mas seria interessante ter informações sobre o que acontece depois da chegada “à terra prometida”.
    Me manter colaborando com essa comunidade é o mínimo que julgo ser possível de eu fazer, pois meus estudos no Brasil foram pagos pelo governo brasileiro com os impostos dos trabalhadores no Brasil (que podem ser futuros imigrantes no Canadá) e meu estudos no Canadá foram pagos pelo governo canadense com os impostos dos trabalhadores no Canadá (que podem ser imigrantes do Brasil no Canadá).

    Particularmente acredito que a abertura do Canadá aos imigrantes se dá por necessidade de manter a população em crescimento e a economia funcionando. Por isso, recomendo muita pesquisa e cautela antes de embarcar no processo de imigração. Muitos desavisados relacionam qualidade de vida com o salário maior que teriam no Canadá em relação ao Brasil para a mesma posição de trabalho. Esquecem, entretanto, de colocar na balança outros pontos, muitas vezes subjetivos, que podem tornar a satisfação pessoal (felicidade) impossível. Nesse sentido, sempre tenho recomendado que os interessados em imigrar busquem uma forma legal de trabalhar temporariamente no país de interesse, de modo a farezem um “test drive” e obtem suas próprias impressões (“nossa, como é legal andar em ciclovia num lugar onde há respeito no trânsito” ou “puxa vida, como a carne do churrasco custa cara, e o sabor não é o mesmo daquele que eu gosto”).

    Para quem quer um pouco mais da realidade do QC, sugiro que busque no Orkut (sempre com o senso crítico ligado) a comunidade “O Québec na Vida real (o retorno)”, pois há colegas lá que tratam dos assuntos e problemas atuais do QC de maneira realista.

    E, só para constar, é bem o que a Baratinha escreveu (sobre quem se decepciona). Não fazem o “tema de casa” e esperam ter sucesso nos seus objetivos??? Meio contraditório, não???

    Abraço,
    Fabrício

    em resposta a: Reportagem Globo Imigração Brasil-Canadá #44390
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    Oi Patinha,

    Acredito que as mensagens aqui não estão fora do tópico, pois estamos tratando de como é a vida no QC, mesmo depois de um tempo de imigração!

    Terminei de ler no teu blog a postagem a respeito da mudança a Sete Ilhas (Sept-Iles). Na minha prospecção desde a Cidade do Québec, não cheguei a esse nível nórdico, cheguei apenas a Les Escumins, mas já me deu uma ideia da vastidão de terra e água e da baixa densidade populacional. O que estou considerando um tanto fora do padrão é a temperatura ser menor apenas 5oC (média) do que em Montréal… Em Qébec já é menos que isso no dia a dia… Eu colocaria aí pelo menos uns 10oC para garantir na hora de se proteger do frio e, especialmente do vento que, por ser no litoral e em local aberto, deve afetar mais… Mas também depende da parte da cidade onde vocês estarão. Ah, e lá em Québec o pessoal já usava o auto para tudo, mais para cima duvido que saiam muito no mundo exterior… :alright:
    O que não esperava era um custo tão alto nos itens como aluguel e hospedagem, visto que a cidade é pequena… Mas ao menos ainda poderão economizar um pouco em relação a Montréal.
    Ah, a sua exectativa de tempo de deslocamento entre Sheldrake e Sept-Iles pode ser melhorada, uma vez que o pessoal da polícia rodoviária lá pra cima não controla muito o limite de velocidade; pode andar a 120 ou 140 sem ser incomodado (ou mais se quiser – fiz o teste de Montréal a Québec andando a 180 km/h e nada da polícia).

    Novamente, meus votos de sucesso!

    OBS: Infos da Wiki para Sete Ilhas

    http://fr.wikipedia.org/wiki/Sept-%C3%8Eles

    Infos básicas: 25 mil habitantes
    Clima: Marítimo frio

    Abraço,
    Fabrício

    em resposta a: Ja se esqueceram da realidade no Brasil? #44388
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    Boas pessoal,

    Existem realidades e realidades, tanto brasucas como canadianas…
    De experiência própria, fui ao QC, fiquei 1 ano experimentando, voltei ao Brasil (RS) e, depois de 1 ano aqui no RS (tempo para usar o CSQ) desisti de imigrar. Tenho noção do que acontece em diversos lugares e digo a vocês, é questão de se habituar e atuar de modo a contornar os problemas. Pode ser que, no meu caso, eu esteja mais familiarizado com as condições do RS, por isso me sinto mais confortável com esses problemas do que aqueles que encontrei no QC.

    Existem relatos como o do Sandro aqui da comunidade que, depois de quase 2 anos de QC voltou ao Brasil em visita e não teve o choque que muitos outros alertaram que aconteceria.

    Cada caso, é um caso.

    em resposta a: PORTO ALEGRE 15 DE MAIO DE 2011 #44370
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    ainda não sei, vai depender dos demais compromissos e da pauta proposta para o dia! :discuss:

    em resposta a: Reportagem Globo Imigração Brasil-Canadá #44369
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    Os idiomas do país (inglês e francês) são as ferramentas básicas que o imigrante precisa dominar. Se for fluente em outras línguas (português e espanhol, por exemplo), tem diferencial!

    Particularmente eu não faria um processo de imigração sem, pelo menos, estar proficiente em um dos idiomas nativos do país.

    Mas cada um, cada um! :discuss:

    em resposta a: Reportagem Globo Imigração Brasil-Canadá #44297
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    @Patinha11 wrote:

    Vale a pena??
    Excelente pergunta!!

    A idéia é sacrificar agora para obter poder de negociação para depois escolhermos onde viver.
    :hooray:

    Boas Patinha,

    Pelo que tenho lido e ouvido, grande parte do pessoalque imigra acredita que a geração atual faz a imigração e se sacrifica para que os filhos e/ou netos possam ter melhores condições de vida. Isso genericamente falando.

    Particularmente, no caso de vocês, que tenho acompanhado meio de longe, com uma leituras aqui e ali, percebo que vocês estão andando nos trilhos, muito bem informados e realizando os ideais aos poucos. Quanto a mudarem de cidade e tals… É de cada um; eu por exemplo adoraria morar numa cidade pequena, mais calma e tranquila. O salário lá, com certeza vai render mais. Mas entendo que tem pessoas que gostam do fusuê. Desejo sorte e que colham em dobro o que estão plantando! :bigups:

    Abraço,

    Fabrício

    em resposta a: Reportagem Globo Imigração Brasil-Canadá #44115
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    Acredito que se estivessem mesmo precisando tanto dos profissionais qualificados, o caminho seria outro: contratar estrangeiros com visto temporário de trabalho. Continuo com a ideia de que o QC quer aliciar novos contribuintes para manter o sistema ativo, e é só.

    em resposta a: Um artigo interessante para ler e refletir! #43940
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    Excelente mensagem Carlos.

    Concordo plenamente com a posição do Francisco. Felizmente tive a possibilidade fazer o “test drive” em um ano no país (QC), conhecer o máximo que foi possível, inclusive com rendimentos na moeda local e depois voltar para o Brasil e decidir por não seguir na empreitada da imigração. Hoje (2 anos depois) ainda percebo que foi a escolha correta.
    A minha sugestão ao pessoal que pretende imigrar é sempre a mesma, procurem realizar um trabalho temporário ou estudo, antes de decidirem imigrar. Além de ajudar no processo de imigração, ajuda no idioma, na formação de contatos e, o mais importante no meu ponto de vista, a experiência de estar no lugar de interesse, com tudo que há de bom e ruim.
    Não pensem que não gosto do Canadá, gostei muito da minha experiência, tanto na recepção pelos locais muito hospitaleiros, assim como imigrantes de diversos países, a relativa organização da sociedade e outros tantos pontos positivos. Mas, colocando todas as variáveis na equação, a balança pendeu para o meu Rio Grande do Sul :lol:

    Abraço,
    Fabrício

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