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FCelso
ParticipanteBoas pessoal,
Listinha para o encontro no Vitorio (Bier Keller), ou em qqer outro luga que tenha cerveja de boa qualidade e seja a prova de intemperies –
– Fabricio e patroa (depende do dia)
FCelso
ParticipanteOi Lilia,
Particularmente em relação ao NotCanada, concordo com o MRodolfo, é extremista do lado negativo. Do mesmo modo, também há extremos de altíssimo sucesso (dentro da interpretação do que seja sucesso para cada um) do lado positivo.
O que tenho dito muitas vezes por aqui é que pode-se pensar em utilizar os recur$o$ de imigração em projetos no Brasil (em vez de imigrar, por que não melhorar sua qualificação? Ou abrir um negócio aqui no Brasil? Quem sabe mudar para uma cidade menor?)
Menciono isso porque muita gente que imigra já parte da ideia que no Canadá conseguirá um salário maior para o mesmo emprego que tem no Brasil. Só que relacionar isso à qualidade e vida, é bastante imprudente!
Fundamental é buscar o que consideras importante para ti e teus entes queridos. E adiciono a isso, buscar o que é importante de modo racional e planejado. Quanto melhor preparada estiveres, maiores as chances de atingir teus objetivos.
Um abraço,
FabrícioFCelso
ParticipanteDemorou neila!
Fomos o Cabeda e eu. Cheguei lá 15h30min, e fiquei até às 16h20min. Depois de falar com o Cabeda, decidimos marcar outro encontro.
O Cabeda tem como nos colocar num grupo para o Bier Keller (Vitório). O lugar é fechado e restrito, portanto não tem problema de chuva (devíamos ter previsto essa possibilidade nesse último encontro).
Assim, a próxima tentativa fica proposta no Bier Keller (Rua Carazinho esquina João Abbot – mais detalhes após a confirmação dos interessados e do Cabeda).
Sugestão: quarta, sexta ou sábado a partir das 18h.Abraço,
FabrícioFCelso
ParticipanteColares,
Ao que parece é em frente ao moinho, inciando às 15h.
Na minha bicicleta tem uma placa traseira do Québec, então fica fácil de me identificar.FCelso
ParticipanteVamos ver se para amanhã esse clima primaveril quebeca colabora!
FCelso
ParticipanteCom certeza Ventura. Inclusive fiquei agradavelmente surpreso ao saber que existem muitas usinas hidrelétricas no QC, pois isso é uma descentralização da produção. A parte ruim é que a distribuição é centralizada e praticamente todos os reservatórios sofrem os efeitos do inverno (além das linhas de transmissão). Há também os problemas relacionados aos nativos cujo território foi alagado/confiscado, mas isso não é diferente do que temos em outras partes do mundo. Mesmo no Brasil temos uma matriz fortemente hidroelétrica, com as vantagens e desvantagens desse tipo de geração de energia.
Abraço,
FabrícioFCelso
Participante@Ventura wrote:
Então, os riscos maiores estão relacionados com a rede de distribuição e não com o tipo de geração. Concordo que tudo que é centralizado ou sem diversificação pode gerar um colapso em cadeia. Mas no caso da geração e distribuição de energia podemos dizer que o maior risco esta no colapso da distribuição porque os sistemas de geração estão todos interligados à rede.
Sim Ventura, em relação aos desastres naturais temos a fragilidade dos sistemas de disrtibuição. Entretanto, a diversificação e descentralização da produção da energia, com produção e consumo locais, tem sido uma tendência. Essa estratégia é fortemente defendida pelos EUA (evidentemente devido ao aspecto militar) e pelos promotores/entusiastas da economia do hidrogênio (células a combustível e correlatos). Até onde sei, no Brasil a Itaipu tem projeto nessa área, para eletrolisar e armazenar hidrogênio em época de alta produção (cheias) e produzir energia para a rede através das células a combustível em períodos de baixa produção (estiagens). No QC, até onde meu limitado conhecimento vai, não há projetos nesse sentido.
Abraço,
FabrícioFCelso
ParticipanteBoas, no meu caso é 120 km/h e tá tranquilo 15h; 14h chego no parque e dou umas pedaladas pela região, um saúde no copo e tô pronto pra dar a real do QC aos colegas de comunidade.
Cabeda, se quiser chegar antes, me dá um toque!
Falow!
FCelso
Participante@Ventura wrote:
Na verdade a geração da energia propriamente dita é apenas uma parte do processo, porque a distribuição e muito mais complicada… e no caso da Churchill Falls acredito que ela continuará precisando da Hydro-Quebec para poder vender sua energia.
A Hydro-Quebec é uma excelente empresa e uma das maiores do mundo em geração de energia. Se existe alguma empresa que os Canadenses deveriam se orgulhar, esta é uma.
Boas Ventura,
O que acho muito arriscado é a empresa se basear (mas de 70%) em energia hidroelétrica, e não se puxar para diversificar nos modos de geração de energia. O risco de falha no fornecimento é mais alto (embora na HQ seja até menor que no BR porque está bem descentralizada a geração). O problema que isso pode causar é semelhante ao que já aconteceu há alguns anos no QC, pane de energia e alguns dias de inverno sem energia. E isso é bastante ruim, além de perigoso. Aqui no BR, faltou energia, você acende uma vela e vai jogar carta com os amigos. No inverno do QC, não é por aí! Isso, referente à questão técnica. Na administração, bom, isso nem tenho opinião formada, pois eles que se resolvam :lol:
Também acho que os canadenses deveram se orgulhar da QH, mas… o QC não é o Canadá, e os canadeses têm inveja dos quebecas nesse ponto; pelo menos foi a impressão que tive, conversnado com pessoas de ambas “nacionalidades”.
Abraço,
FabrícioFCelso
ParticipanteVentura,
Me recordo que houve um debate sobre a produção de hidroeletricidade no Labrador e isso ser na verdade de Québec. Pelo que tem de informação (wiki 2007), o QC compra em torno de 14% da energia de Churchill Falls (Labrador) e mais um pouco de outros lugares.
http://en.wikipedia.org/wiki/File:HQ_supplies_2007.svg
Eu acredito que não seja auto suficiente todo o tempo, pois quase 93% da energia é de fonte hidrelétrica. É parecido com o Brasil nesse ponto, a diferença principal é a escala. Tanto a população do QC como a energia produzida, é bem menor que no Brasil. Entretanto, comparando por estados, por exemplo, o QC gera em torno de 37 GW para 8 milhões de habitantes, com consumo de 38 GW, enquanto o RS gera em torno de 15 GW para 11 milhões de habitantes com 20 GW de consumo.
De fato, o quebeca consome muita energia, até pelo baixo preço que pagam:Champion mondial
De fait, malgré la popularité des programmes d’efficacité énergétique, qui dépassent les objectifs fixés par Hydro, le Québec a la plus importante consommation d’électricité par habitant au monde. Selon la plus récente version du rapport L’énergie au Québec (2004), la province affiche une consommation de 30 687 kWh par habitant, soit plus que la Norvège (27 595 kWh) et l’Islande (25 149 kWh). Et près du double de la Suède (17 154 kWh) et de la Finlande (16 588 kWh).
FCelso
ParticipanteEm não chovendo, que tal às 14h no Saúde no Copo?
FCelso
Participante@Ventura wrote:
Fcelso,
Imagino que ela deva ter contado uma historia bem antiga, pq a Hydro-Quebec vende energia para outras províncias e para os EUA desde 1972.
Sobre o congelamento dos lagos é bom lembrar que so uma pequena camada superior se congela e que os lagos servem como reservatorio que permite as usinas funcionarem tanto em tempo de estiagem (falta de chuvas) ou devido a paralisação do suprimento de agua devido ao inverno. Como exemplo podemos citar a epoca do Apagao no governo FHC, que foi causado por dois anos seguidos de estiagem… o lago de furnas chegou ao seu menor nível da historia, mas mesmo assim continuou gerando energia… porem menos.
Abs.Ventura
Sim! Data da época de criação da HQ. A professora mostrou um filme chamado “os construtores da água” (Les bâtisseurs d’eau) e falou da política e tratados da época. Só que naquele tempo, ao que informou a professora, a capacidade de produção no inverno caía muito, então eles importavam energia elétrica via fonte nuclear dos EUA. Hoje não sei como está! Mas não deve ter mudado muita coisa (visto a velocidade de desenvolvimento no QC), as usinas são pequenas e distribuídas em diversas partes da região da Côte-Nord.
Abraço,
FabrícioFCelso
ParticipanteOi Ventura,
Quem contou essa estória foi a professora da francisação. E note bem que é no inverno que isso acontece, pois os lagos congelam e não tem como produzir energia (hidroelétrica).
FCelso
ParticipanteA minha opinião, baseada no que verifiquei até 250 km acima da Cidade do Québec e com imagens do Google, é que dessa região para cima, só tem área nativa e com bastante tendência a acumular gelo por pelo menos 6 meses. Quanto mais ao norte, mais tempo de gelo. Vejam a história do desenvolvimento da energia elétrica (HidroQuébec), que foi realizada pelas empresas americanas em áreas que ficam congeladas boa parte do ano. Quando produzem energia (verão), vendem para os EUA a preço módico. Quando congelam, é preciso importar dos EUA…
Tem que dar muito incentivo ($) para as pessoas “viverem” nessa região. Vejam as fotos de Yellowknife por exemplo.FCelso
ParticipantePois é, no meu caso, me sentia um hamster treinando para não sei o quê!
:lol: -
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