mrodolfo

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  • em resposta a: Item 11 – Compétences linguistiques #48648
    mrodolfo
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    Não é isso, não, Educardo.

    A questão chave são os custos para o Québec do processo todo de inserção de um imigrante, desde a solicitação até ele estar apto ao mercado de trabalho.

    Algumas considerações:

    – os testes oficiais vão “oficilalizar” a quantidade de pontos de cada candidato e por muitas vezes as entrevistas não serão necessárias (vejam “Selection sur dossier” no GPI);

    – as pessoas chegando aqui melhor preparadas no francês reduzirá os gastos com a francisação presencial, podendo o foco ser colocado sobre a FEL;

    – não existe ajuda de custo quando a francização não é presencial e em tempo integral;

    – pessoas colocadas mais rapidamente no mercado de trabalho reduz os gastos com assistência social, que todo RP pode pedir após 3 meses

    É claro que esses gastos apenas trocaram de bolso. Quem paga agora são os próprios candidatos… :alright:

    Keep moving foward…

    em resposta a: Federal a partir de 01-dez-2011 #48640
    mrodolfo
    Participante

    Pessoal,

    Vamos manter organizada a nossa bagunça.

    Existe um tópico para comentar as mudanças no quesito de competências linguísticas da etapa provincial (que não é este tópico) e outro para comentar as mudanças na etapa federal (que é este tópico).

    Aos moderados, peço que ajudem a reclassificar as mensagens.

    em resposta a: Item 11 – Compétences linguistiques #48636
    mrodolfo
    Participante

    Eu sempre achei mais fácil pegar a Grille de Séléction do GPI e fazer as contas na mão.

    Em todo caso…

    em resposta a: Item 11 – Compétences linguistiques #48633
    mrodolfo
    Participante

    Pessoal,

    Dei uma olhada no GPI e a pontuação não mudou. Para aqueles que nunca abriram o GPI, existe até uma tabela de correspondência das notas dos exames e os pontos atribuídos.

    Tenham o Guide como livro de cabeceira…

    em resposta a: Item 11 – Compétences linguistiques #48596
    mrodolfo
    Participante

    Recomendo àqueles que acabaram de enviar a documentaçao e ainda nao tiveram a confirmaçao de abertura de seus processos abertos que entrem em contato com o BIQ e informem-se a respeito.

    em resposta a: Novas regras? Todo pedido deve ser enviado para CIO Sydney? #48583
    mrodolfo
    Participante

    Com relação às traduções, já verificaram se vocês podem traduzir os documentos com um tradutor daqui do Québec, membro da OTTIAQ?

    Se for permitido, pode ser que saia mais barato que traduzir no Brasil…

    em resposta a: Novas regras? Todo pedido deve ser enviado para CIO Sydney? #48565
    mrodolfo
    Participante

    Apenas peço que fiquem atentos com relação às traduções para o processo Federal. O representante de Québec responde pelo BIQ e não pelo CIC.

    Recomendo que entrem em contato com o CIC e peguem a informação oficial. O processo será, provavelmente, triado no CIO. Se faltar documentação, pode ser que nem vá para frente.

    Informem-se nas fontes oficiais.

    em resposta a: Item 11 – Compétences linguistiques #48533
    mrodolfo
    Participante

    O processo é todo por pontos. Se não atingir a pontuação mínima no exame preliminar, a DCS pode ser recusada e o processo finalizado. Diz o GPI:

    “4.2.2 Exigences à l’étape de l’examen préliminaire

    Le candidat doit satisfaire aux conditions suivantes pour se qualifier :
    – obtenir au moins 2 points au critère Niveau de scolarité du facteur Formation, c’est à dire détenir minimalement un diplôme d’études secondaires générales ou professionnelles (VOIR GPI 3-1, SECTION 3.3.1.1);
    – satisfaire au seuil éliminatoire d’employabilité. Le seuil qui s’applique à cette étape est le suivant :
    – 42 points pour un requérant seul;
    – 50 points pour un requérant accompagné de son époux ou conjoint de fait.
    Ce seuil s’applique aux facteurs Formation, Expérience, Âge, Connaissances linguistiques, Séjour et famille au Québec, Offre d’emploi validée et, le cas échéant, Caractéristiques de l’époux ou du conjoint de fait qui accompagne.

    – satisfaire au seuil de passage à l’étape de l’examen préliminaire. Le seuil qui s’applique à cette étape est le suivant :
    – un minimum de 49 points pour un requérant seul;
    – un minimum de 57 points pour un requérant accompagné de son époux ou conjoint de fait.
    Tous les facteurs sont pris en compte à l’étape de l’examen préliminaire, à l’exception du facteur Adaptabilité.

    – obtenir 1 point au facteur Capacité d’autonomie financière, c’est-à-dire avoir dûment rempli, signé et joint à sa demande le Contrat relatif à la capacité d’autonomie financière.”

    A decisão de enviar ou não os exames é do candidato. Os riscos, também…

    em resposta a: Novas regras? Todo pedido deve ser enviado para CIO Sydney? #48532
    mrodolfo
    Participante

    Pessoal que está para começar o Federal, segundo o documento

    http://www.cic.gc.ca/francais/information/demandes/guides/FG7TOC.asp#fg76

    é necessário o envio das traduções para Sidney:

    “Traduction de documents

    Tout document qui n’est ni en français, ni en anglais doit être accompagné :

    – de sa traduction française ou anglaise; et
    – d’une déclaration sous serment du traducteur et
    – d’une copie certifiée conforme du document original.
    Note : Une déclaration sous serment est un document dans lequel le traducteur prête serment du caractère véridique de la traduction et de la représentation du contenu du document original. Cette déclaration se fait en présence d’un commissaire autorisé à faire prêter serment dans le pays où réside le traducteur.

    Renseignements importants. Les traductions faites par des membres de la famille ne sont pas acceptées.”

    Alguém poderia entrar em contato com o Consulado em SP e tirar a dúvida.

    em resposta a: Item 11 – Compétences linguistiques #48530
    mrodolfo
    Participante

    Pessoal,

    O GPI foi atualizado… Lembram-se de quanto falei que ele deveria ser o lilvro de cabeceira daqueles que ainda não possuem o CSQ? :x

    Vamos lá, informações OFICIAIS:

    3.3.4 Facteur 4. Connaissances linguistiques

    Depuis le 6 décembre 2011, tous les candidats du programme Travailleurs qualifiés qui souhaitent obtenir des points pour leurs compétences linguistiques en français (requérants et conjoints) et en anglais (requérants seulement) doivent joindre à leur demande d’immigration des attestations de résultats reconnues par le Ministère. Cette nouvelle exigence s’applique aux demandes reçues à partir du 6 décembre 2011.

    La date de réception de la demande correspond à la date inscrite (tamponnée) par la MICC sur la Demande de certificat de sélection (DCS) au moment de la réception de la demande. En outre, pour être considérée comme ayant été reçue par le MICC, la DCS doit être dûment remplie, signée et accompagnée des frais exigibles.

    3.3.4.1 Critère 4.1 : Français
    Évaluation du français par le fonctionnaire à l’immigration
    Les candidats (requérants principaux et les conjoints), qui souhaitent voir évaluer leurs compétences en français, doivent soumettre, au moment de la présentation de leur demande d’immigration, leur attestation de résultats pour un des six tests d’évaluation du français reconnus par le MICC, soit :

    – le Test d’évaluation du français adapté pour le Québec (TEFaQ) de la Chambre de commerce et d’industrie de Paris (CCIP);

    – le Test de connaissance du français pour le Québec (TCFQ) du Centre international d’études pédagogiques (CIEP).

    – le Test d’évaluation du français (TEF)* de la Chambre de commerce et d’industrie de Paris (CCIP);

    – le Test de connaissance du français (TCF)* du Centre international d’études pédagogiques (CIEP);

    – le Diplôme d’étude en langue française (DELF) du CIEP;

    – le Diplôme approfondi de langue française (DALF) du CIEP.

    Les deux premiers tests, adaptés au Québec, évaluent uniquement l’expression et la compréhension orales (compétences évaluées par la grille de sélection actuelle).
    Les quatre autres évaluent aussi l’expression et la compréhension orales, en plus des compétences écrites (ces dernières ne sont pas évaluées dans le cadre de la grille de sélection actuelle).

    Le candidat qui choisit de présenter un TEF* ou TCF*, doit joindre à la fois les résultats de l’épreuve de compréhension orale et de l’épreuve d’expression orale.

    Un candidat qui ne présente aucun résultat de test standardisé reconnu n’obtiendra aucun point au critère Français. (negrito aqui de minha parte)

    3.3.4.2 Critère 4.2 : Anglais

    Les candidats (requérants principaux seulement), qui souhaitent voir évaluer leurs compétences en anglais, doivent soumettre, au moment de la présentation de leur demande d’immigration, leur attestation de résultats d’un test d’évaluation de l’anglais reconnu par le MICC, soit le « IELTS » (International English Language Testing System).

    Un candidat qui ne présente aucun résultat de test standardisé reconnu n’obtiendra aucun point au critère Anglais. (novamente, negrito de minha parte)

    O link oficial para o Capítulo 3 do GPI é o seguinte:

    http://www2.publicationsduquebec.gouv.qc.ca/dynamicSearch/telecharge.php?type=7&file=GPI-3-1.pdf

    Bon courage à tous qui ont été touchés par les modifications…

    em resposta a: Novas regras? Todo pedido deve ser enviado para CIO Sydney? #48506
    mrodolfo
    Participante

    João,

    Vou revisar as mudanças no processo para incluí-las no passo-a-passo. Pelo jeito e comunicado presente no site da CIC é isso mesmo que você mencionou:


    IMPORTANT NOTICE

    As of December 1, 2011, if you are applying under the Quebec Skilled Worker Program, you must submit your application to the Centralized Intake Office (CIO) in Sydney, Nova Scotia. Once you have gathered all required forms and documents listed in the Document Checklist, send your application to:

    Citizenship and Immigration
    Quebec Skilled Worker Program
    Centralized Intake Office
    PO Box 8888
    Sydney, Nova Scotia
    B1P 0C9
    Canada

    If the CIO determines that your application is complete, it will be sent to the appropriate CIC office for processing. The processing office will contact you for further documentation once they are ready to process your application.

    If your application does not include all of the documents and forms set out in the checklist, CIC will return it to you. Do not provide documents which are not listed in the checklist.

    Note: Applications that were sent prior to December 1, 2011 and that are received on or after this date at the visa office will be processed by the office as long they are complete.

    Como o pedido será tratado aqui no Canadá, acho bom traduzir todos os documentos. Mande uma mensagem para o CIO e nos conte a resposta.

    em resposta a: Bullying causa suicídio de Marjorie Raymond #48505
    mrodolfo
    Participante

    Fabiano,

    Obrigado.

    Nós pais temos muito trabalho…

    Vejo que a perda de valores não é muito diferente daquilo que vivíamos no Brasil, em Santo André. Nosso filho mesmo já havia tido a necessidade de literalmente socar um amigo na escola para se defender da intimidação. E ele o fez, como última medida. Depois disso, o garoto parou de encher o saco dele.

    Abraços,

    em resposta a: Bullying causa suicídio de Marjorie Raymond #48494
    mrodolfo
    Participante

    Prólogo: O POST É LONGO!

    Assim como o Carlos mencionou, a existência das redes sociais potencializou algo que sempre existiu, mesmo na vida escolar de nós que temos mais de 35 anos. Apenas se deu um nome à coisa.

    Muitas discussões estão ocorrendo, chamando-se diversos especialistas para opinarem. Uma das medidas que foi muito comentada na semana passada foi a expulsão do autor da intimidação. Isso, no fim das contas, não resolve o problema.

    Nós pais temos que ser vigilantes. O fato de sermos imigrantes aumente ainda mais essa responsabilidade. Temos em nossa casa um trabalho motivacional e de ajuste na autoestima das crianças que é diário.

    Vou relatar o caso que vivenciamos no ano passado. Não é estória que ouvimos ou lemos. Nós a vivenciamos.

    Quando nos mudamos, escolhemos viver em Ste-Foy em função das escolas internacionais, primárias, que existem no bairro. Nossos filhos foram matriculados na École d’éducation internationale Filteau, que fica na esquina do Chemin Ste-Foy, pois morávamos praticamente do lado da escola.

    Não temos nada a reclamar da escola sob a ótica do conteúdo ensinado. Já sob o ponto de vista de comportamento…

    A primeira coisa que nos chamou muito a atenção é que, naquela escola, as crianças eram obrigadas a fazer fila de entrada não importando o tempo que se fazia do lado de fora, chuva, sol ou neve. Para aqueles que não estão habituados, a maioria das escolas por aqui tem páteos exteriores descobertos e era ali que eles deveriam ficar. Detalhe “nazista”: apenas as crianças que não estavam no serviço de guarda eram obrigadas a ficar do lado de fora quando chovia. Reclamamos, sim, com a direção, sempre por escrito, e as respostam eram que ali as coisas eram dessa maneira. Não é por menos que meus filhos chegavam atrasados quando chovia, acompanhados por mim ou por minha esposa, e entravam pela secretaria nesses dias.

    Nossos filhos, um casal, tinham 9 e 7 anos. Não é uma idade à qual as crianças tem maturidade para entender algumas coisas que passam à sua volta sem a ajuda dos pais. Isso vale para os imigrantes e para os locais.

    A escola, por estar situada num bairro com poucos apartamentos, tem uma clientela mínima de imigrantes, ao contrário de sua co-irmã, a École St-Mathieu, que fica perto do Chemin des Quattre-Bourgeois. Em função disso, a Filteau não tem classe de acolhimento, o que é muito bom para a integração das crianças. O lado ruim é que as crianças locais não sabem muito bem lidar com os alienígenas…

    Não importando como a escola está organizada, todos os alunos não-francófonos tem direito às aulas de francisação. A de meus filhos acontecia no horário das aulas, em classe individualizada com professora especialista – a Mme Helène é ótima!, com “direito” a algumas saídas para trabalho complementar. Como uma crianças nessas idades reage a esses “privilégios”? É uma situação delicada.

    Como toda intimidação precisa de três ingredientes para ocorrer: o intimidador, o intimidado e a plateia. Retire um deles e a intimidação não ocorre. Pode haver um quarto elemento, o instigador, que exerce papel de liderança momentânea sobre alguém e o manipula para que esse se torne um intimidador. Estranho, mas foram exatamente filhos de imigrantes que manipularam crianças quebequenses para que essas intimidassem meus filhos.

    No caso de minha filha, uma garota muçulmana, da classe dela, manipulou as outras para que excluíssem minha filha do grupo e não a deixassem brincar com elas no intervalo. Ao percebermos uma pequena mudança nas atitudes dela e uma breve conversa, dissemos a nossa princesa como ela deveria proceder: reaja e diga que vai brincar independente do que as meninas disserem; caso não dê resultado, busca apoio no adulto responsável pela área; caso não funcione, procure a professora, sempre nos conte tudo. Na primeira vez, funcionou a reação e numa segunda, a procura à professora. Não tivemos mais problemas com ela.

    No caso de nosso filho, foi uma menina quebequense que começou a indimidá-lo no caminho entre nosso apartamento e a escola, gritando o nome dele e dizendo coisas que não compreendíamos. Isso passou a incomodar inclusive minha esposa, já que a garota nada dizia quando eu acompanhava os meninos até a escola. Depois, a garota virou responsável pela organização na subida de uma das escadas da escola e passou a barrar nosso filho sem que houvesse motivo. Ele mesmo reclamou com a vice-diretora e depois nós reforçamos a reclamação e a intimidação parou. Porém, num outro dia, ao retornarem para casa, essa menina o empurrrou e, ao se desequilibrar, ele acabou por empurrar a irmã que quase bateu a cabeça num hidrante.

    Logo cedo, no dia seguinte, escrevi uma mensagem à diretora, pois já estava morando em Montréal enquanto eles ficavam em Québec até o final das aulas. Escrevi tudo o que se passava e que podíamos trabalhar com ele toda a parte psicológica mas, quando a agressão física partia de uma garota, isso era algo que ele não poderia trabalhar sozinho (se fosse um outro menino nós já teríamos dito para ele arrebentar a cara dele!). Meu e-mail foi educado porém duro. A diretora me respondeu prontamente que estava fora da escola naquele dia e que já havia direcionado a solução a outra pessoa. Ao voltar do almoço, nosso filho me perguntou o que eu havia escrito pois todos os professores receberam um cópia e estavam comentando o caso.

    A direção chamou nosso filho e a garota para conversarem e foi quando ela disse que uma outra menina, que por vezes subia a rua com eles, ela vietanmita ou chinesa, que a instigava a fazer aquilo. Nosso filho disse que não tinha nada como a menina, a manipulada, e que gostaria muito de ser amigo dela. Minha esposa acompanhou toda a conversa. Veio, então, o que mais nos chocou: a direção da escola disse que se ambas não parassem com isso, chamaria os pais delas para conversarem! Como assim os pais dessas crianças não haviam sido envolvidos até então?

    Isso é o que acontece em algumas escolas daqui. Na busca de criar indivíduos autônomos, alguns pedagogos pecam ao se esquecerem que os responsáveis por passar valores para os filhos são os pais. Mas não posso dizer que isso acontece em todas as escolas.

    Desde setembro estamos em Ste-Julie, uma cidade a 30 km de Montréal. A escola das crianças apresentou mais ou menos o menos termos de comportamento que todas as crianças tem que seguir. O que mudou? A atitude do professor de meu filho. Já na reunião de pais ele avisou que, apesar da escola ter dois níveis de tolerância à intimidação – o primeiro vai um recadinho pequeno e no segundo faz-se um plano de ação com a criança e os pais, ele despesa o primeiro e parte logo para o segundo. Indimidação é algo que ele não tolera.

    Continuamos a fazer nossa vigilância. O trabalho de motivação e autoestima não pode cessar. Nossos filhos são pequenos, pouco se importam com o facebook ou outras mídias sociais. Eles apenas jogam os *villes da vida. Mas eles vão crescer…

    Não é um trabalho fácil.

    Penso que muita coisa vai mudar. Leis devem ser discutidas e aprovadas no curto prazo e uma penalização severa aos intimidadores vai ocorrer.

    Na minha opinião as comissões escolares deveriam criar canais para que os alunos ou seus pais pudessem reclamar e as próprias comissões deveriam acompanhar a solução dos casos. Expulsão não resolve o problema e trabalhar a tolerância com os jovens é que se torna imperativo. Trabalhos em ONGs podem ser uma grande alternativa.

    E continuemos à luta!

    em resposta a: Permis de conduire do QC no Brasil #48485
    mrodolfo
    Participante

    Shape,

    Existe uma lógica, sim, a começar pela sinalizaçao vertical que no Brasil é diferente de boa parte do mundo…

    em resposta a: Permis de conduire do QC no Brasil #48475
    mrodolfo
    Participante

    Seis meses, agora…

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