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JF
ParticipanteParabéns, Clamacedo!
Agora é só alegria… :-)Bom saber que o consulado está funcionando de alguma forma!
Que entreguem logo todos esses passaportes e comecem a nova leva de pedidos de exames médicos!JF
ParticipanteCleuber e Cris,
Me desculpe jogar um balde de água fria, mas se vocês realmente querem chegar no QC no 2º semestre de 2012, já estão atrasados no envio da documentação.
O processo do Québec pode durar de 1 a 6 meses (ou mais, dependendo da data da rodada de entrevistas) e o federal tem demorado de 12 a 14 meses.
Melhor acelerarem o envio dos documentos e, mesmo assim, repensarem o cronograma.
Boa sorte!
2 de julho de 2011 às 11:32 em resposta a: Impressões Digitais e antecedentes criminais da Austrália #45843JF
ParticipanteOi Claudia,
Fizemos exatamente como vc descreveu. Nosso amigo emitiu o cheque pelo commonwealth bank.
O único detalhe foi que a pessoa do banco se esqueceu (!!) de assinar o cheque da primeira vez e meu amigo, que é brasileiro e tb não sabia como tudo isso funcionava, não percebeu o erro.
Resultado: muitos dias depois (não me lembro ao certo, mas foi mais de 1 mês) recebemos todos os documentos de volta.
Enviamos tudo de novo ao amigo na Austrália e ele conseguiu que o banco assinasse o mesmo cheque.
Dessa vez deu tudo certo!
Bonne chance!
JF
ParticipanteBem que a Radio-Canada podia ligar pra eles e pedir pra agilizarem os pedidos de exame do pessoal do Brasil…
Não precisavam nem resolver em 24 horas, podia ser 24 dias que já estava de bom tamanho! :-P
JF
ParticipanteNo fim, o que eu consigo tirar como conclusão é o seguinte:
Todas as cidades do mundo tem problemas. Cabe a cada um escolher os problemas que prefere enfrentar. E cada um se baseia em suas experiências, seus valores e suas prioridades na vida.Simples assim. :-)
JF
ParticipantePessoal,
Estou pesquisando sobre a necessidade e as vantagens de se fazer uma Évaluation Comparative des études effectuées hors du Québec. Pelo que eu entendi, as pessoas que não precisam validar o diploma para ser aceito em uma ordem profissional, não precisam fazer a évaluation. Certo?
Sou formada em publicidade e trabalho na área de marketing. Meu marido é formado em desenho industrial e trabalha como designer gráfico. Nenhuma das 2 profissões é regido por uma ordem.
Achei o seguinte no site Immigration-Québec:
Avez-vous réellement besoin d’une Évaluation comparative?
L’Évaluation comparative des études effectuées hors du Québec n’est pas toujours requise. Afin de ne pas retarder vos démarches professionnelles, vérifiez tout d’abord si vous avez vraiment besoin de ce document :Recherche d’emploi
Vérifiez si l’employeur l’exige. De façon générale, l’Évaluation comparative n’est pas obligatoire pour chercher un emploi.Queria saber se podem me pedir a évaluation em uma entrevista de emprego ou se isso é desnecessário para o meu caso. Ou ainda, mesmo não sendo obrigatória, o entrevistador pode enxergar com bons olhos caso eu leve uma évaluation.
Não quero fazer todo o processo se eu realmente não precisar desse documento, mas se for o caso, melhor aproveitar a espera do federal para adiantar isso.
Vocês que já estão por aí, podem me dar uma opinião?
Obrigada!
Ju.
JF
ParticipanteAna Beatriz,
Que bom que voltou para esclarecer um pouco melhor a sua situação! Agora dá pra entender de onde vem sua frustração com Montreal e (me corrija se eu entendi errado) não tem nada a ver com a sujeira da Berri UQAM, mas sim com as dificuldades em trabalhar na sua área.
Seu caso é um bom exemplo de que pesquisa e planejamento nunca são demais.
Uma pessoa formada em medicina e outras profissões regidas por uma ordem profissional, precisa chegar preparada para enfrentar o período de validação do diploma e uma possível volta aos estudos. Ou então chegar aberta (e bem disposta) para aceitar outras profissões sem se frustrar. E, independente da profissão, pesquisar o custo de vida vs. o valor do salário mínimo já descontando os impostos.
Surpresas sempre vão acontecer, mas um bom planejamento pode prevenir algumas delas.
Chegar aqui sem essas informações é, como alguém já disse nesse tópico, ingenuidade.Bom, você teve a sua experiência e agora pode tomar a melhor decisão para sua vida.
Boa sorte!Ju.
JF
ParticipanteFaço minhas as palavras da Vivs.
Ana, você tem todo o direito de vir aqui compartilhar suas experiências e sua visão. Mas entrar aqui com o usuário de uma outra pessoa “gritando” um monte de desaforos sem fundamento, com certeza não agrega nada para ninguém.
Aqui na comunidade não tem um bando de loucos! ;-)
JF
ParticipanteSem querer ser chata, mas já sendo… ;-)
O que o amigo da katy_freitas informou é apenas o texto que está no CSQ no campo 19. Meu CSQ tem essa mesma frase, mudando apenas a data.Agora, se isso é a explicação do code 130 ou não, eu não sei… Porque se for, todos os CSQs valem 1 ano e todos teriam o code 130, não? Ou existe algum caso em que a validade é diferente?
Beijos
Ju.
JF
ParticipanteMe parece que a AF percebeu que muitas pessoas estavam fazendo o teste de classificação só pra pegar a tal declaração e cancelou esse “serviço”.
Dá pra entender o lado deles: eles tinham todo o trabalho de aplicar um teste para classificar o nível do aluno, e no final a pessoa nem estava interessada em fazer o curso deles.
Uma pena, pois era mesmo uma forma rápida e barata de provar o nível de francês para o BIQ.
JF
ParticipanteLu,
Já li por aqui que quem tem CSQ prioritário, tem isso escrito com todas as letras e não apenas um código. O 130 deve ser mesmo algo comum, pois muitas pessoas tem esse código.
:-)
JF
ParticipanteOlá BetoM,
Meu marido tem uma empresa também. Quando enviamos a DCSQ, ele enviou o contrato social, os IRPJs e IRPFs dos últimos 5 anos e também a declaração de que a empresa estava em dia com os impostos, mas ele tinha uma negativa que era negativa mesmo.
Achamos que seria meio chato de explicar a situação dele na entrevista (ele trabalha em uma empresa fixa, mas recebe como PJ), mas foi bem tranquilo. Acho que eles estão acostumados com isso.
Durante a entrevista não foi solicitada a negativa, mas talvez eles tenham checado antes de nos convocarem.
Acho que se a sua empresa está acertando as contas com o governo e pagando tudo em dia, acho que eles levam em consideração. Desde que fique claro que vocês estão regularizando a situação.
Bonne chance!
Ju.
JF
ParticipanteAdorei o blog da Flávia e concordo 100% com o jeito que ela está “gerenciando” as línguas do filho.
Pretendemos começar a pensar em filhos assim que estivermos estabilizados e já nos preocupamos com isso. No nosso caso, como eu e meu marido vamos falar em português entre nós, será um pouco mais fácil do que quando cada pai tem uma nacionalidade. Mas será inevitável que nossos filhos sejam trilíngues, com português em casa, francês na escola e inglês como segunda língua (e língua oficial do país que decidimos viver).
A irmã do meu marido mora na Alemanha e é casada com um alemão. Ela tem 3 filhos que nasceram lá e sempre falou só em português com eles. O resultado é que até o pai alemão entende tudo de português, apesar de não se arriscar a falar muitas coisas. As crianças entendem perfeitamente e falam tudo com um sotaque bem puxado (e fofo), mas se viram super bem para brincar com os primos e conversar com os parentes quando vêm ao Brasil. :-)
Minha mãe é psicopedagoga e trabalhou muitos anos com educação infantil e problemas de aprendizado. Ela diz que nessa situação (aprendendo mais de uma língua ao mesmo tempo), a criança pode demorar mais a começar a falar, comparado com crianças que tem contato com apenas 1 língua. Imagino que nessa hora muitos pais se desesperam e mudam a “língua oficial” da casa. Mas no final, com um pouco de insistência e paciência, as 2 línguas começam a funcionar na cabeça da criança.
Espero poder confirmar essa teoria em breve! :-)
15 de junho de 2011 às 14:47 em resposta a: Dúvida-Filho não incluso na demanda de Residência Permanente #45502JF
ParticipanteFepublio,
Imagino que vocês vão precisa reenviar todos os formulários, dessa vez com a informação do seu filho, e pagar novamente a taxa. Mas ligue no consulado para confirmar isso. Caso eles aceitem incluir a informação no processo já aberto, você economiza tempo e dinheiro.
Com relação ao Francês, o que vai te dar mais pontos não é um comprovante com 50h, mas sim a avaliação do nível de francês que você mesmo faz em um dos formulários. A princípio, eles acreditam que sua avaliação está correta e usam essa informação para calcular os pontos, mas isso será testado e verificado na entrevista – por isso seja realista.
Faça o teste online incluindo seu nível atualizado de francês e seu filho e veja o resultado.
Se ainda assim vocês não conseguirem, melhorem o francês e tentem novamente daqui alguns meses.Bonne chance!
Ju.
JF
ParticipanteNossa Leigos, que coisa chata!
Acho que todo mundo aqui se coloca no seu lugar, imaginando a reação do chefe se recebesse uma carta dessas… espero que a situação de vocês não tenha se complicado no emprego!Achei bem estranha essa “tática” do consulado, afinal de contas eles já aceitaram seus comprovantes de emprego no dia da entrevista e te deram o CSQ, não? Porque será que resolveram verificar isso agora?
Se fosse comigo, acho que eu entraria em contato com o BIQ para saber o que aconteceu!
Courage et bonne chance!
Ju.
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