gabi-infirmiere

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  • em resposta a: Socorro ! Intention de rejet #64028
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    Realmente, pelas caracteristicas de diferentes paises e documentaçoes, vale a pena tratar os oficiais de imigraçao como bebezinhos. Com muito post-it colorido, se possivel.

    em resposta a: Enfermagem #64027
    gabi-infirmiere
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    video bacana de 2010 da AIIC, falando sobre as IP.

    http://www.ipenfin.ca/IAMNP/Default_f.aspx

    La directrice générale, Rachel Bard, salue les succès, les défis et l’avenir des infirmières et infirmiers praticiens au Canada

    e ela fala mot par mot, da para entender perfeitamente :-)

    em resposta a: Cuidados ao alugar um apto #64017
    gabi-infirmiere
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    Pela minha experiência, paga-se apenas o aluguel.

    Morei em 2 apartamentos localizados em prédios grandes (leia-se, com elevador, rue Sherbrooke e em Ile des Soeurs). Nos 2, o preço do aluguel ja incluia tudo = taxas de condominio, eletricidade e aquecimento.

    Agora moro num apartamento em bloco menorzinho (sem elevador) e pagamos a eletricidade à parte, mas o aquecimento esta incluido e as taxas de condominio tb (fazem a retirada da neve, ha concierge disponivel 24h, essas coisas).

    Nao sei como funcionam os aptos de grande luxo.

    em resposta a: Enfermeira #63997
    gabi-infirmiere
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    parabéns por saber o caminho das pedras e estar agilizando ao maximo. A resposta da OIIQ é valida por 2 anos, prorrogaveis, entao vc esta no caminho certo! Fazer a entrevista e dizer que ja esta com o processo encaminhado é sempre visto com bons olhos pelos entrevistadores.

    Bonne chance

    em resposta a: Enfermagem #63995
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    Há apenas 1 CEGEP alnglófono que oferece o curso, o John Abbott. Toda a paplada com a OIIQ e o exame podem ser feitos em inglês e existem hospitais anglófonos. Então, sim, é possível fazer tudo “só” em inglês. MAS a provincia é oficialmente francófona, né? Infelizmente muitos imigrantes acabam ficando “só” no inglês. Lembre-se que vcs precisarão fazer uma prova de francês para o processo de imigração.

    Dá para viver só na metade anglo da ilha? Sim, mas perde-se muito com isso, não acham? (sim, eu defendo o francês; não, eu não defendo o Québec independente)

    e profissionalmente????
    Os pacientes francófonos tb fquentam os hospitais anglo, e a OIIQ exige a aprpvação no (super fácil) exame do OQLF. Não vejo como um enfermeiro pode trabalhar no QC sem um conhecimento intermediario de francês (imagine tentar decifrar um velhinho sem dentadura e meio cuco das ideias?). Trabalhei em hospital anglo e mesmo as enfermeiras “anglófonas” eram capazes de manter uma comunicação com os pacientes.

    em resposta a: Enfermagem #63980
    gabi-infirmiere
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    Hum, nao da pra ir fazendo *hospital tour* , nao …

    E mesmo se fosse viavel, no que um hospital tour ajudaria no processo?

    Conversar sobre o sistema de saude, super valido :bigups: Moro em QC e semana que vem estou de folga (semana de yuppi relâche. Se quiser, me escreva no vellegogb@hotmail.com que a gente organiza algo. Sem hospital tour pois nao estou trabalhando, me dedico atualmente aos estudos)

    Visitar a OIIQ e tirar duvidas, super mega valido :bigups:

    Fazer hospital tour, useless :mrgreen:

    em resposta a: Promoção, salário, benefícios #63720
    gabi-infirmiere
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    Vou falar do que eu conheço, que é o trabalho em hospital e CSSS

    Em geral
    – auxílio transporte – em geral, não. Se a pessoa usar o veiculo da empresa ou se o trabalho depender de deslocamento, em geral pagam gasolina ou taxa/km rodado. Eu fazia transferência com a ambulância, recebia hora extra por trabalho externo + por tempo de saida + insalubridade, cada caso é um caso.

    – auxílio alimentação – desconheço, eu nunca tive direito.

    – auxílio refeição – A maioria possui refeitório com microondas e lanchonete, os empregados levam as marmitinhas e comem nas próprias estações de trabalho ou no refeitório. Alguns hospitais ofeecem preços diferenciados para os funcionários. Em Témis quem trabalhava nos plantões de 12h tinha as refeições pagas, quem trabalhava em horário comercial, não. No Vic e em Parc-Ex eu mesma pagava minha comidinha (ah, os indianos de 7$, que saudade rsrsrsrs)

    – assistência médica – depende, cobrem o que não é garantido pela RAMQ, em % e teto max/ano (fisio, chiro, optometristra, etc). Não é uma medicina complementar como os famigerados livrinhos de convênios, é para psicologo, fisio, chiro, etc. P.e.: em Témis meu empregador pagava 100% de chiro, limitados à 5 sessões por ano. em Parc-Ex eu não tinha limite de sessões mas o pagamento era via reembolso, eles me reembolsavam 25$ por cada sessão ( então se eu fosse num chiro caro, daqueles que cobram 100$ a sessão, eu teria que “morrer” com 75$ por sessão. Eu ia numa chiro “popular” que cobrava apenas 40$ por sessão, então no fim das contas me custava 15$).

    – assistência odontológica – idem acima, com limitações (alguns planos cobrem 50%, outros funcionam por valor máx/anual).

    – reembolso de medicamentos – obrigatório se a empresa fornecer algum seguro, senão ficara com o valor da RAMQ. Para medicamentos de exceção é preciso obter autorização do seguro e não há garantia, em geral meds. De exceção ficam pela RAMQ mesmo.

    – previdência privada – a maioria, sim

    – participação nos lucros – não que eu saiba (CSSS são “publicos”)

    – creche – depende, algumas empresas possuem creches anexas, outras possuem convênios, outras não possuem nada. Em geral as listas de espera são bem longas para essas creches.

    – seguro viagem – depende do contrato assinado com a seguradora, eu sempre assinei com cobertura para viagem, pois nunca se sabe quando uma turista pode atacar ou quando uma pisada mal dada rompe os ligamentos do pé, melhor prevenir.

    – seguro de vida – a maioria oferece

    – seguro funeral – entram como opção do seguro de vida

    – próteses e órteses – a RAMQ não cobre, alguns seguros possuem adendos, outros incluem na cobertura de medicamentos

    – uniforme – só quando eu trabalhei em local fechado (centro cirurgico) eu recebia uniforme. Nos outros deptos, o próprio enfermeiro era responsavel pela aquisição de sua vestimenta.

    – estacionamento – depende, no Vic e em Parc-Ex o estacionamento é pago, em Témis era gratuito. em Parc-Ex havia lista de espera de 1 ano por vaga de estacionamento

    – EPIs – os CSSS fornecem

    – descontos em academias, salões de beleza, livraria – algumas empresas possuem convênios. Em Parc-Ex a gente tinha a disposição uma mini sala de exercicios (3 aparelhos) + aula de zumba + aula de yoga. A sala de exercicios era acesso free e as aulas eram a baixissimo custo.

    – horário especial – na area da saude há alguns horários difenciados, em geral a autorização é no caso à caso. Meu sonho de consumo, fazer um 8×32 (8h por dia ao invés de 7, 32h por semana ao invés de 35; perde-se um pouco de $, ganha-se 1 dia a mais no fds)

    – atividades coletivas – alguns CSSS possuem grandes clubes sociais, que fazem festa anual, passeio na Cabane à sucre, golf … Em outros locais essas atividades são organizadas pelas próprias equipes.

    – curso de linguas – o Vic (hospital anglófono) paga curso de inglês para enfermeiros depois de 6 meses de casa. Em Parc-Ex ja era um pré-requisito o bilinguismo, não possuiam nenhuma politica para tal. O hospital Ste-Cabrine oferece curso de italiano para os funcionarios, etc.

    – empréstimo $ : alguns CSSS oferecem após um período X na casa, cobrando juros menores do que os bancarios

    – apoio psicologico, prevenção do suicidio, problemas com alcool, drogas – os CSSS em geral possuem contratos com as seguradoras que oferecem serviços telefônicos 24h para as urgências psicologicas, mantendo a confidencialidade. Todos CSSS onde eu trabalhei forneciam suporte para tratamento de dependências, para o funcionário e para a familia direta. Suicidio é algo bem sério aqu no QC.

    Enfim, por aqui há menos regras gerais e mais adaptações locais. Especificamente falando dos CSSS (area da saude) como a carência de funcionários é gigante, alguns oferecem 1001 beneficios, como finais de semana de folga garantidos (um “must” na area da saude), pagamento de 150% em horas extras, garantia de trabalho só no plantão x ou y, etc.

    Não sei como funciona nos outros setores. :bigups:

    Uma coisa é certa, eu nunca comparei com o que tinha no Br, pois é uma outra reralidade e uma outra maneira de gestão. Ah, e não temos 13o também não

    em resposta a: Enfermagem #63682
    gabi-infirmiere
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    como o Qc é uma provincia francofona, nenhum hospital pode *exigir* o dominio do inglês (na teoria)

    Na pratica, como enfermagem ainda é uma area com carência absurda de profissionais, hospitais anglofonos (CUSM, St Mary’s, Juif) acabam aceitando enfermeiros que so falam francês, mas dao aquela *forcinha* para que os mesmos aprendam inglês.

    No meio francofono (CHUM, Rosemont, Sacre Coeur, Verdun …), nao ha obrigaçao (nem forcinha).

    Em alguns meios acabam exigindo o bilinguismo (como em Parc-Extension, onde eu trabalhei, pela caracteristica da clientela o dominio das 2 linguas era critério de exclusao)

    Da para viver so com francês em Mtl, assim como da pra viver so em inglês. Mas eu acho que vale a pena associar o melhor dos 2 mundos e desenvolver um verdadeiro bilinguismo, nao é? Com dedicaçao, isso é possivel.

    em resposta a: Enfermagem #63680
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    Sim, é possivel.

    Alguns empregadores (como o CUSM)oferecem cursos de inglês à baixo custo para os funcionarios. :mrgreen:

    em resposta a: Enfermagem #63655
    gabi-infirmiere
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    O comentario que vc copiou possui alguns erros que ja foram retificados neste mesmo espaço ou nos outros topicos de enfermagem.

    Basicamente =
    A OIIQ pode te enviar para estagio ou curso+estagio, mas a resposta pode levar até 1 ano, dependendo de como seu dossiê for analisado (a OIIQ se reune apenas 4x ao ano para analisar os dossies do mundo todo)

    Depois do curso a pessoa vira CEPI (candidata ao exercicio da profissao de enfermeiro). Sao 3 tentativas em 2 anos, é sempre a OIIQ que te convoca, o candidato nao tem poder de escolha para fazer ou nao a prova nesta ou naquela sessao. As provas acontecem 2x ao ano. Se repetiu na prova de setembro, fara em março. Se repetiu em março, fara em setembro. É menos de 1 ano entre 1 prova e outra. Depois de 3 échecs, a pessoa nao pode trabalhar como enfermeira no QC, existe a opçao de tentar como enfermeira auxiliar (outra ordem, OIIAQ) ou mudar de provincia, ou ainda refazer o curso no Cegep (3 anos)

    O curso pode ser de nivel tecnologo (CEGEP) ou superior (BAC). Para ser *super enfermeiro* (= IPS, infirmière praticienne spécialisée) sao necessarios o BAC + 2 anos de experiência + mestrado (2 anos com 6 meses de estagio). Nao é **super comum**, o que tem em farmacias sao enfermeiros *generalistas*, o QC esta anos-luz em atraso na formaçao e no desenvolvimento das IPS. Somos menos de 100 enquanto em Ontario ja sao mais de 2mil.

    Ha sim falta de mao de obra e por enquanto ainda ha boas perspectivas para a profissao, mas nao é **chegar chegando**, o processo é burocratico, exige um bom nivel de francês e de paciência. Idealmente, ganha quem ja chega ao QC com o OK da OIIQ em maos.

    sobre o guide de préparation, vc pode encomendar com a OIIQ, mas nao sei se entregam no Br. A partir de sete-2014 a parte pratica do exame deixa de existir, o exame sera composto apenas pela parte teorica. Quando eu fiz meu exame (2009) a parte teorica era a mais besta dos mundos, respostas curtas e perguntas estupidas e tao bobas. A tendência natural é que aumentem o grau de dificuldade das questoes.

    http://www.oiiq.org/publications/repertoire/guide-de-preparation-a-l-examen-professionnel-de-l-ordre-des-infirmieres-et-

    em resposta a: Enfermeiros na etapa federal #63413
    gabi-infirmiere
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    acho que seria interessante alguém com passado mais recente no processo validar sua questao, pois desde que a OIIQ mudou e passou a exigir do proprio candidato a equivalçencia com o MICC, meus conhecimentos ficaram ultrapassados.

    bonne chance

    lembre-se que o processo com a OIIQ esta levando mais de 1 ano.

    em resposta a: Sites de Pesquisas #63327
    gabi-infirmiere
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    eu, como boa cigana que sou, ainda nao comprei fogao e geladeira, so alugo apês com esses eletros incluidos ;-)

    quando comprar minha casa, penso nisso rs ….

    em resposta a: OIIQ-ANDAMENTO et equivalencia para enfermeiros #63287
    gabi-infirmiere
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    nao ha duvida besta e seus questionamentos podem ser de outros tb.

    Eu acho que manter a comunicaçao direta no forum é mais legal pois ajuda a todo mundo ;-)

    em resposta a: OIIQ-ANDAMENTO et equivalencia para enfermeiros #63285
    gabi-infirmiere
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    Lu,nao posso te ajudar, eu fiz EM classico mesmo ….

    ===========
    Eu recebi uma mensagem do Marco Antonio, que coloco aqui, pois acredito que o forum é um local aberto e que outras pessoas podem ter perguntas semelhantes. Em azul as respostas.

    Bom Dia,

    Gabi,

    Gostaria de fazer uma pergunta, minha esposa é supervisora de enfermagem responsável pelo andar de unidade de internação do Hospital XXX em ABCD-city, vou colocar um mini curriculo dela para você ter a ideia de sua experiência:

    • Graduação
    Superior de Enfermagem, Universidade XX (junho/2009) – concluída.

    • Cursos Complementares
    (o mais recente é de 2010)
    Para o mercado de trabalho, esses cursos nao possuem valor algum, ja que sao antigos. O BLS nao tem muita utilidade pratica, se ela quer ter um certificado de reanimaçao reconhecido e valorizado, faça o ACLS e renove a cada 2 anos. Os hospitais pagam os RCR de base.
    Para a OIIQ, o que vale sao participaçoes em congressos como congressista, expondo trabalhos em sessao-pôster ou apresentando seminarios. Frequentar 1001 cursinhos, como acontece no Brasil, nao tem o mesmo peso por aqui. Meu Cv contempla apenas os cursos pertinentes feitos nos ultimos 2 anos, senao teria mais de 10 paginas so de cursinhos rs (sim, a tia é véia)

    Histórico profissional
    • Hospital ZZZ – desde setembro/2009 a atual
    Supervisora de Enfermagem
    Planejamento, coordenação, organização, execução e avaliação aos serviços de assistência de enfermagem em unidade de internação, atendimento de urgência e emergência, paciente trasplantado
    obs = as funçoes de enfermagem no Québec sao basicamente ASSISTENCIAIS
    Aqui o CV diz, diz, diz e nao diz nada. O mercado de trabalho em enfermagem no QC gosta de dados mais precisos: utilizaçao de algum programa informatizado ? Qual a filosofia de enfermagem que guia a instituiçao ? (Virginia Handerson, Hildegard Peplau, Rosemarie Rizzo Parse, etc. ?)

    Unidade de internaçao = qual a clientela ? Adulto, criança, idoso, cirurgia, clinica médica ? Quais recursos ela domina ? Quais sao executadas ? O basico (injeçoes, sondagens, administraçao de medicaçoes) ou especificos ? (bomba de infusao, NPP, cateter central, PIIC line, etc). O que a enfermeira faz ? (orientaçoes para a familia, cuidados pré, analise de condiçao econômica, trabalho em equipe com a equipe de assistentes sociais, relation d’aide, etc)

    Unidade de internaçao, urgência-emergência e transplantados ? Ela faz um tour nos setores ? Por aqui isso equivale a ser *équipe volante*. O que ela faz especificamente em cada um dos setores ? Na urgência ela assume a triagem, faz a reanimaçao, é back-up na observaçao ? Ajuda em pequenos procedimentos ? qual a funçao num caso de code bleu ? (RCR)para os transplantes, ela atua com qual clientela, figado, medual, pulmao ? É no pré ou no pos transplante ?

    • Hospital YYY- de outubro/2007 a junho/2009
    Acadêmica de Enfermagem
    = qual é esta funçao? estagiaria ? se for estagio obrigatorio da faculdade, esqueça. Se for estagio remunerado, especifique. Nao existe no QC a funçao *acadêmico de enfermagem*, por aqui é classificado como *externe*. Especifique os setores e as funçoes. (aqui que um CV por competências é bacana, nao precisa ficar repetindo!)

    • Farmácia WWW – de abril/2003 a janeiro/2006
    Informaçao nao pertinente a nao ser que ela tenha atuado como *externe* ou que tenha uma formaçao de nivel técnico. O CV de enfermeiro ja formado (nao falo do recém formado que coloca até a experiência do McDonalds) deve conter informaçoes relativas à enfermagem. Se na farmacia ela fazia procedimentos sem ter autorizaçao legal para tal, estava exercendo ilegalmente a profissao. (e nao é legal ter historico de exercicio ilegal da profissao no CV).

    Aqui tem um CV aos moldes canadenses, pode servir de referência
    http://media.newjobs.com/eu/cms/images/Monster%20Canada%20files/resume%20samples/Microsoft%20Word%20-%20IA-infirmiere-exemple%20CV-ca-f.pdf
    Veja que apos as experiências, ha pontos onde a pessoa se sobressaiu, ajudando ou melhorando o serviço.

    = http://www.workopolis.com/emploi.aspx?action=Transfer&View=Content/Common/ResourceCentre/RCCareer911View&dir=cv&lang=FR&file=CVGagnant%5B/color%5D

    Para que estas informações começamos a fazer o francês com aulas particulares e vamos tentar fazer até o final do ano pelo menos 2 intensivos totalizando 100 horas os dois para ir melhorando o francês.
    Pedimos os documentos a ordem e já chegaram, vamos começar a providenciar todos os documentos e começar a fazer as traduções dos mesmos, de acordo com a nova regra de 1º de agosto de 2013 temos 64 pontos gostaria de dar entrada no processo para o CSQ em janeiro 2014 sem o teste de francês ou mesmo mandar um teste como A1 ou A2 somente para declarar que estamos estudando, e com o andamento do processo vamos continuar estudando e acho que no final de 2014 conseguimos ter pelo menos o nível B2 ou quem sabe mais.

    Por quê mandar o processo sem o exame de francês? Ele da pontos extras e vcs ficariam mais tranquilos.

    A unica dica que posso dar é a mesma, venham para o QC quando estiverem com o OK da OIIQ em maos.

    O mercado recebe muito bem os enfermeiros, mas nao é *chegar chegando*, existe o processo com a OIIQ, depois o curso, depois o estagio (a OIIQ desde 2010 libera alguns brasileiros para fazerem apenas o estagio) depois tem a vida como CEPI, que é o recomeço, dai o exame da ordem e enfim, o titulo de enfermeiro em maos.

    A experiência brasileira vale para aumentar o salario, mas nao vale para começar do alto. Mesmo ela sendo supervisora hoje em dia, no QC ela começara como CEPI e depois de ser aprovada no exame, conseguira o status de enfermeira. Para ser supervisor, por aqui, exigem anos de experiência local, e começa-se como ASI = assistant du supérieur immédiat.
    Para ser infirmier-chef d’unité sao varios anos num mesmo departamento.

    em resposta a: Dicas de CEGEPS #63249
    gabi-infirmiere
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    como estudante de primeiro ano do mestrado, na Laval, eu tive 2 semanas entre a sessao de outono e a de inverno. Foi na época das féstas (Natal e Ano Novo).

    Para meu segundo ano, terei apenas 10 dias, entao eu acredito que dependa do programa.

    william+ana, sim eu vim pelo processo *normal*, quando fiz bastava ter ensino superior em qualquer area (2006-2007). O AEC eu fiz por determinaçao da OIIQ. Hoje em dia a OIIQ pode autorizar o AEC ou apenas estagio, *na minha época* nao tinhamos, como brasileiros, esta opçao.

    nos posts sobre enfermagem ha maiores explicaçoes sobre o AEC que eu fiz. (4 meses de teoria e 2 meses de estagio, nem é o tempo habitual de 9 meses dos AECs tradicionais)

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