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17 de maio de 2011 às 13:34 em resposta a: Fontes de informação profissões, vagas e mercado de trabalho #44852
janeneves
ParticipanteOlá Julian.quadros,
o Instituto de Estatística realmente tem muitas informações boas! Mas são mais genéricas (uma visão mais macro de cada setor de atividade).
Os comitês setoriais possuem o mesmo tipo de informações, mas mais detalhadas tanto por área de formação, como cargo e classificação da indústria.
Essas são informações mais concretas, muito úteis na hora de determinar quais as possibilidades profissionais para uma determinada formação, e também para direcionar os esforços no envio de CVs.Abraços!
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá,
o meu também tem esse code 130, e também recebi no dia da entrevista. Fiquei tão feliz no dia que nunca reparei nisso…
Meu CSQ não é prioritário.Agora fiquei curiosa rs
Abraços!
13 de maio de 2011 às 19:26 em resposta a: Fontes de informação profissões, vagas e mercado de trabalho #44789janeneves
ParticipanteValeu Rodrigo!
Essa é a idéia ;)
Obrigada pela força!
janeneves
ParticipanteOlá Carlos,
O ideal é fazer a simulação on-line no site para as duas situações. Lembrando que se vc colocar BAC em engenharia, precisa de registro na Ordem Profissional. Como tecnólogo em gestão, talvez não precise (tem que verificar). Essa questão da ordem “rouba” uns pontos valiosos!
Eu por exemplo, sou Tecnóloga em Mecânica, e precisava de nível mais baixo de francês que um Engenheiro Mecânico com exatamente o mesmo perfil (simulei as duas situações para ver se precisaria investir em formação aqui ainda). Isso acontece porque:
1 – tecnólogo em mecânica precisa de registro na ordem para usar o título, mas não para exercer a profissão;
2 – técnico / tecnólogo em mecânica ganhava mais pontos na lista de profissões em demanda que o engenheiro da mesma área. (Mas atenção: em Química por exemplo, a situação era o contrário, então tem que ver certinho sua formação na lista atual e ver o que se aplica para você).Com as simulações feitas, você decide o que vale mais a pena fazer…
lembrando que como secundário tudo isso tem bem menos impacto que se vc fosse o aplicante principal.Boa sorte!
Jane.
janeneves
ParticipanteJuliana,
fica tranquila.
A resposta do BIQ nem sempre é muito rápida.
Se você tem o comprovante de entrega do correio, sua documentação está la.O melhor indicativo de que a análise de sua demande começou, será a cobrança no cartão.
Mas se vc não costuma fazer compras internacionais, não esqueça de avisar a operadora de cartão de crédito, ou eles podem não autorizar o pagamento.Boa sorte!
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá Cadu,
eu entendo que as 150h são apenas referência.
Se você com 35h de francês tem o básico (que é o requisito para você), vai em frente, e informe no CV que vc está matriculado na escola tal estudando nível x. Na entrevista vc leva a declaração atualizada da escola, onde constará mais horas de estudo…
Mas não adianta nada acumular horas, e não conseguir se comunicar em francês no nível declarado.
No próprio site da avaliação on-line se vc clicar na ajuda para a questão nível de francês, vai indicar o que vc tem que conseguir falar/entender para cada nível.
Eu me guiei por este material, e apesar de comprovar poucas horas de francês pois fiz aulas particulares e não apresentei comprovante para elas, deu tudo certo.Boa sorte!
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá Pessoal,
segue um mapa da cidade de Trois Rivières.
Esse é um mapa geral, direcionado principalmente nos locais que interessariam a um recém chegado.Obrigada a todos que colaboraram, especialmente Bianca e William (http://biancaetwilliam.blogspot.com/) por sua informação local :D
Abraços,
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá Gabi,
no dia a dia no Quebec não sei dizer ainda, mas meu esposo tem ascendência alemã e eu negra. Não senti da parte do BIQ em qualquer momento nenhum “sinal” com relação a isso, seja positivo ou negativo. Sinceramente, tampouco dos quebecois e outros canadenses que conheço.
Minha percepção é que o BIQ segue os valores que prega, não discriminando por cor, religião, orientação sexual ou o que quer que seja, e segue apenas os critérios publicados para o processo de seleção.
Abraços,
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá Rosane,
lá tem Bac. em Ciências Biomédicas (sciences biomedicales) disponível em todas as principais universidades, com várias áreas de concentração.
Não sei se equivale exatamente ao que você cursa aqui, mas vale a pena dar uma olhada…
Abraços,
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá Pessoal,
o evento foi ontem aqui em Curitiba.
Não fui nas palestras, optando por tentar conversar apenas com as universidades.Não achei desorganizado, mas tinha mmmuuuiiiitttaaaa fila para falar com cada representante, principalmente da ULaval e as de Montreal (leia-se com Montreal no nome hahaha). Fui primeiro na UQTR que era a que me interessava e depois até peguei a fila da ULaval, mas precisei ir embora buscar minha filha antes de chegar a minha vez…
Minha impressão geral do evento: sim, é um evento para captação de estudantes estrangeiros, e a informação disponível era beeeeemmmm básica.
Minha impressão das universidades: no geral, bastante atenciosos em todos os stands, e esse foi um dos motivos das filas, pois demorava bastante para atender cada um e eles iam respondendo tudo com bastante clareza e paciência! (sinceramente, eu não teria paciência com algumas perguntas que ouvi sendo feitas ali rs). Para algumas universidades eu simplesmente fiquei butucando ouvindo o que estavam explicando para o pessoal da vez… sinceramente, em geral o nível de informação era adequado para o pessoal que estava lá fazendo perguntas… aff
Informações úteis da UQTR
– O acesso ao curso de engenharia é tranqüilo, mas é possível que o coordenador solicite matérias adicionas que podem ser feitas durante o primeiro ano junto com as matérias normais (portanto não perde tempo com 1 ano com classe d’acqueil). Isso vale para outras áreas também, mas depende da formação do aluno e da avaliação do coordenador do curso.– Psicologia e outros cursos contingenté possuem acesso mais difícil, mesmo para os quebecois, psicologia em especial precisa de doutorado para poder clinicar. Segundo ele o pessoal (imigrante E quebecois) as vezes opta por uma área similar para não terminar o curso e ficar sem ter como exercer e sem perspectiva em função do doutorado. Com Bac em outras áreas de humanas é possível ir para o Doc em Psy depois, mas não ficar amarrado enquanto a vaga não vem. Nas áreas de humanas o nível de francês exigido é extremamente alto (TFI 860 ou algo assim).
Nesses cursos, o caminho é:
– conversar com o coordenador apresentando seu cv completo (experiência de trabalho, histórico acadêmico, etc).
– o coordenador então vai dizer o que você precisa fazer para ser “elegível” a uma vaga.– Bolsa de estudos: UQTR não tem para estudantes estrangeiros no 1º ciclo, apenas para mestrado e doutorado. Mas é possível conseguir as do governo (CAPES no Brasil e Ministério se já for RP). Universidades maiores possuem… mas tem que se informar com elas…
– Trabalho: a partir do 2º. ano é possível trabalhar 15h por semana no campus.
Se for como estrangeiro precisa de uma permissão de trabalho, RP não precisa.Links
Regras para estrangeiros na ULaval
http://www.reg.ulaval.ca/sgc/page_accueil/Futur
Site UQTR
http://www.uqtr.ca/janeneves
ParticipanteEu acho que o caminho não é a ordem facilitar para o imigrante, mas haver uma estrutura para facilitar que ele atenda rapidamente os requisitos das ordens.
Isso garantiria tanto que o nível dos profissionais continuaria o desejado, quanto facilitaria a integração dos profissionais vindos de outros países. Lembrando que eles recebem imigrantes do mundo todo, e portanto com vários níveis de formação para um mesmo “título”, então o mais coerente não é baixar a régua, mas garantir que quem tem capacidade e formação realmente possa exercer.
Por exemplo:
Para enfermeiros já ouvi falar de programas de estudo/estágio remunerado, para facilitar a inserção dos profissionais, que geralmente ao fim do estágio já estão empregados.
Esse tipo de iniciativa poderia ser ampliada para receber esses profissionais em várias cidades, e extendida também para outras áreas de formação consideradas críticas.
Assim o profissional produziria de imediato em sua área de formação (mesmo que com nível de responsabilidade mais baixo) ajudando a diminuir a carência de profissionais, ele também se familiarizaria com a prática profissional em seu novo país e teria uma certa renda (ganhando a desejada experiência e não dependendo tanto de ajudas do governo ou ongs), e depois de um periodo de tempo conhecido e planejado, atenderia os requisitos da ordem e poderia exercer de forma plena.Alguém aí disposto a fazer a proposta para as “autoridades competentes”??? rs
Abraços!
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá Juliana e Fabiano,
Eu inicialmente achava que RP entrava como “do Québec”, mas olhando a política com calma me deparei com esse ranking de priorização.
Acho que vou imprimir e levar la amanhã para tirar a dúvida e te aviso ;)Mas de qualquer forma, vale a pena entrar em contato com o departamento do curso, pois assim como a universidade tem autonomia para determinar sua política, é o departamento do curso quem faz as admissões. Eles podem informar o melhor caminho considerando a situação de cada um.
Abraços!
Jane.
janeneves
ParticipanteAh! O pessoal de ciências biomédicas também trabalha com análises clínicas lá… mas não sei que ordem seria…
Atte,
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá João Victor,
andei pesquisando sobre a área de farmácia.
Para exercer, tem que ter o curso de farmácia ou em ciências da saúde com doutorado em farmácia.Aqui você pode até exercer com mais flexibilidade, mas essa não é uma característica do mercado de lá.
Lá se vc é farmacêutico, tem a ordem dos farmacêuticos. Se você quiser exercer fora da sua área de formação principal mas em área similar (que creio é o seu caso) vc tem que fazer algum tipo de formação complementar (e aí depende da sua situação, pode ser apenas algumas matérias ou certificados na universidade, ou pode precisar fazer alguma pós graduação…).
Entendo pelo que você falou que você gostaria de exercer “Biochimie clinique” que é regida pela ordem dos quimicos: http://www.ocq.qc.ca
Uma forma de confirmar a formação aceita para exercício da profissão é pesquisar os requisitos da profissão no IMT. Lá vc também consegue pesquisar mercado de trabalho e onde estudar, se for o caso.
Segue o link:
http://imt.emploiquebec.net/mtg/inter/noncache/contenu/asp/mtg941_accueil_fran_01.aspAtte,
Jane.
janeneves
ParticipanteOlá Juliana e Fabiano,
dependendo do curso que vocês quiserem fazer, é bem difícil mesmo.
Algumas universidades possuem uma política de “priorização” para admissão nos cursos chamados “contingenté”, que geralmente são cursos de muita procura ou áreas de “prestígio”.Na ULaval por exemplo, a seleção nestes cursos é feita na seguinte ordem: a preferência é para alunos do quebec, depois vem outros franco canadenses, depois vem canadenses, depois estrangeiros francófonos e por último outros estrangeiros (inclusive imigrantes com RP).
Ou seja, a não ser que um curso destes esteja com reserva de vaga para estrangeiro em um curso de intercâmbio ou coisa que o valha, nós não temos muita chance de pegar uma vaga, por mais brilhante que seja o curriculum, a não ser que esperemos a cidadania.
Em Sherbrooke o sistema não é tão cruel, mas também tem sua priorização.Particularmente acho esse sistema injusto e discriminatório, mas cada universidade tem autonomia para determinar seus critérios de seleção e admissão, então tem que pesquisar bastante, e ver quais alternativas te atendem melhor. (essas informações estão nos sites das universidades, só tem que ler com calma que está tudo lá).
Nós desistimos de Sherbrooke e Laval justamente por que nessas universidades o curso do meu esposo é contingenté. Vamos para o interior, e voltaremos a cogitar essas outras quando formos fazer mestrado ou doutorado, pois provavelmente já teremos cidadania.
Boa sorte!
Jane.
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