Língua francesa na Paraíba

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Visualizando 9 respostas da discussão
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    • #5583
      karlamatias
      Participante

      Para aulas particulares em João Pessoa, escrever para Maria Cristina Benevides Legault cristinalegault@gmail.com O marido dela é professor de francês nativo québecois. O único québecois do qual tenho conhecimento aqui em Jampa.

      Aqui em João Pessoa, é possível estudar francês nos seguintes locais:

      * Alliance Française (site: http://www.afjoaopessoa.com.br/doku.php)

      * Cursos de extensão do Departamento de Línguas Estrangeiras Modernas (DLEM) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) (site: http://www.cchla.ufpb.br/dlem/)

      * Cooperativa Cultural Universitária da Paraíba (site: http://www.codismapb.hpg.ig.com.br/index.htm)

      * Wizard (site: http://www.wizard.com.br/sistema/Unidades/Default.aspx?Modulo=Brasil&ID=0)

      Quem for da cidade ou de outras cidades da Paraíba, aproveite o tópico pra deixar suas dicas de cursos e professores! ;)

      Um bom começo de semana para todos! :)

    • #26544
      karlamatias
      Participante

      Ah esqueci deste!

      * Centro de Línguas do Governo do Estado Rua Prefeito José Leite, 115, em Miramar (rua ao lado do Yázigi, entre a Av. Rui Carneiro e Av. Epitácio Pessoa)

    • #26565
      Malaman
      Participante

      Oi Carla,

      Qual a sua opinião sobre os cursos de francês para quem está se preparando primeiramente para a Entrevista e posteriormente para viver, estudar e trabalhar no Québec.

      Estudo na Aliança Francesa, mas acho a metodologia muito lenta. Na minha turma, 6 meses de curso e todo mundo balbucia muito para falar, dá pavor !

      Conheço a metodologia do Wizard, é muito boa para conversação. Os alunos do Wizard saem falando na 3 terceira aula, acho isto fantástico, porém o conhecimento gramatical é bem reduzido.

      Não conheço outras, mas sei que você tem experiência no assunto e gostaria de saber a sua opinião.

    • #26574
      karlamatias
      Participante

      Ricardo, para o objetivo de todos aqui na comunidade, respondo na lata: AULA PARTICULAR!!! ANTES E APÓS a entrevista! Só recomendo escolas para quem não tem a intenção dar entrada no processo imediatamente. É a exceção! Por exemplo, conheço um rapaz que começou o doutorado agora aqui no Brasil e só vai dar entrada no processo provavelmente no último ano do curso. Ele tem 3 anos no mínimo pela frente pra estudar tranquilo, então dá pra frequentar uma escola, ir estudando com calma e provavelmente terá, na pior da hipóteses, 300 horas de estudo quando enviar o dossier. Mas pra quem tem pressa, melhor coisa é contratar um professor.

      As aulas particulares são mais caras, eu sei, mas eu sugiro que se forme um pequeno grupo de 4 a 6 pessoas e se negocie com o prof. Vale a pena! Dependendo da negociação, acaba saindo o mesmo preço ou até mais barato que um curso em escola. Em aula particular, a gente diz exatamente o que quer, há menos conversas paralelas que distraem os alunos, os alunos também se dedicam mais a cumprir as tarefas e evitam perder aula, pois lembram quanto custa cada hora de aula perdida e dá pra cobrar mais dedicação também da parte do prof. A vantagem de algumas pessoas que moram em SP, RJ, por exemplo, é que já há um bom número de candidatos ao processo. Aqui em JPA nem existe tanta demanda e ainda assim estou vendo o pessoal optando por aulas particulares.

      Do Wizard, conheço o livro de italiano, mas sei que em todas as línguas o método é o mesmo, baseado em repetição e tradução/versão de frases (a menos que tenha mudado desde que usei o material deles). Em geral, eu condeno esses métodos de “condicionamento”, mas cada aluno tem um estilo pessoal de aprendizagem, e conheço pessoas que se sentem mais seguras aprendendo assim, pois como você mesmo disse, ao final da aula a gente sai com pelo menos umas 5 frases memorizadas. Acho um método válido pra quem quer fazer uma viagem como turista. Por exemplo, em uma aula, eles te ensinam a chegar em um restaurante e fazer o pedido. Você aprender umas 5 frases fixas e um certo número de palavras. Isso “quebra o galho” nessas situações… mas se o garçon resolver puxar conversa, a gente se perde porque não estava no “roteiro”  :lol:  Também é um excelente pontapé inicial pra quem está começando do zero se sentir mais seguro, mas só no começo! Pra “vida real” em que a gente vai ter de debater idéias, defender opiniões, negociar… melhor partir pra outra depois do primeiro momento.

      Na “bagunça” toda dos meus estudos de francês, acho que passei o total de 4 anos na Alliance Française: 2 anos e meio na condição de aluna e 1 ano e meio como monitora. Como aluna, gostei de estar em sala de aula enquanto não tinha pressa, porque estava com comecinho. Quando peguei o embalo, não tive mais paciência com a lentidão, como você mesmo disse. Eu levava o curso a sério porque tinha dificuldade na fonética, mas quando peguei o jeito, avancei muito rapidamente e a maior parte dos alunos não se dedicava muito. Então deixei o curso regular e optei por me preparar para os exames por conta própria e com algumas aulas particulares.

      Pode parecer surpresa (porque as mensalidades não são tão baratinhas), mas a Alliance é antes de tudo uma organização sem fins lucrativos para a difusão da Francofonia. Por um lado isso é ótimo porque o clima da AF é de cultura, se fala francês o tempo todo, há muitas atividades voltadas para essa missão de manter a Francofonia viva: festas, exposições… Em compensação, os seus membros não se dedicam às novas metodologias/tecnologias de ensino como as escolas de inglês, por exemplo. Já vi muita gente se irritar com o “método” e abandonar o curso no meio do 1º semestre, principalmente se se tratava de alguém que havia aprendido inglês antes em uma dessas escolas “modernas”, com computadores, quadros especiais etc.

      O que é muito importante na AF para o processo especificamente é sua reputação! Uma avaliação feita na AF é valiosa. Além disso, a AF representa o CIEP no Brasil. O CIEP é o Centre international d’études pédagogiques  que elabora as provas DELF e DALF. Um tempo atrás, notei que se irritaram comigo em outra comunidade quando destaquei a importância dessas provas, como se eu estivesse querendo fazer o processo parecer inacessível pra quem não tem uma certificação. Deixo claro pra todos: o bureau do Québec NÃO exige diplomas pra fazer a seleção! Declaração de escola, de prof particular, tudo isso vale! E o que interessa é o desempenho na hora da entrevista. Porém, ter um certificado (pra quem tiver tempo para estudar pra um) poderá ajudar bastante quem ainda vai fazer a entrevista. A mim, pelo menos, ajudou demais!!! Moro em João Pessoa e economizei uma viagem a São Paulo graças ao DELF!

      Bem, essa é minha avaliação. Mas eu não conheço as AFs ou Wizards de outros estados. De repente as coisas são diferentes em outros lugares.

      Uma coisa é certa: é preciso estudar muuuuuuuuuuito em casa! Não apenas exercícios formais, de gramática e vocabulário, mas também ouvir rádio, ler jornais, piadinhas, assistir TV e filmes, ouvir música… enfim, se familiarizar com a língua viva. O simples exercício de aprender uma nova canção na língua já aumenta o vocabulário, melhora a compreensão das estruturas gramaticais em contexto e dá uma lapidada na pronúncia (mas tem de cantar junto e imitar o cantor, viu??? :whistle: :punk:

      À plus!

    • #26578
      Malaman
      Participante

      Très Bien !

    • #26604
      smvidal
      Participante

      Karla,
      para a entrevista, você tinha qual certificado do DELF? A2, B1, B2?

      Obrigada,
      Simone

    • #26611
      karlamatias
      Participante

      Oi, Simone…

      No dossier, de francês eu enviei o DELF 2ème Degré, que fiz em 2000, por isso ainda é do sistema antigo. Ele equivale no novo sistema ao DELF B2. Em inglês, os certificados mais alto que eu tinha eram o FCE Grade B de 1996, e CEELT também de 1996 (esse é de metodologia), ambos de Cambridge.

      Me mandaram o seguinte e-mail no dia 16 de agosto de 2007 (enviei o dossier dia 03 de julho):

      Madame,

      D’après les informations qui figurent dans votre dossier nous serions en mesure de faire une acceptation sur dossier, c’est à dire de vous exempter de l’entrevue de sélection (notre prochaine mission de sélection à Sao Paulo est prévue pour le mois de novembre).
      Si cela vous convient, vous devez nous envoyer des copies certifiées conformes (ou des originaux) des documents suivants:
      – actes de naissance et première page du passeport
      – diplôme universitaire et relevé de notes
      – preuves d’expérience professionnelle (déclarations annuelles d’impôts depuis 2002 et livret de travail)
      – attestation concernant votre niveau avancé de français (Delf 1er et 2ème degré)
      – attestation concernant votre niveau d’anglais.(Cambridge Examination)

      Je reste à l’attente de votre réponse.

      Meilleures salutations.

      Marcela DOMECQ.

      Eu enviei as cópias autenticadas de tudo que pediram, incluí o IELTS 8.0 e CAE Grade B que eu tinha feito em julho e me mandaram o CSQ por correio.

      No sitema ALTE, cada certificado equivale aproximadamente a 150 horas de estudo, então o DELF B2 equivale a aprox. 600 horas de francês e o CAE a 750 horas de inglês, mas o IELTS 8.0 equivale ao CPE (C2) que, por sua vez, representa aprox. 900 horas de estudo de inglês. Eu acumulei muitas horas de estudo, mas porque comecei a estudar inglês em 1992 e ensinar em 1996, e o francês, estudo desde 1995.

      Pra conhecer o Common European Framework: http://www.alte.org/can_do/framework/table.php

      Equivalência IELTS / Cambridge: http://www.britishcouncil.org/ielts-coe_flier.pdf

      Conheço duas outras pessoas que conseguiram a “acceptation sur dossier”: o Pessoa daqui da CBQ e o Guilherme que participa da “Quero ir para Québec” do orkut. Sei que o Guilherme confundiu o processo do Québec com o simplificado, fez o IELTS e o TEF desnecessariamente, mas acabou sendo liberado da entrevista graças aos resultados que obteve. Foi um “erro” que acabou virando a favor dele.

      No caso do Pessoa, não sei os detalhes da aprovação dele, mas existe um tópico a respeito aberto pelo Felipe (felipewise). Tentei achar o tópico e não consegui, se alguém achar, cole aqui por gentileza! (Felipinho, querido, é tarefa pra vc porque é fácil encontrar o tópico no seu perfil já que foi vc quem criou! ;)

      Talvez já haja mais casos de aprovação sem entrevista, mas acho que algumas pessoas se acanham de falar a respeito com receio de parecerem esnobes. Eu, pra ser franca, não ligo! Meus relatos dessa experiência já deram origem a umas fofoquinhas tempos atrás entre pessoas que nem sei quem são e nem me conhecem. Fiquei chateada no primeiro momento, prometi a mim mesma que não escreveria mais nenhuma linha sobre nada, mas prefiro pensar que estou dando minha contribuição sobre o que sei às pessoas que estão buscando informações com a mente aberta e sem orgulho. Acho que relatos negativos e positivos servem para ajudar as pessoas a se auto-avaliarem e tomarem as melhores decisões. Já relatei um monte de besteira que fiz no processo e isso também ajuda, a ensinar o que não se deve fazer! Espero que todos encarem as coisas assim! ;)

      Depois vou ver se encontro umas explicações sobre provas que postei em algumas comunidades do orkut há alguns meses e colo aqui na CBQ, ok?

      Abraço!

    • #26843
      smvidal
      Participante

      Karla,
      Muito obrigada pelas dicas!!!
      Abração,
      Simone

    • #27822
      karlamatias
      Participante

      Contato de mais um prof aqui em Jampa, ele está disponível para aulas particulares, ok? Valores a acertar com ele:

      Paul Sauter
      (83) 9955-9208
      aula.francais@yahoo.com.br

    • #27823
      karlamatias
      Participante

      Contato de mais um prof aqui em Jampa, ele está disponível para aulas particulares. O Paul é nativo francês.

      Paul Sauter
      (83) 9955-9208
      aula.francais@yahoo.com.br

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